Laboratorio Gran Via

Posted by admin 2 de jul. de 2010 0 comments

Começa hoje, 2/7/2010 o Grande Laboratório da Gran Via (Laboratorio Gran Via) em Madri, Espanha. Uma reflexão coletiva sobre o passado, o presente e o futuro desta avenida que nos últimos cem anos marcaram a vida da capital madrilhena.

A própria construção da avenida foi um marco da modernidade urbanística há 100 anos, por isto a Fundação Telefônica aposta no futuro, com esta exposição imaginativa, visionária e em certo sentido utópica.

A exposição apresenta trabalhos de grupos de arquitetos que compartilham ações comuns, como a capacidade de provocação e a influência que exercem sobre as próximas gerações, já que todos são professores de arquitetura.

O curador da mostra é o arquiteto Iñaki Ábalos. São nove propostas e dois estudos analíticos:

Teatro de Izaskun Chinchilla Arquitectos,
Media de Manuel Ocaña,
Zona Franca de AceboXAlonso,
Sweet Home de Andrés Jaque Arquitectos,
Procomún de Ecosistema Urbano,
Interfaz de Carlos Arroyo,
Capital de S&Aa,
Observatorio de Abalos+Sentkjewicz Arquitectos.
Toxic de AMID.cero9.
Atmosférica de Gálvez+Wieczorec Arquitectura y por último
Ráfagas de José Miguel Iribas.

Falando sobre a exposição Iñaki Ábalos declarou: El "Laboratorio Gran Vía es sobre todo una invitación a pensar colectivamente la ciudad con imaginación, entusiasmo y esperanza, con la certidumbre de que sólo una acción audaz dará forma simbólica al centro vital de una ciudad audaz".

Informações:
Data: 2/7/2010 a 3/10/2010
Local: Sala de Exposiciones, Fundación Telefónica. Gran Vía 28. 3ª planta. 28013 Madrid
Número de obras: 9 propostas e 2 estudos analíticos
Comisario: Iñaki Ábalos

Fonte ElGeek.Info @Creative Commons


 Reverberações 2010 - 4º edição do Festival Bienal de Cultura Colaborativa - reverberacoes.com.br

> de 07 a 10 de julho
Com o foco em arte, ativismo e processos coletivos de trabalho e criação, o festival deste ano conta com representantes da Espanha, Canadá, França e Vietnã. A intensa programação reúne mostra de filmes, exposição do Acervo CORO (www.corocoletivo.org ), debates, laboratório de práticas artísticas, mapeamentos, performances e intervenções urbanas/multimídia.

Onde: MATILHA CULTURAL: R. Rego Freitas 542 - Centro - SP // aberto das 12h as 21h


 DEBATES
QUA. 08 de julho
> 20H - ARTE, REDES E ESTRATÉGIAS DE GESTÃO CULTURAL
_ palestrantes convidados:
 Ana Tome, atual Diretora do Centro Cultural da Espanha em São Paulo/AECID
 Bastien Gilbert, gestor idealizador da RCAAQ (Regroupement des centres d’artistes autogérés du Québec)



QUI. 09 de julho
> 20H - DESIGN CULTURAL INTERNACIONAL
_ palestrantes convidados: Equipe Gestora do METROPOLE
mediada por: Abigail Nunes
METROPOLE = intercambio multicultural entre Vietnam (Asia) + Paris (Europa) + Rio de Janeiro (Brasil)

Frente 3 de Fevereiro, coletivo responsável pelo documentario + intervenções + publicação “Zumbi Somos Nós – cartografia do racismo para o jovem urbano” que aborda questões raciais, desenvolvido no Brasil + Europa + Africa
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 MAPA - RUPTURA E TRANSFORMAÇÃO

QUA.07 - 19h // SEX.09 - 14h
> Construção de um mapa que represente as transformações na sociedade e na arte/ativismo desde a queda do muro de Berlin.
Focalizados por André Mesquita e Flávia Vivácqua, conta com participação do público inscrito e convidados como: Chico Linares,Claudia Washington, Gavin Adams, Henrique Parra, Jose Roberto Shwafaty e Lúcio de Araujo.


 CELEBRAÇÃO DE ENCERRAMENTO

SAB.10 de julho - 20h
// Serralheria
> Música, DJs, Vídeo Performances e etcetera; participação especial do pessoal do Barulho e do Dada Rádio.
_ R. Guaicurus 875 - Lapa . SP
_ Entrada R$ 5,00 + Bar _ Evento aberto


 MOSTRA NO CINEMA
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QUA. 07 de julho
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> 13h - FILMES HISTÓRICOS E DOCUMENTAIS
Cildo Meireles // dir: Wilson Coutinho
Xeroperformance // dir: Paulo Bruscky
Art Show // dir: Sergio Moura, Vanessa Santas e Goto
Memoria de um Rio // dir: Vera Chaves Barcellos
> 19h - Kinemas Fluxuz // dir: Pedro Paulo Rocha
QUI. 08 de julho
> 13h - Politica do Dissesso
- compilação de videos documentarios sobre o movimento por habitação no Centro de São Paulo. organizado por Nova Pasta.
> 19h - FILMES HISTÓRIOCS E DOCUMENTAIS
(reprise do programa do dia 07)
SEX. 09 de julho
> 13h -
Comunidade, Ativismo e a Cena Downtown um documentario independente da cena experimental de Nova York // dir: Cristiane Bouger (NY)
> 19h - Zumbi Somos Nós – cartografia do racismo para o jovem urbano // dir: coletivo Frente 3 de Fev.

SAB. 10 de julho.> 14h - Zumbi Somos Nós – cartografia do racismo para o jovem urbano // dir: coletivo Frente 3 de Fev.
> 15h - ASSISTA A COPA NA MATILHA
> 19h - MAU-WAL Encontros Traduzidos.
prod: Assoc. Vídeo Brasil // dir: Fabiana Wernwck e Marco Del Fiol.
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> GRADE DE PROGRAMAÇÃO - MatilhaCultural.com.br // R. Rego Freitas 542 - Centro - SP
dia/hora QUA.07 QUI.08 SEX.09 SAB.10
~10h         Inetrv.
12h        
13h Cine Cine Cine  
14h Lab. Lab. Mapa Lab. Cine
15h Copa
16h
17h  
18h        
19h Cine Cine Cine Cine
20h Mapa Palestra Palestra Encerramento
(Serralheria)

Guaicurus 875
21h
22h      
~24h      
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Quando você escuta a palavra Petrobras logo pensa em petróleo, pre-sal, energia, etc. Mas, a partir de agora pode ampliar esse leque de opções, Petrobras também é sinônimo de música, através do projeto Compacto, que promove encontros de artistas de diversos pontos do país. 

Os videocasts (programas de curta duração com no máximo dez minutos) são exibidos online às quartas, no site COMPACTO, dentro do Portal Petrobras. 

O programa desta semana traz um encontro de Siba (ex-Mestre Ambrósio) e Fernando Catatau, lembrando histórias e dividindo suas experiências com as bandas Fuloresta e Cidadão Instigado. "Eu acho a gente muito parecido", comenta Catatau. "Uma coisa de buscar o próprio caminho, sem se preocupar com o que seria mais óbvio", concorda Siba. A música é "Alados", de Siba, Dengue e Lúcio Maia. Do disco "Toda Vez Que Eu Dou Um Passo O Mundo Sai do Lugar", de Siba e a Fuloresta.

Numa tentativa saudosista de assimilar o nome Compacto da era dos discos de vinil, com o formato compacto do videocast, o programa apresenta duas músicas, uma do lado A, e outro do lado B. 

O projeto traz em sua primeira edição 13 programas sobre música (cada um com dois blocos de 5 minutos, com dois artistas, conversando e tocando) e planeja realizar uma série de encontro com artistas que estão fazendo a nova música popular brasileira. Na sequência podem vir programas sobre trilhas de cinema, cultura digital e outros setores da cultura apoiados pela Petrobras.


Dilema Digital

Posted by admin 30 de jun. de 2010 0 comments

A Cinemateca Brasileira está disponibilizando para download, sem custos, em arquivo PDF, a edição brasileira de O Dilema Digital - Questões estratégicas na guarda e no acesso a materiais cinematográficos digitais.

Para baixar o arquivo é só clicar no link da Cinemateca fazer o registro. A Cinemateca também disponibiliza newsletter com informações sobre a programação da Cinemateca e outros assuntos relacionados à preservação e à difusão cinematográfica.

O Dilema Digital pode também ser adquirido impresso na bilheteria das salas de exibição da Cinemateca Brasileira, por R$ 30,00.

Google X China

Posted by admin 29 de jun. de 2010 0 comments


Nesta quarta, 30 de junho de 2010, as autoridades chinesas decidem se renovam ou não a licença (ICP, sigla em inglês) do Google como Provedor de Conteúdos de Internet.

O diretor jurídico do Google, David Drumond informou que o governo chinês não aceita que o Google utilize seu portal para redirecionar os internautas através de Hong Kong (que apesar de ser território chinês, pratica a liberdade civil no estilo ocidental, sem filtrar o conteúdo da Internet). "Sem a licença ICP, não será possível fazer a conexão/redirecionada, e assim o google.cn deixará de existir", explicou. Os usuários vão ter que fazer um click na página para serem redirecionados para outro site, ao invés de ocorrer o redirecionamento comercial sem censura, automaticamente. Há três meses (em 22/03/2010) o Google encerrou seu serviço de busca na China (por causa da censura ostensiva do governo chinês), e começou a redirecionar os internautas para um buscador de Hong Kong, que não filtrava os conteúdos, fato que gerou inúmeras críticas de Pequim, e por conseguinte, colocou um impasse na permanência futura da empresa naquele país, onde os números apontam para cerca de 380 milhões de internautas.

O governo chinês declarou (08/06/2010) que a Internet tem exercido um papel importante na aceleração do desenvolvimento da economia chinesa, mas é preciso manter um nó apertado no conteúdo online para evitar qualquer tipo de material subversivo. Existe um bloqueio de acesso a sites como Facebook, YouTube e Twitter a partir da China, como meio de prevenir que dissidentes e ativistas de direitos humanos e pró-Tibet utilizem essas redes para espalhar críticas contra Pequim.

O maior concorrente do Google na China, é o BAIDU, mas que também já avisou em janeiro deste ano que pode abandonar o gigante asiático por causa da censura, depois de sofrer um sofisticado ataque pirata, que segundo a empresa, teria partido de dentro da própria China.

A companhia americana já começou uma campanha (ainda incipiente) para transferir seus usuários do google.cn para o google.com.hk. A nova página do GOOGLE mostra uma imagem de seu logotipo e um espaço de buscas inativo, onde abaixo se lê: "Mudamos para google.com.hk" e "Por favor, salvem nossa página na web" (veja ilustração no topo da página).

Ilustrações e texto by ReCunha


Vol. 3, No 2 (2010): PERSPECTIVAS AUTORAIS NOS ESTUDOS DE COMUNICAÇÃO VI

Sobre a Revista

MATRIZes é um periódico destinado à publicação da produção científica cujo objeto de estudo é a comunicação. Acolhe trabalhos teóricos, experiências de análise e formulações conceituais sobre processos comunicativos, meios, mediações e emergências das interações na sociedade contemporânea de informação generalizada. Trata-se de um periódico aberto às reflexões sobre as transformações históricas das mediações na cultura; sobre as produções de linguagens e suas interfaces; sobre as implicações sócio-políticas das atividades implementadas, bem como de suas conseqüências cognitivas. Para isso, preserva o horizonte inter e transdisciplinar dos aportes teóricos e metodológicos do pensamento comunicacional. Espera-se, por conseguinte, redimensionar conhecimentos e tradições históricas que contribuem para definir, mapear e explorar conceitualmente os eventos comunicativos, reavivando, os compromissos que são, igualmente, parte da história do PPGCOM-ECA-USP. No limite, evidencia-se a necessidade de criar espaço de construção de uma teoria crítica e conseqüente das práticas de estudo da comunicação. 
ISSN: 1982-8160
Editorial Português ENGLISH

Dossiê

Classificações Mediadas: Representações de classe e cultura na televisão britânica contemporânea Mediated class-ifications: Representations of class and culture in contemporary British television Português
David Morley
Avatar: Entre utopia e heterotopia Avatar: Between utopia and heterotopia Português ENGLISH
Mayra Rodrigues Gomes
Parceiros não comunicativos: análise da mídia dos movimentos sociais e os educadores radicaisUncommunicative partners: social movement media analysis and radical educators PortuguêsENGLISH
John D.H. Downing
Convocação nas revistas e construção do "a mais" nos dispositivos midiáticosConvocation in magazines and the construction of "the plus" in the media gadgets PortuguêsENGLISH
José Luiz Aidar Prado
As novas narrativas da ficção televisiva e a InternetLas nuevas narrativas de la ficción televisiva e Internet Português Spanish
Charo Lacalle
House M.D.: o monitoramento da vida, do crime e da doença na era da sua visualidade técnica.House M.D.: the monitoring of life, crime and disease in the age of its technical visuality PortuguêsENGLISH
Ivana Bentes

Entrevista

Educação mediática ressalta o potencial de expressão dialógica das tecnologiasMedia education emphasizes the potential of dialogical expression of technologies Português
Adilson Citelli, Roseli Figaro

Media Literacy

Revista Crás!: Quadrinhos Brasileiros e Indústria EditorialComic-book Crás!: Brazilian Comics and Publishing Industry PortuguêsENGLISH
Waldomiro Vergueiro, Roberto Elísio dos Santos
Diálogos: o Twitter e o peripatéticoDialogs: the Twitter and the peripathetics Português ENGLISH
Jerusa Pires Ferreira, Magaly Prado

Em Pauta

Etnografia de arquivos - entre o passado e o presenteEtnography of archives - between past and present Português ENGLISH
Maria Cristina Castilho Costa
Monocultura informática, permacultura e a construção de uma sociabilidade contra-hegemônicaInformatics monoculture, permaculture and construction of a counterhegemonic sociability PortuguêsENGLISH
Edilson Cazeloto
Literatura e Cinema: elo e confrontoLiterature and cinema: link and confrontation Português ENGLISH
Linda Catarina Gualda
As contribuições do pragmatismo de William James e da fenomenologia social de Alfred Schütz à ComunicaçãoLos aportes del pragmatismo de William James y la fenomenología social de Alfred Schütz à la comunicación PortuguêsSpanish
Marta Rizo García

Resenhas

Com as máquinas, rumo ao diálogoWith the machines, towards the dialogue Português ENGLISH
Fernando Resende
Transmissão, Comunhão, Comunicação. Resenha do livro Communication as culture: essays on media and society, de James CareyTransmission, communion, communication. James Carey - Communication as culture: Essays on media and society PortuguêsENGLISH
Marco Toledo Bastos

Teses e Dissertações

Teses e Dissertações do 2º semestre de 2009 Português
PPGCOM - USP

De 21 a 23 de junho Singapura se transformou na cidade do AMIC (The Asian Media Information and Communication Centre) o Centro de Comunicação e Informação da Mídia Asiática, em Suntec City. O evento reuniu pesquisadores, técnicos, comunicadores e especialistas em mídia digital de várias universidades da Europa, Ásia e Estados Unidos. 



(photos By MadanRao)

A cidade aproveitou para inaugurar o Marina Bay Sands (clique aqui para ver as fotos), um resort de 4 bilhões de libras esterlinas (cerca de 12 bilhões de reais).

O tema da 19ª Conferência é Tecnologia e Cultura: conexões e divisões da comunicação. A tecnologia da comunicação é oferecida como um conector das pessoas. E é verdade que hoje, muitos estão aptos a conectar e comunicar com/e/por caminhos nunca antes imaginados. O mundo diminuiu a distância e o tempo, graças às novas tecnologias de informação e comunicação. Entretanto, as respostas para o uso das novas tecnologias são diferentes dependendo de cada pessoa, grupo social ou comunidade. Um grupo social pode abraçar o uso da nova tecnologia para sua conveniência e facilidade, enquanto outro grupo pode recusar, justificando que haverá invasão de privacidade e violação da segurança, tanto individual, como do grupo. Um país pode utilizar a tecnologia para liberar as pessoas, enquanto outro país pode usar a mesma tecnologia para manipular seus cidadãos. Em uma sociedade a tecnologia pode diminuir a distância entre  os que têm e os que não têm, mas em outras sociedades este espaço pode ser ampliado. Um fator em comum é que muitas vezes em todas estas variações, o que chama a atenção é a forma como as pessoas se apropriam e difundem a cultura tecnológica, a cultura digital. É importante analisar o jogo entre o determinismo tecnológico e o determinismo cultural e o espectro de interesecções entre estas duas polaridades.

O professor Madan Rao (terceiro da esquerda para direita na foto ao lado) comandou a Mesa Redonda que discutiu as várias experiências de distintos países sobre as novas tecnologias de comunicação.  Foram apresentados trabalhos sobre a forma como as TICs podem gerar riqueza de idéias e quais os valores que indicam a forma como as pessoas  estão se apropriando desta nova mídia e o que precisa ser estudado. 

Os principais temas e tópicos foram:

Media e Mundo Globalizado
New Media e Old Media
Media e Identidade Cultural
Media e Desenvolvimento
Media e Democracia
Media e Boa Governança
Media e Gênero
Media e Juventude
Media Leis e Regulamentos
Media Alternativa e Comunitária
Indústria Mediatica Tendências e Dinâmicas
Perspectivas para a Comunicação na Ásia
Comunicação Internacional

Fonte: GBMachado

“Paz, amor, união e diversão”, é a proposta do livro Hip Hop – A Cultura Marginal - do povo para o povo de Anita Motta e Jessica Balbino, que é, o tempo todo, fiel a história do hip hop no Brasil e no mundo.

Com uma linguagem jornalística das grandes reportagens, clara, doce, dinâmica, eficiente, coloquial e informativa, marcada por histórias singulares com uma riqueza de dados surpreendente.

Definitivamente é um livro que traz o retrato de uma cultura urbana, emergente das classes populares das metrópoles.

Uma verdadeira aula de hip hop, que já começa no título, nos fazendo questionar, que cultura é essa? Que marginal é esse?

É um livro gostoso de ler, com conteúdos específicos, poesias, histórias e curiosidades únicas. Um material que é com certeza um registro histórico-cultural, daquele que é o maior movimento social dos últimos 30 anos. Esta obra, contribui, inegavelmente para dar mais visibilidade a uma cultura que carrega em sua face, o olhar do preconceito, da ignorância, da desigualdade e da exclusão a partir daqueles que desconhecem, rotulam ou ignoram.

Afirmo que é louvável a produção das jornalistas que se lançaram a campo para registrar a voz de um movimento, ritmo e cultura, certificando que mesmo numa forma de deficiência a universidade ainda forma seres pensantes, que estão à frente na análise das manifestações culturais e fenômenos sociais, muito antes do que qualquer meio de comunicação.

Elas dizem assim, no capítulo inicial: “Vem ardendo, sangrando e machucando. É o berro que emana dos morros, guetos e favelas. Vem dos locais mais pobres, o grito desesperado de quem vem da periferia. Chega ao asfalto carregado de protesto, indignação, carência, vontade, luta e marginalidade”.

Para adentrar no mundo do hip hop e conhecer faces totalmente desconhecidas ou ignoradas da hiphoptude, o livro Hip Hop – A Cultura Marginal é um bom começo.

Lançamento de Livro(NORDICOM)

Redaktorer: Jostein Gripsrud, Hallvard Moe

2010, 167 p. - ISBN 978-91-86523-02-2, (Research Anthologies and Monographs)

Até recentemente, a política da comunicação social era pensada de forma nacional, nos meios de comunicação específicamente, e como parte do domínio cultural. Tudo está mudando com a esfera pública digital: em primeiro lugar, pelos processos de globalização em sentido amplo, em segundo lugar, pela indefinição de fronteiras entre os meios de comunicação, que pode ser chamado de convergência, e terceiro, pela comercialização mais abrangente da própria mídia. A transformação provocada por estes desenvolvimentos estão acontecendo e têm sido assim há alguns anos. Assim, é hora de fazer um balanço. As diferentes contribuições deste livro pretendem fazer isso.


Com base na idéia de que a política midiática é, fundamentalmente, sobre a regulação da esfera pública, em conformidade com os ideais da central democracia, o livro abrange um vasto leque de questões: a distribuição transnacional da televisão online; o problema com a elaboração e abertura de arquivos audiovisuais digitais; o impacto da recente regulamentação da União Européia relativa aos conglomerados globais, bem como dos organismos de radiodifusão de serviço público; o debate sobre a neutralidade da rede (Internet); a idéia da participação da sociedade na elaboração das políticas; a regulamentação da liberdade de expressão na Internet; bem como o impacto da globalização na política da mídia.

Jostein Gripsrud, Hallvard Moe
Introduction. The Digital Public Sphere. Challenges for Media Policy
Introdução. A Esfera Pública Digital. Desafios para uma Política da Mídia.

Part I. A Perspective
1ª Parte: A perspectiva

Slavko Splichal
Eclipse of the Public. From the Public to (transnational) Public Sphere. Conceptual Shifts in the Twentieth Century
Eclipse do Público. Do Público para (transnacional) Esfera Pública. Mudanças Conceituais do Século XX.

Part II. Changes
2ª Parte: Mudanças

Hannu Nieminen
Global Copyright Regulation and the Prospects of European Public Sphere. The Case of TVkaista
Regulamentação do Direito Autoral Global e a perspectivas da Esfera Pública Européia. O Caso da TV Kaista.

Karl Knapskog
Providing Cultural Resources. On Turning Audiovisual Archives into a Public Domain
Providenciando Recursos Culturais. Disponibilizando Arquivos Audiovisuais para Domíno Público.

Ole J. Mj�s
News Corporation's MySpace.com and the Digital Challenges to Audiovisual Regulations
Corporações Noticiosas MySpace.com e Desafios da Regulamentação do Audiovisual Digital

Tanja Storsul
Television in Cyberspace. The Net Neutrality Tussle in Norway
Televisão no Ciberespaço. A Luta pela Neutralidade da Internet na Noruega.

Part III. Fundamentals
3ª. Parte: Fundamentos

Hallvard Moe
Notions of the Public Service Broadcasting Policy for the Digital Era
Noções da Política de Serviço de Radiodifusão Público na Era Digital

Karen Donders, Caroline Pauwels
What if Competition Policy Assists the Transfer from Public Service Broadcasting to Public Service Media? An analysis of EU State aid Control and its Relevance for Public Broadcasting
E se a competição ajudar a transferir o serviço público de radiodifusão para o serviço público midiático? Uma análise da ajuda (controladora) do Estado Europeu (União Européia) e sua relevância para a radiodifusão pública.

Helge R�nning
Tools for Democracy or for Surveillance? Reflections on the Rule of Law on the Internet
Ferramentas para a Democracia ou para a vigilância?

Sandra Braman
Legal Globalization and the Public Sphere
A Globalização Legal e a Esfera Pública

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