Anízio Andrade, da Massangana Multimídia Produções/Fundaj (Pernambuco) faz um convite:


A PARTIR DE 1º DE JULHO ATÉ 15 DE AGOSTO DE 2011,
INSCRIÇÕES PARA A 8ª EDIÇÃO DO CONCURSO DE ROTEIROS
RUCKER VIEIRA – DOIS PRÊMIOS DE 80 MIL REAIS.

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A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), órgão vinculado ao Ministério da Educação, vem realizando, desde 2003, através da Massangana Multimídia Produções/ Diretoria de Cultura, o Concurso de Roteiros para Documentários Rucker Vieira, com o objetivo de estimular a produção independente de audiovisual do Brasil. Em 2011, na sua 8ª Edição, o Concurso premiará, com 80 mil reais, cada um dos dois projetos vencedores. A temática será livre e as inscrições estarão abertas no período de 1º de julho a 15 de agosto deste ano. Anízio Andrade (Produção Concurso Rucker Vieira)
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EDITAL RUCKER VIEIRA 2011

Mica Rucker Vieira 2011

47º FESTIVAL NACIONAL DE FOLCLORE:
“OLÍMPIA SE VESTE COM AS CORES POTIGUARES PARA RECEBER O BRASIL” Por Wecsley Cunha

O nascedouro do Festival do Folclore de Olímpia se encontra nas pesquisas e exposições empreendidas pelo Prof. José Sant’anna e seu alunado, na década de 50.   Essas exposições, antes circunscritas ao âmbito do antigo Colégio Olímpia, onde Sant’anna lecionava, expandiram-se para outras escolas e estabelecimentos comerciais da cidade, até chegar à Praça da Matriz de São João Batista, transformando-se, desde 1965, num promissor festival.
Na atualidade a festa maior da cidade de Olímpia que em suas etapas iniciais privilegiava o folclore local e regional é reconhecida como a maior e mais importante no gênero, tanto que razão de seu prestigio atribui-se a Olímpia o já consagrado titulo “Capital do Folclore”.
A partir de 2005, 41° FEFOL, foi iniciada oficialmente homenagem a estados brasileiros que têm através de Grupos Folclóricos e Parafolclóricos participado efetivamente durante muitos anos do Festival.
Na quadragésima sétima edição, o estado homenageado será o Rio Grande do Norte e o Pastoril Dona Joaquina, de São Gonçalo do Amarante que tem, ao longo dos anos, divulgado e difundido o folclore potiguar no evento.
O diferencial potiguar nesta edição do evento dar-se-á não apenas com a participação de grupos folclóricos como foi comumente visto nas edições em que o Pará, Minas Gerais, a Paraíba e o Paraná foram tema na programação. A cidade de Olímpia está se preparando para receber através dos elementos das nossas tradições no período de 23 a 31 de julho deste ano toda a magia da terra de Cascudo. Uma forte articulação está sendo montada através da equipe organizadora do evento e a Comissão Norte-Rio-Grandense de Folclore que vem desempenhado um incansável trabalho para que esta representação ofereça ao público do festival a oportunidade de apreciar a nossa culinária, artesanato, religiosidades, grupos folclóricos, artistas populares e demais aspectos que permeiam por todo o universo da nossa cultura popular.
A delegação potiguar para o evento conta com a participação de duzentos e oitenta pessoas, dentre elas estão sete grupos folclóricos e mais trinta e cinco pessoas que realizarão além de palestras, exposições, exibições de vídeos, oficinas e demonstrações da prática do nosso artesanato. Olímpia se veste com as cores potiguares para receber o Brasil e para esta celebração, diversos aspectos estão sendo planejados para abrilhantar ainda mais o evento. Exemplo disto é a capacitação que a artesã Ked Mendes juntamente com Séphora Bezerra estarão oferecendo aos lojistas da cidade para que Olímpia absorva não apenas na estrutura do festival, mas em todos os recantos do município os elementos do nosso folclore seja protagonizados nas praças, estabelecimentos comerciais, escolas, casas e demais espaços que vivenciam esta comemoração. É uma vigorosa realização que nos levará a compreender a profundidade das nossas raízes, a observar as possibilidades materiais e intelectuais do povo brasileiro e a compreender seus valores étnicos, psicológicos e sócio-culturais.
O Folclore acrescido dos valores morais que encerra, faz o seu estudo essencial à formação do caráter do homem brasileiro.
“Olímpia, Capital do Folclore, recebe um apreciável contingente de brasileiros e de estrangeiros, aos quais cumpre dar conhecimento dos nossos traços culturais proporcionando-lhes, dentro das características que nos são próprias, o conhecimento de uma faceta da vida e da alma brasileiras”. Disse Maria Aparecida de Araujo Manzolli Coordenadora Geral do Setor do Folclore
Segundo a coordenação do evento, a preocupação na mudança do formato do evento se dá especialmente por este ano está homenageando a terra de Luis da Câmara Cascudo. O mais importante folclorista do mundo em não apenas mostrar apresentações culturais do RN não seria suficiente para que o povo de Olímpia e o público freqüentador do festival conhecer todo o legado da terra do historiador.
Nas principais mudanças que estão previstas para esta quadragésima sétima edição são:
A presença de potiguares produzindo alguns de seus pratos típicos, Artesãos executando peças no pavilhão de exposições conhecido como recinto, A famosa casa de taipa construída em diversos eventos aqui no RN pelo poeta Paulo Varela, sendo que esta casa dará início para um novo projeto na cidade que se chama Vila  Brasil composta por uma arquitetura peculiar de cada estado brasileiro, a casa potiguar será a primeira e assim a nossa marca para a cidade de Olímpia, que será a vizinha da Casa do Caipira já existente no espaço.
Dos grupos que estão confirmados para se apresentar no evento estão os Cabocolinhos e os Congos de Guerra de Ceará Mirim, Caboclos e o Rei de Congo de Major Sales, Pastoril Estrela do Mar de Maxaranguape, Boi Calemba Pintadinho e o Pastoril Dona Joaquina de São Gonçalo do Amarante. Este último recebe a homenagem junto com o Rio Grande do Norte durante o Festival.
No final da década de 60, Olímpia recebeu o título com que hoje é amplamente conhecida em todo o país: Capital do Folclore. Um reconhecimento a tudo o que tem sido feito na cidade pela preservação do folclore brasileiro.
Atualmente, o município conta com 50.025 habitantes, de acordo com o censo realizado pelo IBGE de 2010. Sua principal atividade econômica é a agricultura, em que se destaca o cultivo da laranja e da cana-de-açúcar. A indústria também alavanca a economia do município, principalmente nos setores de açúcar e álcool, suco de laranja e metalurgia.
As atividades turísticas têm forte presença no município. Dentre seus principais atrativos, os que mais atraem os visitantes são a Praça das Atividades Folclóricas, o Museu de Historia e Folclore Maria Olímpia, a Igreja Matriz de São João Batista, o Clube Thermas dos Laranjais e a Olimpiart.

PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL

Apresentação de Grupos Folclóricos e Parafolcloricos                                
Com pontos de dança em vários lugares do Recinto.

Gincana de Brinquedos Tradicionais Infantis
Ovo na colher, perna-de-pau, amarelinha, pião, papagaio / pipa, pau-de-sebo etc.      
                                       
Peregrinação Folclórica                                                                                   
Por meio da apresentação de grupos folclóricos e parafolclóricos que visitam estabelecimentos comerciais, órgãos públicos e agências bancárias, é possível expandir o Festival, levando-o a toda a comunidade.

Seminários de Estudos sobre Folclore                                                           

Campeonato de Malha, Bocha e Truco                                                         

Oficina Folclorança                                                                                         
Atividades destinadas a crianças da comunidade e aos visitantes.

Mostra de Artesanato

Oficina de Literatura

Recitação de Poemas, Versos e Contos

Exposições e Concurso de Artes

Noites típicas: Música, Dança e Culinária Típica

Oficina de Folguedos Folclóricos

Oficina de Artesanato

Desfile Apoteótico

Museu de História e Folclore Maria Olímpia
Com um rico acervo o museu promove e divulga o folclore nacional. Grupos folclóricos se apresentam no espaço do Museu interagindo com os visitantes.

Mini Festival do Folclore
Um dos eventos promovidos diariamente, o Mini Festival é apresentado por crianças das escolas
da rede pública.

Visita aos distritos
Com apresentações de danças com grupos folclóricos e parafolclóricos.

Missa de Ação de Graças
Apresentação de grupos de Violeiros Mensageiros de Cristo. Com participação de Grupos Folclóricos e Parafolclóricos.

Olimpex
Exposição filatélica cujo tema é o Folclore Brasileiro.

Rally do Folclore

Casa do Caipira
Mostra a Arquitetura folclórica regional.

SOBRE A DIMENSÃO DO EVENTO
Grupos
 88 grupos participantes

Áreas de abrangência
Artes cênicas, música, artesanato, gastronomia, seminários, patrimônio cultural (folclore) e turismo

Área de apresentação
Recinto dos Festivais do Folclore – 92.769,21 m²

Arena de apresentação
3.750 m² - 5 mil pessoas sentadas

Infra-estrutura adicional
Estacionamento para 930 automóveis, 57 ônibus,
Estacionamento VIP para 30 ônibus e 300 carros 
75 banheiros fixos.

Público estimado
200 mil pessoas (22.220/dia)

Mais informações:
Sephora Bezerra
Ked Mendes
Wecsley Cunha




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EBJC recebe inscrições! Curso de inverno para estudantes de graduação será gratuito e realizado em julho, durante a 63ª Reunião Anual da SBPC
As inscrições para o curso de extensão Escola Brasil de Jornalismo Científico (EBJC) estão abertas e vão até o dia 18 de junho. A EBJC é destinada a alunos de graduação do último ano em Jornalismo (sétimo e oitavo semestres). Será realizada em Goiânia durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade para o Progresso da Ciência (RA/SBPC), que terá como tema central: Cerrado - Água, Alimento e Energia. Os alunos selecionados terão bolsas de estudo integrais, com todas as despesas custeadas pela organização do evento.

A escola de inverno é um curso de imersão em Jornalismo Científico, intensivo (de 6 a 20 de julho), com aulas práticas e teóricas. Durante a realização da EBJC, os alunos terão contato direto com a comunidade científica brasileira e também participarão de dois seminários introdutórios sobre o Cerrado, para conhecerem mais sobre as riquezas naturais do bioma, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável. Durante a Reunião Anual da SBPC, os estudantes produzirão um blog temático e, para tanto, terão acesso às palestras e coletivas de imprensa do evento.

A coordenação pedagógica é da jornalista e pesquisadora Graça Caldas (Labjor/Unicamp). Integram o corpo docente os jornalistas e pesquisadores Wilson Bueno (Umesp) e Mariluce Moura, editora da Revista Pesquisa Fapesp e nova presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico (ABJC); Audre Alberguini, coordenadora do curso de Jornalismo do Instituto Superior de Ciências Aplicadas (ISCA) e Heloisa Dias, assessora especial da Embrapa, Brasília.

Nesta primeira edição da EBJC serão oferecidas cinco bolsas nacionais (um estudante por região brasileira) e cinco bolsas para os alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG), instituição onde será realizada a 63ª RA/SBPC. "A EBJC tem como objetivos atrair para a divulgação científica os melhores estudantes de Jornalismo e fomentar o debate sobre Ciência e Educação em todo o Brasil", explica Adriana Lima, diretora de Projetos da Cohen Comunicação, empresa especializada na organização de eventos científicos e idealizadora da EBJC.

Para sua realização, a Escola tem o apoio institucional da SBPC, da ABJC, do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP), do Instituto Sangari e da empresa Qualis A Sites e Editoração. Novas edições da Escola serão realizadas, anualmente, sempre paralelamente às reuniões da SBPC.

Segundo Ana Ferreira, diretora de Eventos da Cohen, para se inscrever é necessário que o estudante envie currículo, histórico escolar, carta de recomendação, um breve texto sobre "Cerrado" (15 a 20 linhas), e pague uma taxa de R$ 30,00. As inscrições e informações complementares estão no site 
www.ebjc.com.br.



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Fonte: DP

Filósofo norte-americano diz que o Brasil pode ser um bom oponente contra os EUA
Publicado no site do Diário de Pernambuco e assinado por Paulo Carvalho / 31/05/2011 | 12h18 | Pensamento
A conferência A estética da singularidade, ministrada na noite de segunda-feira na Fundação Joaquim Nabuco, parece ter sido apenas um bom pretexto para a visita ilustre do filósofo norte-americano Fredric Jameson, 77 anos. Dono de inquietações que cobrem diversos campos do pensamento (da crítica literária à gastronomia), o marxista se inteirou da vida cultural da cidade, assim como de seus principais atrativos culinários - durante o final de semana hospedado em Pernambuco, não passou imune à buchada de bode do Entre Amigos, ao tradicionalismo do Leite, nem às morangas do Oficina do Sabor 


O teórico falou com exclusividade ao Diario de Pernambuco. As perguntas que seguem foram elaboradas por um time de especialistas e leitores eminentes composto pelo professor do Programa de Pós-graduação em Letras da UFPE, Anco Márcio Tenório Vieira; a professora do Bacharelado em Cinema e do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFPE, Angela Prysthon; e pelo pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco e curador da 29ª Bienal de São Paulo, Moacir dos Anjos. 



Entrevista >> Fredric Jameson



“Há algo realmente especial acontecendo no Brasil”



A.M.T.V. - O senhor defende que a literatura produzida nos países periféricos, em particular os países que se libertaram do jugo colonial na segunda metade do século passado, projetam em suas obras uma dimensão política na forma de alegoria nacional, de modo que o destino individual e o destino privado dos personagens se reduzem a uma situação de luta da cultura e da sociedade públicas nesses países. Sua afirmativa significa dizer que as literaturas periféricas em nada contribuíram para as linguagens  cultivadas no mundo ocidental?



O ensaio sobre a noção de alegoria é muitas vezes mal interpretado e necessita de alguma explicação. Ele foi escrito nos anos 1980, quando eu estava na China, e percebi que, fora dos Estados Unidos, as pessoas falavam em acordo sobre as situações nacionais. Os leitores tomaram isso como uma prerrogativa dos países de terceiro mundo. Na verdade, deveria ser uma lição para os norte-americanos sobre outros países. O ponto é que a alegoria, quando emerge em um grupo, é personificada no destino de cada indivíduo. 
Mas individualismo é crescente e sujeitos tendem ao não pertencimento a grupos. Penso que esse tipo de individualismo toma lugar quando os países se tornam ricos e mais ricos. O que queria dizer é que nas sociedades mais coesas, as histórias que as pessoas contam tendem a ser histórias do grupo, relacionados à fé do grupo. Ao passo que na América e, isso é verdade agora, as pessoas têm problemas no uso do termo “nação”. A literatura que eu menciono é a chinesa de 1920 e do Senegal dos anos 1940-1950, áreas em que a nação é a coletividade, ou o sentido de nação é informação. Ou digamos: o coletivo estava se movendo em direção a algo que podemos chamar nacional. 



A.P. - Há 25 anos seu texto sobre a literatura do terceiro mundo deu origem a polêmicas com acadêmicos de diversos países, sobretudo no que se refere às alegorias nacionais. Como você vê agora o debate depois de tanto tempo, tendo em vista principalmente o cinema contemporâneo? É possível retomá-lo? De que modos?



É um pouco mais complicado para o cinema porque é um pouco mais óbvio que você tem um tipo de pessoa sendo representada na tela, e uma outra classe de pessoa assistindo. Mas certamente, em muitos países, há um cinema nacional que afirma este fenômeno alegórico.  



Hollywood é um cinema nacional? É muito difícil de dizer. Talvez haja certos tipos de gêneros, os westerns, por exemplo, que se encaixariam em certo “ninho” americano, mais do que na identidade americana. Diria que no cinema, de um maneira geral, no antigo cinema, explorava-se mais o destino ou miséria da nação. Em ambos os casos, o que os países expressam não é apenas o seu sucesso, mas especialmente os seus fracassos: suas falsidades, suas fraquezas. 
Sobre o cinema de hoje é muito difícil fazer esse tipo assertiva porque os grupos não são mais tão bem definidos. 
M.A. - O fato de vivermos, como o sr. afirma, em tempos “inclassificáveis” pode nos desnortear, pois coloca em suspensão conceitos e convenções. Além de nos acuar, o “inclassificável” também não nos confere um maior poder de invenção?



Não estou certo do que denomina de tempos inclassificáveis, mas obviamente tempos de instabilidade podem ser mais produtivos e criativos do que os tempos de conforto e tranquilidade. Por outro lado, parece-me que na arte que se praticava há algum tempo artistas sabiam aonde estavam indo, ou aonde queriam chegar. Não sei se hoje em dia possuem essa direção. Os acontecimentos nos Países Árabes têm um visão clara do que deve ser mudado e do que deve permanecer. Uma revolução traz muitas coisas dentro de si, mas aponta sempre para uma direção. Em outros países, acho que há uma grande confusão e uma falta de orientação. Uma confusão que não é unicamente política, mas algo que fala da ausência do próprio modernismo. Os artistas estão tentando encontrar alguns tipos de solução e, na verdade, o que dita o movimento da arte de hoje são museus, as galerias de arte, a crítica, em um processo sem muita direção. 



P.C. - Por que viajar ao Brasil? Imagino que o senhor receba esse tipo de convite em todos os lugares do mundo. Julga que há algo de especial acontecendo aqui? Pensa que podemos construir um modelo de cultura em oposição ao modelo norte-americano?



Sim, acho que há algo realmente especial acontecendo aqui e foi um dos poucos países que não sofreram com a última crise econômica. Penso que a experiência de vocês com Lula foi bastante interessante e bem-sucedida. É uma realidade que não acontece em boa parte do mundo. Estou interessado no que as pessoas estão pensando por aqui, que tipo de arte elas estão produzindo, que tipos de livro estão escrevendo. É muito excitante estar aqui agora. Estive aqui há uns 10 ou 15 anos e a mudança é muito clara. A oposição seria muito saudável para nós. Não é bom para os Estado Unidos serem o país mais poderoso sem nenhum tipo de oposição no mundo. Os europeus e os japoneses não nos fazem oposição nenhuma. Os soviéticos já fizeram, e foi muito bom para eles e para nós. Agora nós precisamos ser corrigidos, encontrar resistência. Esse tipo de poder necessita barreira, um contrapeso. Talvez o Brasil, a Índia e a China consigam fazê-lo, mas precisamos ver.

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