Brasil do Futuro Doodle 4 Google

Posted by recunha fevereiro 16, 2011 0 comments

Fonte: Google
  • …Toda criança terá uma escola
  • …Vamos plantar mais árvores que prédios
  • …Os políticos serão super-heróis
Você já reparou que em diversos eventos o Google costuma brincar com o seu logo? Chamamos esse logo especial de "Doodle". O Google então decidiu abrir esta brincadeira para estudantes de 6 a 15 anos e permitir que seus desenhos apareçam no lugar do logo.
Recebemos muitos desenhos interessantes e criativos durante o concurso e escolhemos 36 destes como semifinalistas da competição. Pedimos ao público para votar no Doodle favorito em cada categoria e assim foram escolhidos os 3 finalistas. Nosso Jurados escolheram então o vencedor nacional do concurso.
Parabéns a Maria Luiza Carneiro de Faria, vencedora do concurso e aos finalistas Larissa Fernandes de Souza e Rafael Okino dos Santos por seu destaque na competição. O Doodle vencedor será exibido no dia 16 de Fevereiro de 2011 na página inicial do Google Brasil.
Conheça abaixo o Doodle vencedor e os 2 finalistas do concurso Doodle4Google:

Vencedora

Maria Luiza Carneiro de FariaColégio Santo Inácio

Finalistas

Larissa Fernandes de SouzaFundação Bradesco
Rafael Okino dos SantosE.E. Plínio Negrão

Fonte: TJWalker

The Art of Answering Media Questions


art of the sound biteAnswering questions from a reporter is NOT like answering questions from a friend, colleague, boss, employee, investor or family member. It is NOT like a real conversation (live TV and radio interviews are slightly more like live conversations, but not exactly the same.) In a real conversation, you have context, you understand the context, and usually your audience understands the context. If you are explaining something to an employee, you can reference sometime you said 5 minutes earlier. If you are answering a question from your boss and he stops to take a cell phone call when you are in the middle of a sentence, you understand that you need to stop talking because anything you say while he is talking on the phone won’t be heard and it won’t have an impact.
If you are giving a speech, you can see that if most of the audience is paying attention, you can build one idea on another, referencing something you said earlier, to put a spotlight on a complex idea. You don’t have that luxury when you are talking to the media.
In a real life conversation, if your son says to you, “You are the worst mom in the whole world because you won’t let me play with firecrackers the way my all my friends get to.” it may be fine to preface your response to your son with “Son, I understand that you think I am the worst mom in the whole world for not letting you play with firecrackers, but.”
However, what is good conversational skills in the real world can DESTROY you in the media world.
Many people who are great speakers and one-on-one communicators never make the adjustment to being good media communicators because they don’t understand this one key concept: YOU DON’T CONTROL THE CONTEXT FOR A CONVERSATION WITH THE MEDIA. Because you can’t control the context, unlike every other conversation you have in your life, it fundamentally alters how you must talk and answer questions. Unlike every other conversation in life, in a media conversation, every single idea you utter must be judged on its own, not within the context of what you said before or after it.
Why is this?
Because you aren’t actually having a conversation with the reporter. You are having a conversation with the readers, viewers or listeners of that reporter and you don’t know which of your ideas are going to make the final cut. Consequently, you must take a radically more disciplined approach to how you answer questions in a media interview.

 Fonte: Pós Jornalismo UFSC

Revista Estudos em Jornalismo e Mídia
Publicada desde 2004, a revista Estudos em Jornalismo e Mídia tem como objetivo se constituir como um lugar de convergência na tarefa da compreensão técnica, teórica, metodológica e epistemológica do campo jornalístico. Interessa à publicação desde as investigações de especificidades, como formatos, gêneros, linguagens, tecnologias, rotinas produtivas e organizacionais, até as que tratam de pressupostos e dimensões conceituais do jornalismo, entendido como processo histórico e político, exercício ético e estético, mediação cultural, discurso e forma de conhecimento.


Vol.7, Nº1

Apresentação

Paisagens inovadoras no jornalismoPDF
Rogério Christofoletti

Núcleo Temático

Uma proposta de incorporação dos estudos sobre inovação nas pesquisas em jornalismoPDF
Carlos Eduardo Franciscato
Telejornalismo: em busca de um novo paradigmaPDF
Carlos Alberto Moreira Tourinho
O potencial das ferramentas multimídia em ambiente de convergência: um estudo de caso do site da Rádio BandNews FMPDF
Debora Cristina Lopez, Marcelo Freire
Rastros do Blog Fatos e Dados nas redes sociaisPDF
Andressa Pacheco Moschetta,
Jornal Impresso.com - O desafio da participação on-line no fazer jornalístico em tempos de convergênciaPDF
Adriana Santiago Araujo
What are you doing? Uma reflexão sobre o twitterPDF
Aglair Bernardo, Filipe Speck
Infografia jornalística: substituta progressiva do fotojornalismo?PDF
Ricardo Jorge de Lucena Lucas
Processualidades da Pesquisa Empírica no Portal ClicRBS e as Experiências em Jornalismo 3GPDF
Grace Kelly Bender Azambuja
Discursos sobre leitura e interatividade em reformas gráfico-editoriais de jornais impressos em tempos de tecnologias digitaisPDF
Ana Elisa Ferreira Ribeiro

Temas Livres

Jornalismo e imagem de si: o discurso institucional das revistas semanaisPDF
Marcia Benetti, Sean Hagen
Sentidos e sujeitos em cena na notícia em TV: a incorporação da análise de discurso nos estudos de telejornalismoPDF
Iluska Maria da Silva Coutinho, Jhonatan Alves Pereira Mata
A Morte no Jornal NacionalPDF
Michele Negrini
O papel do jornalismo nas controvérsiasPDF
Liriam Sponholz
Como os acontecimentos se tornam notícia: uma revisão do conceito de noticiabilidade a partir das contribuições discursivasPDF
Marcos Paulo da Silva
A produção de sentidos na construção do imaginário através da experiência estética do rádioPDF
Adriano Lopes Gomes, Daniel Dantas
Pesquisa em Jornalismo: produção e uso de informação nos artigos apresentados em congressosPDF
Anelise Rublescki

Resenhas

Gêneros jornalísticos e o desafio da classificaçãoPDF
Frederico de Mello Brandão Tavares
Na contramão de uma morte anunciadaPDF
Alexandre Lenzi

O número 10 da INTERIN inaugura uma nova fase da revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP).

Artigos

EL USO DE FUENTES Y ENTREVISTAS EN LA HISTORIA DE LOS MEDIOS: EL CASO DE LA TELEVISIÓN ARGENTINAPDF
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EL OBJETO DE ESTUDIO. BÚSQUEDA ENTRE LA HISTORIA Y EL PERIODISMOPDF
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HISTORIA DEL PRESENTE: MEDIOS Y DERECHOS DE COMUNICACIÓN EN LA ESCENA ARGENTINAPDF
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PRÁTICA FOTOGRÁFICA E A EXPERIÊNCIA HISTÓRICA – UM BALANÇO DE TENDÊNCIAS E POSIÇÕES EM DEBATE.PDF
Ana Maria Mauad
Apropriações da História e Semantização do Acontecimento Jornalístico: a origem e os pontos fortes da narrativaPDF
Eliza Bachega Casadei
Teoria e História do Jornalismo: confluências e divergências das teorias do jornalismo e da históriaPDF
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INTERNET, MOTEURS DE RECHERCHE ET MISE EN PLACE D’UNE BIBLIOTHEQUE NUMERIQUE UNIVERSELLE : MYTHES ET REALITESPDF
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Censura e imprensa: o “déficit” de autonomia interpretativa do jornalista (1964-1978)PDF
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Jornalismo Transmidiático ou Multimídia?PDF
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História, imprensa e políticaPDF
Richard Romancini




Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens Universidade Tuiuti do Paraná

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