NYTimes retira foto do ar

Posted by recunha julho 10, 2009 0 comments


O jornal americano NY Times publicou hoje um editorial em que pedia desculpas aos leitores pelo ensaio fotográfico ‘Ruínas da Segunda Época Dourada’ sobre os grandes projetos habitacionais americanos que estão parados em virtude do desmoronamento do mercado imobiliário nos Estados Unidos.
As fotos feitas pelo premiado fotográfo português Edgar Martins, haviam sido manipuladas digitalmente.

A farsa foi descoberta por um leitor e publicada no blog Metafilter. O fotográfo confessou que alterou o conteúdo das imagens, pois havia entendido que seu trabalho era para ser
conceitual e não factual. Segundo o jornal português, Público Edgar Martins admitiu ter recorrido a um técnico de Photoshop para transmitir intencionalmente a ideia de um mundo paralelo – daí a imagem espelhada que foi detectada. E que isso, para ele, não é manipulação: “Não foi uma alteração para servir a estética. É uma mensagem que eu quero passar da dualidade entre a aspiração e o excesso, a ruína e a decadência”. A verdade é que os leitores não gostaram nem um pouco de saber que as imagens publicadas na revista e no site não eram verdadeiras e questionaram a validade da informação transmitida. E você, o que acha?





livre

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4ª EDIÇÃO
Inscrições até 15 de julho de 2009!
Acesse: www.informacao.andi.org.br

Um dos períodos de maior desafio para os estudantes de graduação é aquele em que devem construir seus Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). As monografias finais constituem-se em um importante elemento na formação profissional e intelectual.

Entendendo a relevância dessa etapa, a ANDI (Agência de Notícias dos Direitos da Infância), por meio do Programa InFormação, e o Instituto Alana, através do Projeto Criança e Consumo, oferecem bolsas a alunos que pretendam elaborar seus TCC focados na relação entre Criança, Consumo e Mídia. Realizado desde 2007, o programa de bolsas seleciona trabalhos relacionados à Comunicação e à agenda social brasileira.
AS BOLSAS
Serão concedidas 07 (sete) bolsas de R$ 350,00/mensais (trezentos e cinquenta reais por mês), durante 6 (seis) meses, para os(as) estudantes universitários(as) que se comprometerem a realizar seus TCC com foco na:
i. Interface geral entre “Criança, Consumo e Mídia” (3 bolsas);
ii. Temática especial “Educomunicação e Consumo” (2 bolsas), sobre como as escolas podem preparar ou já preparam as novas gerações para a relação com os meios de comunicação – especialmente no que diz respeito aos estímulos direcionados ao consumo;
iii. Temática especial “Representações da Infância na Mídia” (2 bolsas), destinada aos estudos sobre as formas como a mídia, em suas diversas linguagens (jornalismo, a publicidade ou o entretenimento), vê e apresenta este grupo social.

QUEM PODE PARTICIPAR
Podem concorrer às bolsas estudantes de graduação de quaisquer Instituições de Ensino Superior brasileiras [o Programa não está restrito a estudantes de Jornalismo ou Comunicação].

PROJETOS
Para concorrer a uma das bolsas ofertadas, o candidato deve preparar, com o auxílio de um professor orientador, um projeto de TCC de acordo com os parâmetros definidos no Edital (acesse o Edital aqui). Serão escolhidos trabalhos que venham a ser produzidos e defendidos até 31/01/2010.

INSCRIÇÕES
As inscrições para o Programa de Bolsas para TCC ocorrerão de 15/05 a 15/07 de 2009. É necessário realizar uma pré-inscrição online, no sítio do Programa InFormação (www.informacao.andi.org.br). Posteriormente, deve-se enviar à Coordenação de Relações Acadêmicas da ANDI, até o dia 20/07 de 2009 (valendo a data de postagem), o projeto conforme as regras definidas no Edital do concurso.

RESULTADOS
Os contemplados serão conhecidos até o dia 15/08 de 2009, podendo ser antecipado o resultado;

DIVULGAÇÃO
Nesta edição do programa, os(as) bolsistas e orientadores(as) também irão produzir artigos acadêmicos que permitirão divulgação mais ampla dos conhecimentos produzidos. Os textos serão disponibilizados para download e poderão integrar coletâneas como a recém lançada "Infância e consumo: estudos no campo da comunicação" (baixe aqui).

CONHEÇA O EDITAL
Acesse o Edital de Premiação completo na página eletrônica do Programa InFormação, na seção “Bolsas para Trabalhos de Conclusão de Curso”, ou clique aqui.

PARTICIPE!

Fonte: INTERNETHOS Wilson Bueno

Tenho percebido que o Instituto Ethos tem adotado um discurso mais contundente em relação à postura de muitas empresas que reduzem a questão da responsabilidade social a um esforço mercadológico de curto prazo, ações meramente pontuais. Essa foi a tônica da entrevista do Itacarambi e do Ricardo Young na última edição do suplemento Razão Social, de O Globo. Já havia lido algo equivalente em reportagem sobre o Ethos no Valor Econômico. Acredito que é preciso também adotar esta perspectiva crítica em relação à mídia porque ela se julga no direito de julgar governos e empresas mas não tem feito bem a lição de casa. Tem se servido da pauta da responsabilidade social e da sustentabilidade para estabelecer parcerias lucrativas, muitas vezes espúrias, com empresas e setores empresariais reconhecidamente predadores. O vínculo entre o poder político e econômico é patente nas empresas jornalísticas, sobretudo no que diz respeito às concessões de emissoras de rádio e TV. Além disso, as condições de trabalho em boa parte das empresas jornalísticas estão longe do ideal, pratica-se o denuncismo irresponsável em detrimento da privacidade de cidadãos e há, sabidamente, o monopólio de grupos de comunicação que apenas estão interessados em preservar os seus privilégios. O deslocamento, por exemplo, de determinados programas (esportivos) para a TV fechada exclui os menos favorecidos, criando um processo de exclusão comunicacional. Na prática, a imprensa (há exceções, evidentemente) contribui para distorcer os conceitos em função de objetivos meramente comerciais (favorecer anunciantes). Afinal de contas, qual a verdadeira face da mídia: Criança Esperança ou Big Brother? Para ver o artigo na íntegra clique aqui.

Revolução da Cultura Digital

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Nas "abobrinhas de Nelson Pretto", encontramos este artigo sobre cultura que bem reflete as transformações sociais do pós-mídias digitais.
Fonte: http://nelsonpretto.livejournal.com/

Os religiosos mais conservadores podem ficar meio desesperados mas muita coisa está mudando por conta do digital, inclusive nas igrejas. Na Inglaterra, a tradicional Catedral de Saint Paul, contratou nada mais nada menos do que um dos pais da chamada vídeo arte, Bill Viola, para produzir uma série de vídeos com o tema Maria e os Mártires. Esses vídeos serão apresentados em enormes tvs de plasma em duas proeminentes posições ao lado do famoso altar principal, para ser visto desde a entrada de cada uma das alas. Seguramente, esse deve ser um investimento altissimo, mas a apropriação dessas tecnologias, com o barateamento dos equipamentos digitais, tem possibilitado um outro movimento muito mais importante. E isso não é de hoje.
Quando em 2003 a espaçonave Columbia explodiu ao retornar do espaço, a NASA pode melhor analisar o fato, por conta dos mais de 12 mil vídeos e imagens coletados de amadores. O Observatório Nacional Virtual, financiado pelo governo americano, coleta e publica, de forma aberta, imagens de astrônomos amadores de todo o mundo, de forma a se constituir em um enorme painel do universo, possibilitando pesquisadores, professores e amadores adentrarem no universo dos astros diretamente de seus computadores pessoais.
A arte digital, a pesquisa em rede, a publicação online de textos e resultados de pesquisas acadêmicas, a apropriação da rede por produtores de músicas e vídeos, são exemplos de um movimento mundial em torno da liberdade de circulação dos conhecimentos produzidos pela humanidade.
No campo científico, tem crescido, felizmente de forma vertiginosa, a publicação de revistas acadêmicas no modelo de publicação aberta, com acesso livre para todos, diferente do sistema atual, através do qual editoras cobram fortunas para que o autor possa publicar seus resultados (na maioria das vezes financiados com dinheiro público!) e cobram também outra fortuna para que o leitor possa ter acesso aos artigos. Na Bahia, ainda andamos muito devagar, mas estamos caminhando. A título de exemplo, na UFBA temos nove revistas com a política de acesso aberto e mais sete estão em implantação.
Tenho insistido, lamentavelmente sem muito sucesso, que o governo do Estado promova uma ação mais enérgica e estratégica nessa área. Só falando em termos de campi de universidades públicas, temos ao redor de 30 espalhados pelo interior da Bahia e capital. Imaginem se articulássemos todas as suas bibliotecas, junto com as municipais e estaduais, integrando acervos, sistemas de empréstimos e trocas, revistas on-line, sistemas informatizados compatíveis uns com os outros, tudo livre e acessível para todo cidadão em seu próprio município?
Não tenho dúvida, seria uma verdadeira revolução em nosso Estado. Uma revolução através da cultura digital, que já tem na política de Pontos de Cultura um forte aliado. Neles, esta se formando uma geração que será capaz de atuar de forma livre na busca de soluções criativas (e espero que também livres!) para os grandes desafios que temos pela frente. Essa turma, em torno dessa bem sucedida política pública do MinC, promove a chamada inclusão digital, produz vídeos, sons, rádios web, parafernálias eletrônicas e digitais que ampliam a cidadania. Promovem a produção de música, como a Eletrocoperativa e o Pragnotecno, que já articula-se com todo o Norte e Nordeste brasileiro.
Movimentos como esses estão acontecendo em todos os cantos do planeta. Um outro exemplo de apropriação da cultura digital vem mexendo com o cotidiano dos índios bolivianos. Lá, com apoio do governo do presidente-índio Evo Moralles, eles estão ocupando a televisão, transformando a música, resgatando suas culturas e, aí o importante, re-mixando tudo. Na televisão pública, as comunidades indígenas estão tendo mais espaço e, desse modo, resgatam a sua língua. Na música, dialogam com outros tipos e se apropriam das redes sociais. No Facebook (equivalente ao Orkut), Abraham Bojórquezo, líder do grupo hip-hop Ukamau y Ke, divulga o seu trabalho, estabelecendo novas conexões. Em recente matéria de página inteira no jornal inglês The Guardian, ele afirmou que o "hip-hop
é um gênero revolucionário, então, porque não adaptá-lo para dizermos o que queremos? Os povos arborigenas sobreviveram a anos de opressão e tortura. Estamos recuperando nossa identidade com o hip-hop. E o povo nos ouve!".
Será que, escrevendo aqui em A Tarde, alguém nos ouvirá? Quem sabe?

por Nelson Pretto - professor da Faculdade de Educação da UFBA e visitante da Universidade Trent de Nottingham - www.pretto.info

Jovens potiguares na tela

Posted by recunha julho 06, 2009 1 comments

Fonte: Tribuna do Norte (Marcílio Amorim - Repórter)

O projeto Oficinas Itinerantes de Vídeo Tela Brasil está acontecendo desde a última quarta-feira (dia 01/07/2009), na ONG Casa da Ribeira, em Natal. Cerca de 25 pessoas, entre jovens e adultos - leigos ou não - estão tendo a oportunidade de entender todo o processo de produção de um filme curta-metragem. “Da ideia à exibição”. Ao todo, serão produzidos três curtas pelos alunos e no encerramento o resultado da oficina será exibido na telona do Cinemark.

Natal é a primeira cidade do Nordeste a receber as Oficinas Itinerantes. A oficina será encerrada no dia 10 de julho, onde os alunos participam de uma conversa com um ator, diretor e roteirista de renome nacional, além da entrega dos certificados e a exibição dos três curtas produzidos durante o processo de aprendizado. A exibição será aberta ao público.

Educando o olhar

Ao todo, entre o primeiro encontro ao curta pronto na tela, são dez dias de trabalho. “É um período curto, mas é intenso”, afirma o cineasta-educador.

Mas dá pra aprender cinema em tão pouco tempo? Dá sim. Segundo Edu Abad, a ideia não é ensinar a fazer e sim educar o olhar para observar “imagens e sons” e a partir daí contar suas histórias. “Nas oficinas, os alunos aprendem a se escutar, a trabalhar em equipe e a se comunicar, pois todo mundo tem a contribuir dentro do processo. A história de um vira a história do grupo”.

Para a jornalista paulistana Regina Cunha, a proposta oferecida pela oficina prova que todo mundo pode fazer cinema. “A arte de fazer cinema está muito focada no rapaz de classe média-alta que pode bancar a sua formação. O acesso à tecnologia vem acabando com a visão de que só faz cinema quem tem dinheiro. Cada aluno que está aqui pode transformar o seu meio social com a sua visão crítica da realidade. O cinema nos possibilita isso”, disse.

Kabengele a Magnolli

Posted by Maria das Graças Pinto Coelho 0 comments

Em matéria publicada recentemente pelo jornal O Estado de S. Paulo, o geógrafo Demétrio Magnolli atacou o professor Kabengele Munanga, titular de Antropologia da USP e de mais duas universidades paulistas.
Magnolli acusa seu colega de cátedra de charlatão, apenas porque discorda de suas ideias em relação às cotas raciais. Não deixa de ser um ataque covarde porque, como diz o jornalista Luiz Nassif, o atacado - antropólogo Kabengele Munanga - não tem acesso aos meios de comunicação aos quais Magnolli tem.
Ainda segundo Nassif, "Magnolli ganhou o espaço porque usa a titulação acadêmica para defender toda e qualquer tese que interesse a quem lhe dá a contrapartida da visibilidade. Até indicação de faixa etária para programas de TV, na visão de Magnolli, vira atentado à liberdade de imprensa".

Para ler o artigo do professor Kabengele e entender a polêmica sobre cotas raciais, clique aqui: http://www.afropress.com/colunistasLer.asp?id=633

Para saber mais sobre o pensamento de Magnolli procure aqui:
http://arquivoetc.blogspot.com/2009/05/demetrio-magnoli-monstros-tristonhos.html


Pro congresso

Posted by Maria das Graças Pinto Coelho julho 05, 2009 1 comments

Olá amigos, convido todos a apoiar essa carta e a conhecer o site, linkado abaixo, para deixarem por lá suas considerações.

Carta ao Congresso Nacional

O Congresso está se desgarrando da nação. A imprensa escrita, a televisão e outros meios vêm expondo abusos sistemáticos das prerrogativas dos congressistas; gastos desnecessários e possivelmente fruto de práticas corruptas; distorções inaceitáveis em termos de empreguismo, favoritismo; desperdício em larga escala de recursos.
Em 2009, o Congresso está autorizado a gastar mais de R$ 6,278 bilhões de reais! É o Congresso mais caro do mundo em termos absolutos. E como proporção do PIB, se gasta 26 vezes mais no Brasil do que na Índia; 15 vezes mais do que nos EUA; 11 vezes mais do que a Grã-Bretanha; 7 vezes mais do que o Canadá, apenas para ilustrar a desproporção das despesas do Congresso no nosso país com a de outras grandes democracias bicamerais.
Entre 1995 e 2008, as despesas do Senado se expandiram em 338%, sendo que os gastos de pessoal chegaram a 378%, contra uma inflação no período (medido pelo IPCA) de 186%. Ou seja, os gastos explodiram em mais de 150% acima da inflação! E os gastos de pessoal, em mais de 192%!
No Senado, o número de funcionários concursados, mais os terceirizados e os nomeados para cargos em comissão, soma mais de 10.000. Na Câmara, são outros 15.000. Não há necessidade – e nem mesmo espaço – para 25.000 funcionários! O número é absurdo, totalmente desprovido de sentido.
Ao mesmo tempo, a cidadania se sente cada vez menos representada. Não se percebe que os interesses dos cidadãos estão sendo levados em consideração nas deliberações e no processo decisório.
No Senado, o grupo dominante age sem prestar contas à nação; coloca em posições chave indivíduos sem densidade moral ou política, respaldados na troca de favores e no objetivo maior de auferir benefícios pessoais ou para as oligarquias que lideram. E há 16 senadores suplentes biônicos – isto é, sem nenhum voto.
Em ambas as casas, operam indivíduos sem compromisso com o interesse público, sem ética e que rompem sistematicamente com o decoro parlamentar, sem que isso os cause o menor aborrecimento, pelo corporativismo das lideranças, fragilidade das Comissões de Ética, omissão ou mesmo acobertamento da maioria. E há casos, cada vez mais numerosos, de congressistas que cometeram crimes tipificados no Código Penal – crimes comuns – que continuam imunes, pois o Congresso não dá licença para o Supremo Tribunal Federal julgá-los.
Estamos ultrajados pelo comportamento dos congressistas. A reforma das práticas políticas e administrativas do Congresso é urgente.
O Congresso necessita ser defendido pela cidadania, pois não o é pela maioria dos congressistas. Pelo contrário, o comportamento predatório e irresponsável de muitos – quiçá a maioria – coloca em risco a própria sobrevivência da democracia no país, e uma de suas expressões fundamentais, a representação parlamentar.

Defender o Congresso é estabelecer limites orçamentários que imponham um fim à farra dos gastos abusivos.
Defender o Congresso é acabar com o regime de suplência sem voto no Senado, assegurando que só legisla aqueles votados pelo povo.
Defender o Congresso é igualmente acabar com impunidade parlamentar, extirpando do meio dos congressistas indivíduos sem ética, moral e condições mínimas de nos representarem, possibilitando o julgamento daqueles acusados de crimes comuns sem que o Congresso seja chamado a autorizar.
Ao mesmo tempo é imperioso que se dê maior transparência aos rituais que asseguram que o império da ética prevaleça no Congresso, e aqueles que romperem com os limites do decoro, da honestidade e da integridade, sejam julgados tempestivamente e sem que os interesses corporativos determinem os resultados. São os interesses da cidadania que devem prevalecer!
Para tanto propomos que as medidas abaixo sejam submetidas a plebiscito para vigorarem imediatamente, ainda no ano de 2009.
Nós, abaixo assinado, na defesa da democracia e do Congresso, conclamamos à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal que aprovem, em rito sumário, o Decreto Legislativo que ponha em votação plebiscitária em 2009 as seguintes perguntas:
1.
Deve o Congresso ter seu orçamento reduzido em 50% em 2010, 60% em 2011, 70% em 2012 e 80% em 2013, frente ao orçamento autorizado de R$ 6,278 bilhões em 2009?
2.
Deve o Congresso ter seu orçamento corrigido a partir de 2013 pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE?
3.
Deve a suplência de Senador da República ser ocupada a partir da legislatura de 2010 pelo segundo mais votado na eleição senatorial anterior ao impedimento do mais votado e assim sucessivamente, de modo que se extinga a instituição do senador suplente sem voto na próxima legislatura?
4.
Deve o Supremo Tribunal Federal ser autorizado a julgar congressistas por crimes comuns tipificados no Código Penal, sem a necessidade de autorização prévia do Congresso?
Fonte: www.procongresso.com.br

Informar e conhecer

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Olá amigo!
Como vai sua vida?
Espero que não tenha se prometido nada que não possa cumprir. As insatisfações continuam te inquietando mais do que nunca? Não se preocupe em decidir e revirar as possibilidades dos seus problemas porque eles sempre se reinventam para nos aprisionar em seus conflitos, muitas vezes sem razão de ser.
Uma coisa que tem deixado os miolos fervendo é essa "política" sem cabimento, pobre de argumentos e novidades boas, trazendo sempre em baixo do braço o letreiro para colocar na esquina a dizer: a humanidade é burra e eu estarei anônimo em meu discurso medíocre porque ninguém, jamais, vai lembrar que um dia aluguei essa esquina. É como se continuassêmos fazendo parte daquele curral de alguns anos bizarros do passado. Pois é amigo, quando chega ano de eleição me dá uma angústia e vergonha por ter tentado conciliar meu lado ético com a 'melhor' opção; realmente são coisas que não combinam em eleição. E os caras, candidatos, se acham verdadeiros cavaleiros andantes em defesa dos oprimidos, acreditando naquela mentira que vendem à mídia; viram celebridades, tendo disputado o aperto de mão dos seus fiéis eleitores que não tem mundo apropriado e sim mundo próprio que são esquecidos lá sem direitos a mudanças, jogados numa peleja desumana. Mas, aí você pode perguntar: Com tanta informação posta à mesa, como pode alguém não saber se defender e crescer? Então eu pergunto: De que vale tanta informação se, essa, está toda codificada e quem a decifra o faz à sua melhor conveniência? Eis a prova de que informação é diferente de conhecimento. Informar, qualquer um informa; quanto a conhecer, sempre existe alguém achando-se dono do conhecimento e que pode manipulá-lo ao seu pequeno reinado de intrigas enredadas para obtenção de privilégios obtidos atrravés da informação.
Então, amigos, onde vai parar esse jogo de empurra, sobe e desce do Senado? Tá aí o verdadeiro comprometimento político dos nossos candidatos; as alianças outrora feitas viram algemas na hora das votações éticas e morais.
Na verdade, nós não esquecemos as coisas feitas ilicitamente na política, mas cansamos, e isso é um perigo real, de lutar, de brigar todos os dias e de exercer nosso direito de cidadão.

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