Fonte: ABCA
As inscrições estão abertas até o dia 15 de outubro. Para participar o representante da cidade deve enviar um email para super8prod [@] yahoo [ponto] com [ponto] br solicitando a ficha de inscrição, que deverá ser preenchida e devolvida para que o registro seja oficializado. A cidade participante precisa ter um local para a exibição dos curtas, um aparelho de DVD e um projetor. A coordenação do Dia da Animação providenciará o envio dos filmes de desenhos animados (nacionais e estrangeiros) para exibição no dia 28 de outubro de 2009. O evento acontece simultaneamente em mais de trinta países e até o
momento cerca de 400 cidades brasileiras já garantiram a participação. História No dia 28 de outubro de 1892 (três anos antes do cinematógrafo ser apresentado pelos irmãos Lumière) Èmile Reynaud realizou a primeira projeção do teatro óptico no Museu Grevin, em Paris. Essa projeção foi à primeira exibição pública de imagens animadas (desenhos animados) do mundo. Mais informações clique aqui.
Confira alguns filmes nacionais da Mostra
A Princesa e o Violinista – Dir. Guto Bozzetti
Recorte / 2D - 10min30seg – 2008 – Porto Alegre-RS
Sinopse: Trata-se de uma fábula sobre o surgimento da tristeza. Pelos olhos de uma menina, descobrimos uma bela história, enquanto ela tenta entender o que sua mãe está sentindo.
Queda Livre – Dir. Marcelo Vidal/Renan de Moraes
3D – 1min10seg – 2009 – Rio de Janeiro – RJ
Sinopse: Terror e pânico. Plínio um desengonçado Quati, salta de pára-quedas em uma frenética queda livre.
Papercut – Dir. Pedro Eboli
Tradicional 2D - 4min13segs – 2008 – São Paulo – SP
Sinopse: A vida no escritório pode acabar com você. Ainda mais quando um pequeno corte de papel transforma a vida do nosso herói numa caçada surreal. Agora, é todo o escritório contra um, numa luta pela vida e por sua própria identidade. Uma animação de humor e realismo fantástico feita por alguém que nunca agüentou a vida num cubículo.
por Michael I. Niman [*]
Os títulos dos jornais e dos noticiários de TV soam a obituários para o negócio do jornalismo, como se de repente a indústria estivesse "de patas para cima" a morrer. Os grandes diários dos EUA efectivamente sofrem grande agitação financeira e alguns importantes recentemente fecharam as suas portas, enquanto a maioria reduz pessoal. Alguns, como o Wall Street Journal e Los Ángeles Times, encolheram fisicamente a apertaram os seus cintos ao máximo, ao passo que o The Detroit News/Free Press e o Seattle Post-Intelligencer afastam-se do papel impresso para converterem-se em diários virtuais. Há pouco fecharam jornais como o Rocky Mountain News, de 150 anos, em Denver, o Cincinnati Post, de 128 anos, em Cincinnati; e o Albuquerque Tribune, de 87 anos. Agora engrossam o monte de diários que servem de lápide à indústria.
Contudo, a história do colapso do jornalismo é uma notícia velha, como muito do que lemos na imprensa diária. Os jornais já morreram há bastante tempo. A única novidade é que os seus corpos de zumbi continuam o jogo. Sei que isto parece cruel e, sem dúvida, despertará a cólera de legiões de cortadores de cupons, entusiastas das palavras cruzadas e outros que leram a nota só até aqui.
O lucro e a cobiça matam os grandes diários
O colapso da indústria jornalística foi antecipado pela sua perda da diversidade e do pluralismo. O modelo do monopólio chegou a dominar a indústria até a metade do século XX. Quase em cada cidade dos EUA houve um diário dominante, mantido a flutuar por uma economia de escala cada vez maior, que afugentou a sua concorrência do negócio. Antes do fim do século, aproximadamente 98% das cidades estado-unidenses converteram-se em urbes de um só jornal.
Os monopólios ameaçaram a democracia, como os diários a actuarem muitas vezes como porteiros das notícias regionais, cujo controle lhes permitiu dominar a política local e alcançar um poder sem limites. Poucos políticos atingido pelo diário local viveram sabiamente para contar. E subiram os preços da publicidade e, por vezes, ao ponto de ameaçar a própria existência do negócio.
Com os seus monopólios regionais, os jornais geraram regularmente lucros para os seus investidores da Wall Street, convertendo-se numa das indústrias mais rentáveis do país. Contudo, mataram a lenda romântica do jovem repórter que perseguia as notícias quentes, lutava contra a corrupção, dava furos jornalísticos e salvava a democracia. Os conglomerados controladores do negócio converteram-no simplesmente numa fábrica de lucro, assumido cada vez mais não para informar, educar ou agitar e sim para fazer dinheiro.
O modelo do monopólio deu aos jornais bem-estar financeiro, mas este resultou efémero porque a arrogância dos editores que engordaram os seus lucros viram estes lucros mais como um direito do que como algo que devessem conservar com algum trabalho. Sem competição, despediram pessoal inclusive em épocas financeiras boas, impelidos pela cobiça de margens de lucro cada vez maiores. As histórias genéricas relatadas pelas agências de notícias substituíram de maneira contundente a investigação de situações noticiosas locais e os jornais perderam significado fonte de informação local.
O modelo matou notícias... e leitores
O modelo do lucro prostituído significava que os jornais evitavam morder as mãos dos que os alimentavam. Isto significava evitar histórias que aborrecessem anunciantes, amigos de anunciantes e da gente que os anunciantes bajulassem. Significava também evitar qualquer controvérsia que pudesse de qualquer forma inquietar qualquer parte que pudesse um dia pensar em fazer publicidade. Entre estas duas categorias censuradas está a maior parte das matérias que tornam os jornais tanto necessários como vibrantes.
Na sua forma mais extrema, o modelo do lucro prostituído significava não só tentar não ofender como realmente bajular os anunciantes. Portanto, os jornais substituíram notícias duras por notícias suaves, historietas sem valor sugeridas por anunciantes e secções inteiras do jornal orientadas por publicitários.
Pense acerca disto: Quando foi a última vez que leu uma notícias na secção automobilística crítica de um carro, ou uma notícia na secção imobiliária crítica de padrões de desenvolvimento irresponsáveis?
A nível macro, o lema "beneficiem-se do poder e não façam perguntas" a que os jornais aderiram deixou-nos com praticamente todos os principais quotidianos nos Estados a papaguearem vergonhosamente a propaganda desacreditada da administração Bush nos preparativos de 2003 para a invasão do Iraque. De facto, muitos críticos dos media agora argumentam que o viés pró guerra dos jornais americanos foi um factor chave para permitir que a administração Bush levasse o país à guerra. Fontes de notícias alternativas, residentes sobretudo no ciberespaço, contestaram esta falsa informação com o que se demonstrou serem análises prescientes e informação mais precisa — mas elas não podia conter a desinformação disseminada pelos jornais.
Olhe a contagem do Project Censored relativa às notícias mais importantes mas menos relatadas dos últimos 20 anos. Eles escolhem 25 notícias impressionantes por ano — matérias como a Halliburton a vender tecnologia nuclear para o Irão, a Halliburton a obter contratos para construir centros de detenção nos EUA e acções da Halliburton de Dick Cheney a subirem 3000 por cento durante a guerra do Iraque. Estas notícias vão desde permissões do governo para carcinogénicos na nossa água e comida à destruição do habeas corpus e das protecções de direitos humanos básicos e a pilhagem corporativa por atacado de recursos naturais.
Mas, em qualquer ano considerado, pode contar o número destas notícias divulgadas pelos jornais diários pelos seus polegares — e muitas vezes deixando um polegar ou dois de fora. Os jornais deixaram-nas cair. Eis porque nos voltámos para outras fontes para a nossa informação.
Sucateando a marca New York Times
Certo, o modelo papel de jornal de transformar florestas em polpa de papel está datado na era digital, mas não é por essa razão que estas organizações de notícias em massa estão a morrer. Os principais jornais de hoje têm, em média, um século ou mais de construção de marca sob a sua cintura. Eles deveriam ser os reconhecidos jogadores mestres na indústria das notícias, em todos os media. Deveriam ser marcas fortes e bem colocadas para dominar a paisagem convergente dos media — mas após uma geração de auto-complacência, as suas marcas, e portanto o seu valor na Wall Street, são lixo. Depois de levar-nos à guerra com a pouco inteligente Judith Miller a torcer pela administração Bush, porque deveríamos nós confiar no New York Times para informação acerca do Iraque? E na verdade porque raios deveríamos pagar pela sua desinformação?
Muitas das histórias que estamos a ler e assistir acerca do colapso dos jornais são de autoria de jornais a choramingarem acerca da sua própria morte auto-induzida, ou por organizações de TV analogamente dirigidas e igualmente prostituídas, a alegrarem-se prematuramente com o mal alheio, a morte dos jornais, como se elas não seguissem estreitamente o mesmo caminho para a irrelevância. A faltar nesta análise está a cobertura acerca do crescimento consequente de organizações de media democráticos que realmente desafiam o status quo e informam novas notícias realmente perturbantes. Neste contexto, o noticiário não é uma corrida para a geração de iliteracia e apatia e sim algo muito mais esperançoso rumo à revolução dos media. Vamos encarar isto como um ajustamento de mercado, com o valor do modelo propaganda a cair em queda livre. Isto não é um desenvolvimento mau.
A lista de Craig e o fim da civilização
Contudo, os grandes media não morrem com elegância. Não. Eles estão apinhados com um conjunto de gabarolas – os chamados peritos – que nos dizem que os jornais foram liquidados pela Lista de Craig [1] .
Pense acerca disso. Parece que a misteriosa perda de receita dos classificados acabou por ser a bala de prata que põe o morto-vivo a descansar. Mas (e raramente alguém pergunta) porque os diários perderam os seus anúncios classificados? Por coincidência, esta perda veio nos calcanhares da sua redução de leitores. E muitos daqueles anúncios migraram não para a Lista Craig e sim para semanários alternativos que têm estado a captar as omissões de reportagem quando os grandes se esquivam às histórias perigosas. Isto é o mercado em funcionamento — Friedman, não Marx. Onde é que você olha quando quer arrendar um apartamento? E os semanários não herdaram estes anúncios dos parentes mortos — eles trabalharam por eles ao mesmo tempo que os diários paravam de trabalhar.
Para o jornalismo prosperar, os jornalistas precisam ser pagos. Os críticos dos media democráticos apressam-se a destacar que o mercado não pode suportar um milhão de locais de informação on line, e as pequenas organizações de media podem apenas permitir-se pequenos salários para um punhado de trabalhadores. Assim, prossegue a argumentação, precisamos de um novo modelo para financiar a qualidade dos media.
É verdade, realmente. Mas este mesmo argumento muitas vezes opera com base na premissa de que o velho modelo — grandes jornais monopolistas — estavam a fazer isso e que a morte desses grandes significa agora o fim do jornalismo como profissão.
O sistema de remuneração pelo qual os profissionais do jornalismo são pagos tem sido louco deste há muito pois concede prémios aos piores redactores, os mais invertebrados e lambe botas, enquanto pune o trabalho árduo dos jornalistas que assumem riscos. Vamos examinar o New York Post, por exemplo — claramente um dos piores pasquins do país, o mais sensacionalista, traficante do medo e xenofóbico. Eles empregam alguns dos mais altamente pagos "jornalistas" na indústria. Enquanto isso, na mesma cidade, o poderoso Indypendent (sim, grafa-se com um "y") que ganhou prémios confia em redactores voluntários para algumas das melhores reportagens locais de investigação do país.
Se cessarmos de premiar lacaios por liquidar a sua suposta profissão, isso não é uma coisa má. Descobrir fluxos de receita para pagar bons jornalistas e toda uma outra questão.
Não há lágrimas para o media corporativos
A questão de fundo aqui é que apesar de não haver um futuro para os jornais sem alma, aqueles dos zumbis monopolistas, há um futuro para o jornalismo. Recordo de uma reunião que tive há uns poucos anos com uma delegação de jornalistas ucranianos. Eles eram todos de meia-idade, o que significa que eram treinados como jornalistas numa sociedade soviética totalitária onde não havia jornalismo [2] . Entretanto, geração após geração, jornalistas ambiciosos aprenderam qualificações de que foram impedidos de usar. Então o império entrou em colapso e quando isso aconteceu havia jornalistas à espera para sair da hibernação.
Talvez esta seja a notícia aqui. Talvez o colapso dos jornais monopolistas auto-censurados finalmente rompa o colete de força que a mediocridade manteve sobre o jornalismo durante uma geração. Talvez isto signifique que bons jornalistas não terão de se manter em outras profissões para poderem sustentar-se. Talvez isto signifique que os compadres não editem mais jornais.
Ou talvez não venha a mudar senão o canal pelo qual é entregue a desinformação e a trivialidade. Em qualquer caso, não vou derramar quaisquer lágrimas pelos media corporativos.
[*] Professor de jornalismo e estudos de media no Buffalo Sate College, colaborador de Projecto Censurado . Seus escritos estão disponíveis em www.artvoice.com , e www.mediastudy.com .[1] Craigslist : rede centralizada de comunidades online que apresenta anúncios classificados gratuitos.
[2] É a opinião do autor. Resistir.info não tem concordar com tudo para publicar um artigo, mesmo quando o autor diz enormidades.
O original encontra-se em http://www.medios.org.ar/?p=416 . Há versão em castelhano em http://www.argenpress.info/search?q=Niman. Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
Fonte: NYTimes
Dezenas de universidades norte-americanas, entre as quais MIT, Amherst, Bates, Carleton, Colby, Vassar, Wellesley e Yale, estão incorporando blogs de alunos aos seus sites, porque os veem como uma poderosa ferramenta de marketing junto aos alunos de segundo grau, hoje em dia menos interessados em mensagens e estatísticas oficiais e mais interessados em narrativas pessoais e interação direta com os atuais estudantes e com outros candidatos a vagas.
Mas até agora nenhum desses blogs demonstra tanta interatividade e criatividade quanto os do MIT, em cujo site eles têm lugar de destaque na página de matrículas, acompanhados por centenas de respostas de potenciais candidatos a uma vaga na instituição - e tudo isso sem censura alguma.
Nem todos os departamentos de matrícula e seleção universitários demonstram tanta disposição de permitir textos não censurados de alunos. "Muita gente nesses departamentos não parecia muito ansiosa pela presença de blogs, em larga medida por medo de que não possamos controlar o que as pessoas estão dizendo", disse Jess Lord, diretor de admissões no Haverford College, que este ano ofereceu blogs nos quais alunos relatavam suas atividade de verão e, no ano que vem, pretende incluir blogs de alunos com dicas para os novos estudantes sobre a vida no campus. "Estamos lentamente aprendendo que é assim que o mundo funciona, especialmente para os alunos de segundo grau".
Os blogueiros do MIT, que recebem honorários de US$ 10 por hora, para até quatro horas semanais redigindo textos, oferecem suas opiniões sobre qualquer coisa que possa interessar a um potencial aluno. Alguns oferecem dicas sobre o processo seletivo e sobre a carga de trabalho intensa da instituição; outros preferem comentar sobre temas mais exóticos, como tortas de maçã comidas quentes e com uma cobertura de bacon e caramelo, ou cair da escada, ou o grande esforço requerido para estabelecer um recorde mundial no jogo de dominó de colchão. "Os alunos de segundo grau leem os blogs, e quando nos visitam comentam que nem imaginavam que os alunos de Haverford tivessem férias de verão tão interessantes", diz ele. "Não existe maneira melhor de um, aluno aprender sobre uma faculdade do que com a ajuda de outro aluno". Os alunos do MIT que mantêm blogs no site da instituição dizem que eles mesmos liam os blogs de alunos quando se inscreveram, e que por meio de seus comentários fizeram contato com outros potenciais alunos. "Quando estava no segundo grau, eu tinha um blog e postava quase todo dia, e lia os blogs do MIT todo dia", diz Jess Kim, hoje aluna de quarto ano e autora de um dos blogs oficiais do MIT. "Para mim, eles eram um retrato da vida que eu poderia levar aqui, e são parte importante de minhas razões para estar aqui".
Os blogueiros do MIT têm etnias, especializações, moradias e, especialmente, estilos literários muito distintos. Alguns deles postam uma vez por semana ou mais; outros passam meses sem atualizar suas páginas. No final de semana em que os potenciais alunos do MIT são convidados a visitar o campus, uma sessão chamada "Meet the Bloggers" dá a eles tratamento de celebridades. O MIT seleciona os blogs de alunos que incorpora ao seu site por meio de um concurso no qual os candidatos submetem exemplos de seus textos.

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) comunica ao povo do Estado e aos segmentos universitários que faleceu, na manhã deste sábado, 03/10/2009, o professor João Batista Cascudo Rodrigues, fundador e primeiro reitor da UERN.
O atual reitor da UERN, professor Milton Marques de Medeiros lamentou a perda do ilustre professor e destacou que a sua história se confunde com a da própria universidade, tendo prestado relevantes serviços nos momentos mais cruciais, fincando os alicerces para que a Instituição pudesse dar passos significativos no seu futuro.

O corpo de João Batista será transportado, de Brasília a Mossoró ainda hoje à noite (sábado) e estará sendo velado a partir das 9 horas deste domingo (04/10) no salão principal da Reitoria da UERN, no centro de Mossoró. O sepultamento está marcado para segunda-feira, dia 5, às 9 horas, no Cemitério São Sebastião (veja mapa abaixo).
Sensibilizado o reitor da UERN, professor Milton Marques de Medeiros, acaba de decretar, através da Portaria 6797/2009, Luto Oficial por três dias. A referida portaria também suspende as atividades acadêmicas e administrativas na segunda-feira, dia 5 de outubro.
Exibir mapa ampliado
BIOGRAFIA
Fonte: Oeste
João Batista Cascudo Rodrigues, nasceu em Mossoró, 23 de junho de 1934, filho de Adolfo Rodrigues, natural de Sobral-CE e da professora Ozelita Cascudo Rodrigues, que era filha de Olinto Florêncio de Almeida e Francisca Bezerra Cascudo.
Tomou posse em 13 de abril de 1967. Bacharel em Direito, professor e escritor. Fundador da Universidade Regional do Rio Grande do Norte. Redigiu o decreto nº 20/68, de 28 de setembro de 1968 que criou a ESAM-Escola Superior de Agricultura de Mossoró, atual UFERSA-Universidade Federal Rural do Semi-Árido. O mais jovem dos reitores brasileiros, em 1968, assinado pelo prefeito Raimundo Soares de Souza, com 34 anos de idade, primeiro reitor da Universidade regional do Rio Grande do Norte, atual Universidade Estadual do Rio Grande do Norte UERN.
Câmara Cascudo disse que ele era o “fundador da dinastia dos reitores da Universidade Regional do Rio Grande do Norte”. Diretor Geral da Escola Nacional de Administração Pública da Presidência da República e Diretor do Departamento Latino-Americano de Energia (Quito). Membro das Academias Norteriograndense de Letras e de Ciências, da Academia Brasileira de História (São Paulo), Academia Brasiliense de Letras, Academia Internacional de Cultura e Academia de Letras e Música do Brasil, sendo as duas últimas igualmente sediadas em Brasília.
Membro da Academia Mossoroense de Letras e Presidente Perpétuo do Instituto Cultural do Oeste Potiguar, com sede em Mossoró, RN. É sócio efetivo do IHGRN, sediado em Natal. Membro da Academia Norteriograndense de Letras (cadeira 32).

A Mulher Brasileira: Direitos Políticos e Civis
4ª ed. Brasília, Projecto et al., 2003. 766p., photos, tables, graphics, facsimiles, wrps Paperback ISBN 8588401266 A detailed examination of political and civic rights pertinent to Brazilian women. Includes notes and bibliographical references (Item ID: 106746)
Tempo e Vida
Editora: DIVERSAS, 1985
Modernização - Sociedade, Família e Província
Editora: Guimarães Duque, 1983
De 7 a 11 de outubro de 2009, Natal é a capital da 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. O evento tem por objetivo a divulgação de obras que abordam questões referentes aos direitos humanos, produzidas recentemente nos países sul-americanos. Em 2009, estão presentes: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Perú, Uruguai e Venezuela.
O projeto Video nas Aldeias é foco das homenagens em 2009, por isso a sessão de abertura exibe o filme Corumbiara (dia 7, 21 h), melhor filme do Festival de Gramado de 2009, Festival Internacional de Cinema e Video Ambiental (Goiás) 2009 e Menção Honrosa no É Tudo Verdade. Vicente Carelli, diretor do filme, é um dos precursores da produção audiovisual sobre índios no Brasil.
Entre os destaques da Mostra está o longa-metragem Histórias de Direitos Humanos, que integra o Programa Especial com 22 episódios de três minutos cada, assinados pelo argentino Pablo Trapero, o chinês Jia Zhang Ke, o tailandês Apichatpong Weerasethakul e Burkina Faso Idrissa Ouédraogo (África, Minha África), além da dupla brasileira Walter Salles e Daniela Thomas.
O Cavaleiro Negro de Ulf Hultberg e Åsa Faringer, e a minissérie televisiva Trago Comigo, na qual a diretora Tata Amaral mistura ficção e realidade para abordar a ditadura militar no Brasil, também fazem parte do Programa Especial.
A Retrospectiva Histórica de 2009 reúne produções realizadas de 1949 a 1998, destacando nomes expressivos da cinematografia da região. É o caso do chileno Raúl Ruiz, que realizou O Realismo Socialista em 1973, e do peruano Francisco J. Lombardi, autor do sucesso Não Conte a Ninguém (1998).
Dois longas-metragens brasileiros, que tratam de temas fortes e que há muito tempo estão fora de circulação, são recuperados pela programação: Crueldade Mortal (Luiz Paulino dos Santos, 1976), através de uma brilhante atuação de Joffre Soares, aborda questões ligadas ao idoso, tortura e segurança pública, enquanto que Também Somos Irmãos (José Carlos Burle, 1949), com elenco liderado por Grande Otelo, é considerado por estudiosos como o filme mais importante sobre a questão racial feito no Brasil.
Na seção Contemporâneos o público poderá conferir alguns trabalhos recentes, como Garapa, de José Padilha (diretor do sucesso Tropa de Elite) e as produções inéditas no Brasil como Entre A Luz e a Sombra, de Luciana Burlamaqui e o argentino Unidade 25, dirigido por Alejo Hoijman.

LOCAL: AUDITÓRIO SEBRAE
PERÍODO: DE 7 A 11 DE OUTUBRO
120 lugares
(84) 3616-7944
Av. Lima e Silva, 76 - Lagoa Nova
entrada gratuita
07/10 – QUARTA
13h
MOKOI TEKOA PETEI JEGUATÁ – DUAS ALDEIAS, UMA CAMINHADA - Arial Duarte Ortega, Germano Beñites, Jorge Morinico (Brasil, 63 min, 2008, doc)
DE VOLTA À TERRA BOA - Mari Corrêa, Vincent Carelli (Brasil, 21 min, 2008, doc)
PRÎARA JÕ, DEPOIS DO OVO, A GUERRA - Komoi Paraná (Brasil, 15 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: livre
15h
NUNCA MAIS!!! COCHABAMBA, 11 DE JANEIRO DE 2007 - Roberto Alem (Bolívia, 52 min, 2007, doc)
DAYUMA NUNCA MAIS - Roberto Aguirre Andrade (Equador, 30 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: livre
17h
À MARGEM DO LIXO - Evaldo Mocarzel (Brasil, 84 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: livre
19h
SENTIDOS À FLOR DA PELE - Evaldo Mocarzel (Brasil, 80 min, 2008, doc)
PUGILE - Danilo Solferini (Brasil, 21 min, 2007, fic)
Classificação indicativa: livre
21h
Sessão de abertura CORUMBIARA
Vincent Carelli
(Brasil, 117 min, 2009, doc)
Classificação indicativa: livre
08/10 - QUINTA
13h
PRO DIA NASCER FELIZ - João Jardim (Brasil, 88 min, 2006, doc)
Classificação indicativa: livre
15h – Audiodescrição
O SIGNO DA CIDADE - Carlos Alberto Riccelli (Brasil, 96 min, 2007, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual
Classificação indicativa: 16 anos
17h
CRUELDADE MORTAL - Luiz Paulino dos Santos (Brasil, 92 min, 1976, fic)
ESTRELA DE OITO PONTAS - Fernando Diniz e Marcos Magalhães (Brasil, 12 min, 1996, fic/ani)
Classificação indicativa: 16 anos
19h
UNIDADE 25 - Alejo Hojiman (Argentina / Espanha, 90 min, 2008, doc)
COCAIS, A CIDADE REINVENTADA - Inês Cardoso (Brasil, 15 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: 16 anos
21h – Audiodescrição
NÃO CONTE A NINGUÉM - Francisco J. Lombardi (Peru / Espanha, 120 min, 1998, fic)
* Sessão com audiodescrição para público com deficiência visual
Classificação indicativa: 18 anos
09/10 - SEXTA
13h
YÃKWÁ, O BANQUETE DOS ESPÍRITOS - Virgínia Valadão (Brasil, 54 min, 1995, doc)
A ARCA DOS ZO’É - Dominique Tilkin Gallois, Vincent Carelli (Brasil, 22 min, 1993, doc)
O ESPÍRITO DA TV - Vincent Carelli (Brasil, 18 min, 1990, doc)
Classificação indicativa: livre
15h
TAMBÉM SOMOS IRMÃOS - José Carlos Burle (Brasil, 85 min, 1949, fic)
Classificação indicativa: livre
17h
O REALISMO SOCIALISTA - Raúl Ruiz (Chile, 52 min, 1973, fic/doc)
AGARRANDO PUEBLO (OS VAMPIROS DA MISÉRIA) - Carlos Mayolo, Luis Ospina (Colômbia, 28 min, 1978, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
19h
DEVOÇÃO - Sergio Sanz (Brasil, 85 min, 2008, doc)
PHEDRA - Claudia Priscilla (Brasil, 13 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
GARAPA - José Padilha (Brasil, 110 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
10/10 - SÁBADO
13h
TAMBORES DE ÁGUA: UM ENCONTRO ANCESTRAL - Clarissa Duque (Venezuela / Camarões, 75 min, 2008, doc)
ALÉM DE CAFÉ, PETRÓLEO E DIAMANTES - Marcelo Trotta (Brasil, 15 min, 2007, doc)
TARABATARA - Julia Zakia (Brasil, 23 min, 2007, doc)
Classificação indicativa: livre
17h
HISTÓRIAS DE DIREITOS HUMANOS – vários diretores (diversos países, 84 min, 2008, doc/fic)
Classificação indicativa: 16 anos
19h
BAGATELA – A NECESSIDADE TEM CARA DE CACHORRO - Jorge Caballero (Colômbia / Espanha, 74 min, 2008, doc)
MENINO ARANHA - Mariana Lacerda (Brasil, 13 min, 2008, doc)
MENINOS - Gonzalo Rodríguez Fábregas (Uruguai, 14 min, 2008, doc)
Classificação indicativa: 12 anos
21h
ENTRE A LUZ E A SOMBRA - Luciana Burlamaqui (Brasil, 150 min, 2007, doc)
Classificação indicativa: 16 anos
11/10 - DOMINGO
13h
O SIGNO DA CIDADE - Carlos Alberto Riccelli (Brasil, 96 min, 2007, fic)
OS SAPATOS DE ARISTEU - René Guerra (Brasil, 17 min, 2008, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
15h
TRAGO COMIGO – Parte 1 (capítulos 1 e 2) - Tata Amaral (Brasil, 96 min, 2009, doc/fic)
Classificação indicativa: 16 anos
17h
TRAGO COMIGO – Parte 2 (capítulos 3 e 4) - Tata Amaral (Brasil, 96 min, 2009, doc/fic)
Classificação indicativa: 16 anos
19h
ESSE HOMEM VAI MORRER - UM FAROESTE CABOCLO - Emilio Gallo (Brasil, 75 min, 2008, doc)
CONTRA-CORRENTE - Agostina Guala (Argentina, 9 min, 2008, fic)
PARTIDA - Marcelo Martinessi (Paraguai, 14 min, 2008, fic)
Classificação indicativa: 16 anos
21h
O CAVALEIRO NEGRO - Ulf Hultberg, Åsa Faringer (Suécia / México / Dinamarca, 95min, 2007, fic) Classificação indicativa: 14 anos
Aprovado hoje (02/10/2009) no Congresso Nacional (Câmara dos Deputados)
PDC 1878/2009 |
Aprova o ato que autoriza a Associação Comunitária e Cultural de Maracajaú a executar, pelo prazo de dez anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária no Município de Maxaranguape, Estado do Rio Grande do Norte.
Autor: Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática
O Ministério das Comunicações comunica a publicação hoje (2/10/2009)no Diário Oficial da União do edital para a compra de 15 mil kits de equipamentos de informática, audiovisual e mobilário para instalação de telecentros comunitários nos municípios brasileiros. O projeto faz parte do programa de inclusão digital do governo federal e prevê a implantação de 21 mil telecentros comunitários até o final de 2010, com 231 mil computadores com acesso gratuito a internet para a população. O governo quer comprar 165 mil computadores, 165 mil estabilizadores, 15 mil impressoras laser, 15 mil projetores multimídia datashow, 15 mil roteadores de internet sem fio, 15 mil câmeras para monitoramento, além de 180 mil mesas, 210 mil cadeiras e 150 mil armários.
Na primeira fase de implantação do programa, o Ministério das Comunicações investiu, em 2007, cerca de R$ 134 milhões. Cada solução integrada de telecentro é composta de 10 terminais de computador com acesso gratuito à internet, um roteador para internet sem fio, uma impressora, uma câmera para monitoramento, um servidor e 11 estabilizadores.
Atualmente, 5.452 municípios aderiram formalmente ao programa Telecentros Comunitários, o que representa quase 98% das cidades brasileiras. Apenas 112 municípios em todo o país não se cadastraram. De acordo com o Ministério das Comunicações até o final de 2010, cada cidade brasileira estará equipada com pelo menos dois telecentros.
Até o mês passado, o Ministério das Comunicações instalou 5.996 telecentros em cidades espalhadas em cada um dos 27 estados brasileiros. Deste total, 4.454 já estão montados. Os terminais têm capacidade para receber sinais de televisão por computador, o chamado IPTV, e todos os telecentros adotam o software livre, com licença GNU.
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COMENTÁRIOS
1. CECÍLIA MEDEIROS
Queridas Graça e Regina,
esta entrevista veio bem no momento que na disciplina de Novas tecnologias e inclusão digital foi lançada uma questão sobre o impacto da tecnologia no dia a dia do homem contemporâneo.
Apesar de não estarmos juntas, ainda acompanho o blog que sempre está atualizado.
Beijos p/ ambas,
Cecília Medeiros.
Universidade Federal do Rio Grande do Norte, através do Programa de Pós-Graduação em Educação realiza a palestra “Imagens: ampliando o olhar”, com o escritor e ilustrador André Neves, no próximo dia 05 de outubro, às 9h, no auditório da reitoria da UFRN.
O evento é uma iniciativa do grupo de pesquisa Ensino e Linguagem em comemoração ao Dia da Leitura. A obra do autor traz alguns títulos como “A caligrafia de Dona Sofia”; “ O capitão e a sereia”; “O ovo e o vovô”; “Seca”; “Maria mole”; “Sebastiana e Severina” entre outros. André Neves recebeu inúmeros prêmios.
Na ocasião, será emitido certificado de participação, com carga horária de 3 horas. Para se inscrever no evento basta procurar, no período de 21/09 a 02/10, das 8h às 16h, o Departamento de Educação, que fica localizado na Sala 12, do CCSA( o Goiabão - Centro de Ciências Sociais Aplicadas), da UFRN - campus central. As Vagas são limitadas. Mais informações através do tel. (0xx84)3215 3527, ou através do e-mail baseliteratura@yahoo.com.br.
