Redes Sociais e as Eleições 2010

Posted by recunha outubro 30, 2010 0 comments

Fonte Terra
O papel das redes sociais nas eleições de 2010 será um dos assuntos abordados na 4ª edição do MediaOn, que acontecerá entre os dias 9 e 11 de novembro, no Itaú Cultural, em São Paulo. No painel “Eleições 2010 e a internet – Um balanço dos resultados” estarão reunidos os coordenadores de internet dos principais candidatos à Presidência da República para mostrar estratégias e resultados da primeira eleição sob o efeito “intenso” das redes sociais. O painel sobre as eleições será realizado no dia 10, das 11h30 às 13h. O debate contará com os jornalistas brasileiros Marcelo Branco, que fala sobre a campanha da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Roussef; Caio Túlio Costa, que abordará a campanha de Marina Silva, do PV; e Sonia Francine Gaspar Marmo, a Soninha, da campanha do candidato do PSDB, José Serra. A mediação ficará por conta de Heródoto Barbeiro, da CBNTV Cultura. 


Leia notícia no Terra.

#queremosumjornal

Posted by recunha outubro 28, 2010 0 comments

Emanoel Barreto em artigo publicado pelo Observatório da Imprensa do dia 26 deste mês, fala sobre a formação do jornalista. O título da reportagem é #Queremos um Jornal e foi cunhado pelos alunos de Comunicação Social da UFRN.

"O ensino do jornalismo no Brasil ressente-se de algo essencial à formação dos novos profissionais: laboratórios de jornalismo impresso.
Quando existem, conseguem publicar a duras penas jornais aperiódicos que mais resultam da competência, dedicação e criatividade de professores, alunos e alunas, que da existência de instalações que venham efetivamente a contribuir para tal fim. Trata-se de incoerência histórica grave, uma vez que não se pode formar o profissional pleno a partir unicamente de aulas expositivas e da produção ocasional de jornais-laboratório. Isso, além de desalentador, pois passa a ideia de improviso e até amadorismo e contribui para a manutenção da cultura de que "jornalismo é fácil" e "qualquer um pode fazer". Conduz também a supor que somente nas empresas os jovens profissionais serão qualificados. Lamentavelmente isso termina por aparentemente ser verdade, pois os efeitos fenomênicos de tais práticas parecem confirmar tal quadro. Isso desabona os cursos, especialmente os públicos, em favor da iniciativa privada, encastelada na imprensa do cotidiano. E serve também de respaldo ao discurso que afirma a preponderância, a hegemonia e a competência do privado sobre o público. Pensando em sentido contrário, um grupo de estudantes de jornalismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte resolveu pôr em prática a campanha "Queremos um jornal!", cobrando da instituição que assuma seu papel histórico de levar adiante a formação de profissionais capacitados humanística e tecnicamente, reunindo-se à prática atitude de práxis, sentido de inserção do ator jornalista na sociedade civil, resgate da autoestima e fortalecimento da categoria." Para ler a notícia na íntegra clique aqui.


Elizabeth Bastos Duarte e
Maria Lília Dias de Castro
convidam para o lançamento dos livros:

Convergências Midiáticas: produção ficcional – RBS TV

Compreender a televisão (François Jost)

   que fazem parte da Coleção Estudos sobre o audiovisual,
e que serão lançados na Feira do Livro de Porto Alegre, no dia 13 de novembro de 2010, a partir das oito e meia da noite, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

LimeWire: a batalha digital

Posted by recunha outubro 27, 2010 0 comments

Fonte: ASIABIZZ
O Tribunal Federal do Estados Unidos fechou LimeWire - serviço de compartilhamento de arquivos. A decisão significa uma grande vitória para a indústria da música e do cinema, já que o LimeWire, era um dos maiores serviços de compartilhamento/downloads de arquivos P2P. Os usuários faziam downloads ilimitados de música, filmes e outros conteúdos - sem pagar nada - e segundo o tribunal ilegalmente. Na declaração emitida pelo tribunal consta "a busca, download, upload, troca de arquivos e/ou a funcionalidade de distribuição de arquivos e/ou todas as outras funcionalidades, devem parar, a partir de agora". Isso significa que o software LimeWire não deve rodar mais nos computadores dos usuários.
A batalha jurídica entre a RIAA (Recording Industry Association of America) e LimeWire existe desde 2006. A associação afirma que 93% do material disponível no LimeWire viola os direitos autorais. Os donos do LimeWire, o Lime Group devem receber a comunicação oficial do Tribunal em breve. Entretanto, especialistas garantem que o LimeWire vai continuar,  desta vez de maneira legal. 

Fonte: PUC 
Transformações contemporâneas no jornalismo: a era digital e as diretrizes curriculares específicas” é o tema do ciclo de palestras que acontece no dia 29/10/10 (sexta), a partir das 13 horas, no auditório K102, na PUC-RIO. O evento, organizado pelos professores Leonel Aguiar e Leise Taveira, é uma promoção do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio em parceria com o Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo, a Federação Nacional dos Jornalistas e a Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação. As palestras serão transmitidas pelo Portal PUC-Rio Digital. A primeira palestra – “O futuro do papel: caminhos para o jornalismo impresso nos meios digitais” – será da jornalista Adriana Barsotti, que esteve visitando, recentemente, diversas empresas jornalísticas nos Estados Unidos. Mestranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação/PUC-Rio, ela discutirá como essas empresas estão lidando com a relação entre mídia impressa e digital. A segunda palestra do ciclo terá como tema as novas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Jornalismo. Com mediação da professora Leise Taveira, diretores de três entidades debaterão o assunto: Leonel Aguiar, do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ), Carmen Pereira, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), e Thiago Santos, da Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação (Enecos). No último dia 8/10, o Conselho Nacional de Educação realizou audiência pública para discutir as Diretrizes Curriculares em Jornalismo. As Diretrizes Curriculares começaram a ser discutidas em abril de 1999, no Seminário Nacional de Diretrizes Curriculares do Ensino de Jornalismo, organizado pelo Curso de Jornalismo da PUC-Campinas, com a presença de diversas entidades, dentre as quais, Compós, Enecos, Fenaj, FNPJ e Intercom. 
 

NewsCamp: quantos dias você quer?

Posted by recunha outubro 26, 2010 0 comments


Fonte: NewsCamp
São mais de 30 inscritos no NewsCamp 2010, que acontece no Fórum de Cultura Digital, somente no primeiro dia de divulgação e uma avalanche de temas e sugestões para nossa rede invadir a teia cultural entre os dias 15 e 17 de novembro. Mas até agora poucos se pronunciaram sobre a quantidade dias e as datas mais acessíveis para reunirmos o maior número de newscampuseiros. Qual é sua opinião: um, dois ou três dias de NewsCamp 2010? Como tema do Fórum deste ano é a rede das redes haverá muitas atividades rolando ao mesmo tempo. E dentro desta grande festa, confesso que minha opinião é Menos é mais. Ou seja, quanto menos dias, maior a concentração de pessoas juntas ao mesmo tempo e agora. Mas, menos pode ser dois dias já que segundona é feriado, e muita gente estará na estrada. Que tal os dias 15 e 16 de novembro? Cerca de três horas por dia? Essa é minha sugestão. E a sua, qual é? Participe, dê sua opinião aqui via comentários ou via email. Nós temos até amanhã para levar a formatação do NewsCamp à organização do Fórum de Cultura Digital, que além da nossa rede incorporará diversas outras. Confira as demais redes lá no blog do Fórum. Ah! Não se esqueça que começa hoje o Esquenta no site Jornalismo Digital. Você também pode fazer seu post sobre as impressões que tem sobre conceito, desafios e vantagens do jornalismo colaborativo – o principal tema do NewsCamp2010 – ou sugerir um Esquenta entre blogs, enquanto a conversa no fórum não chega.

Fonte: CCD 
"Nasceu, em junho de 2009, de utopias reunidas, a Casa de Cultura Digital. Éramos quase trinta – agora somos quase quarenta – a ocupar um castelo e uma casinha no Parque Savoia, “vila dos sonhos“, na Santa Cecília, em São Paulo. Ainda estamos discutindo quem somos e talvez este processo nunca termine. Mas já comemoramos realizações em que muitos de nós trabalhamos juntos, recebemos parceiros com objetivos comuns, partilhamos tristezas, e nos deliciamos com a convivência (quase) sempre harmoniosa de gente diferente e interessante. No meio do caminho, em meados de outubro, apareceu outra casa pra alugar na vila. Ao lado do castelinho, com porta pra rua, aluguel acessível. O coletivo se reuniu, na manhã de 19 de outubro, pra avaliar a possibilidade de ocupação. “Cada um falou um pouco, quase todos convictos de que alugar a Casa 2 pode ser uma oportunidade interessante para a consolidação da Casa da Cultura Digital ao se criar a Escola de Cultura Digital”, registrou a Lia, no relato de reunião compartilhado em nossa lista de e-mails. Desde então, a palavra “escola” apareceu 197 vezes na lista, realizamos quatro reuniões presenciais e trocamos muito nos corredores. E de um jeito meio atropelado – já que em dezembro pagamos o aluguel da terceira casa :)este blog e uma página wiki pra construir e registrar o caminho. – vamos planejando e concretizando nossa escola. Na práxis de agir e (re)descobrir teorias. De maneira coletiva e colaborativa.

FestNatal 2010

Posted by recunha outubro 25, 2010 0 comments

O crescimento da área de comunicação no país, especialmente a partir da década de 70 do século passado, desencadeou conteúdos e definições muitas vezes impróprios, que se tornaram clichês ainda operantes no cotidiano acadêmico. O Dicionário da Comunicação, lançamento da PAULUS, emerge da necessidade urgente de “uma ordenação, uma estruturação, um código próprio que busque rever os conceitos da área, aperfeiçoá-los e expurgar aquilo que é indevido, incorreto, transposição mal resolvida, solução de primeira hora”, explica o autor.

Organizado por Ciro Marcondes Filho e com a colaboração de 60 especialistas brasileiros, o Dicionário da Comunicação, da PAULUS, busca ratificar a função reguladora e ordenadora de um dicionário, com propostas que tem por objetivo revisar expressões indevidas que norteiam essa ciência. Por exemplo, no que se refere à terminologia, houve a conversão de todas as frases e expressões que continham a palavra “mídia” e seus derivados para o termo original media, corrigindo assim a ambiguidade linguística.


O dicionário é composto de verbetes de conceitos da comunicação, que apresentam, além das etimologias e das aplicações em outras áreas, a referência de temas próximos, opostos e correlacionados. A obra dispõe também de verbetes de pensadores que incluem o nome da obra relacionada e o ano de sua publicação para eventuais consultas específicas.


De máxima relevância ao espectro da comunicação em todas as suas formas, meios e instâncias, o Dicionário da Comunicação visa suprir as carências conceituais da comunicação stricto sensu, como o vocabulário, a construção de categorias, o desenvolvimento de um saber próprio, eminentemente comunicacional, que, segundo a obra, ficou em segundo plano. “A isso se soma o fato da área de comunicação neste país ter criado uma demanda muito grande de profissionais de ensino e de pesquisa para ocupar postos na universidade, profissionais esses que não estavam em condições de atender adequadamente essa exigência, pois não haviam sido formados especificamente no estudo dos fenômenos comunicacionais”, analisa o organizador.
O Dicionário da Comunicação, da PAULUS, auxilia a comunicação a constituir-se como um campo próprio, um saber específico, sem dispensar as trocas com as demais áreas humanas, pois, como relata Ciro Marcondes, “há ainda muito que se depurar em construção desse saber”. Para isso, a obra enriquece e complementa o estudo da comunicação, fortalece o ensino acadêmico e direciona essa ciência para um novo tempo. Ciro Marcondes Filho é jornalista, sociólogo e tradutor. Doutor pela Universidade de Frankfurt e pós-doutor pela Universidade de Grenoble. Professor titular da ECA-USP. Coordenador do Núcleo de Estudos Filosóficos da Comunicação (FiloCom).

Fonte: Ziraldo
Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932, em Caratinga, Minas Gerais. Começou sua carreira nos anos 50 em jornais e revistas de expressão, como Jornal do Brasil, O Cruzeiro, Folha de Minas, etc. Além de pintor, é cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista e escritor. Em 1969 Ziraldo publicou o seu primeiro livro infantil, FLICTS, que conquistou fãs em todo o mundo. A partir de 1979 concentrou-se na produção de livros para crianças, e em 1980 lançou O Menino Maluquinho, um dos maiores fenômenos editoriais no Brasil de todos os tempos. O livro já foi adaptado com grande sucesso para teatro, quadrinhos, ópera infantil, videogame, Internet e cinema. Uma seqüência do filme deve ser lançada em breve!
 
 



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