Rádio-Leituras é uma publicação do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria – campus Frederico Westphalen e vinculada ao Grupo de Pesquisa Convergência e Jornalismo (ConJor). O objetivo da publicação é ser um espaço para a análise e reflexão sobre a mídia sonora, o rádio, o radiojornalismo e os processos de convergência que dialoguem direta ou indiretamente com este meio de comunicação. A revista pretende ser um canal de estímulo ao desenvolvimento e difusão de conhecimento científico na área, contribuindo, juntamente com outros esforços e iniciativas, para o crescimento do campo. A publicação pretende, desta forma, abordar questões metodológicas e conceituais do estudo do rádio e da mídia sonora, estimulando também o diálogo, a interface e a interdisciplinaridade nas abordagens propostas.
Por se tratar de uma publicação especializada, Rádio-Leituras não conta com dossiês temáticos, mas somente com uma sessão de artigos livres e resenhas. Os dossiês poderão ser realizados em edições especiais e serão definidos pela comissão editorial. Seguindo os critérios da Qualis, RádioLeituras prioriza publicações decorrentes de pesquisas e inéditas. Destina-se a pesquisadores, profissionais, professores e estudantes de comunicação e especificamente de rádio.
Ano I N. 1 Edição jul/dez 2010
Apresentação [pdf]
Debora Cristina Lopez
Debora Cristina Lopez
Pesquisa a respeito do rádio e de outros meios sonoros no século 21: das transformações na natureza do meio e de seus congêneres aos seus usos no contexto da convergência digital[pdf]
Luiz Artur Ferraretto
Luiz Artur Ferraretto
Os rumos dos estudos de recepção radiofônica: década de 2000[pdf]
Nilda Jacks, Anna Paula Knewitz e Laís Pereira Ribeiro
Nilda Jacks, Anna Paula Knewitz e Laís Pereira Ribeiro
O rádio no meio rural: consumo de programas radiofônicos rurais por agricultores do Rio Grande do Sul [pdf]
Andréa Franciele Weber e Priscila Devéns
Andréa Franciele Weber e Priscila Devéns
A cidadania comunicativa na prática radiofônica do Movimento Sem Terra [pdf]
Joel Felipe Guindani e Valdir Jose Morigi
Joel Felipe Guindani e Valdir Jose Morigi
Poder e resistência: o estado e as rádios pirata [pdf]
Rafael da Silva Paes Henriques
Rafael da Silva Paes Henriques
Announcing in multiplatform broadcasting: self-referentiality, buzz and eventfulness in a commercial music format [pdf]
Fredrik Stiernstedt
Fredrik Stiernstedt
Women’s radios in Africa: towards a new configuration of the public sphere. The example of Radio Munyu in Banfore (Burkina-Faso) [pdf]
Etienne L. Damome
Etienne L. Damome
Legalização, concentração e multimédia: os desafios das rádios locais portuguesas [pdf]
Luís Bonixe
Luís Bonixe
Fonte: TJWalker
Answering questions from a reporter is NOT like answering questions from a friend, colleague, boss, employee, investor or family member. It is NOT like a real conversation (live TV and radio interviews are slightly more like live conversations, but not exactly the same.) In a real conversation, you have context, you understand the context, and usually your audience understands the context. If you are explaining something to an employee, you can reference sometime you said 5 minutes earlier. If you are answering a question from your boss and he stops to take a cell phone call when you are in the middle of a sentence, you understand that you need to stop talking because anything you say while he is talking on the phone won’t be heard and it won’t have an impact.
If you are giving a speech, you can see that if most of the audience is paying attention, you can build one idea on another, referencing something you said earlier, to put a spotlight on a complex idea. You don’t have that luxury when you are talking to the media.
In a real life conversation, if your son says to you, “You are the worst mom in the whole world because you won’t let me play with firecrackers the way my all my friends get to.” it may be fine to preface your response to your son with “Son, I understand that you think I am the worst mom in the whole world for not letting you play with firecrackers, but.”
However, what is good conversational skills in the real world can DESTROY you in the media world.
Many people who are great speakers and one-on-one communicators never make the adjustment to being good media communicators because they don’t understand this one key concept: YOU DON’T CONTROL THE CONTEXT FOR A CONVERSATION WITH THE MEDIA. Because you can’t control the context, unlike every other conversation you have in your life, it fundamentally alters how you must talk and answer questions. Unlike every other conversation in life, in a media conversation, every single idea you utter must be judged on its own, not within the context of what you said before or after it.
Why is this?
Because you aren’t actually having a conversation with the reporter. You are having a conversation with the readers, viewers or listeners of that reporter and you don’t know which of your ideas are going to make the final cut. Consequently, you must take a radically more disciplined approach to how you answer questions in a media interview.
Fonte: Pós Jornalismo UFSC
Revista Estudos em Jornalismo e Mídia
O número 10 da INTERIN inaugura uma nova fase da revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP).
Artigos
| EL USO DE FUENTES Y ENTREVISTAS EN LA HISTORIA DE LOS MEDIOS: EL CASO DE LA TELEVISIÓN ARGENTINA | |
| Mirta Varela |
| EL OBJETO DE ESTUDIO. BÚSQUEDA ENTRE LA HISTORIA Y EL PERIODISMO | |
| Celia Del Palacio |
| HISTORIA DEL PRESENTE: MEDIOS Y DERECHOS DE COMUNICACIÓN EN LA ESCENA ARGENTINA | |
| Maria Cristina Mata |
| PRÁTICA FOTOGRÁFICA E A EXPERIÊNCIA HISTÓRICA – UM BALANÇO DE TENDÊNCIAS E POSIÇÕES EM DEBATE. | |
| Ana Maria Mauad |
| Apropriações da História e Semantização do Acontecimento Jornalístico: a origem e os pontos fortes da narrativa | |
| Eliza Bachega Casadei |
| Teoria e História do Jornalismo: confluências e divergências das teorias do jornalismo e da história | |
| Felipe Pontes |
| INTERNET, MOTEURS DE RECHERCHE ET MISE EN PLACE D’UNE BIBLIOTHEQUE NUMERIQUE UNIVERSELLE : MYTHES ET REALITES | |
| Jean Yves Mollier |
| Censura e imprensa: o “déficit” de autonomia interpretativa do jornalista (1964-1978) | |
| Marcio Castilho |
| Wilson Martins: das ondas do rádio às críticas literárias | |
| Claudia Quadros, Mônica Kaseker |
| O descortinar da História na minissérie O Quinto dos Infernos | |
| Michelli Machado |
| Jornalismo Transmidiático ou Multimídia? | |
| Carlos Pernisa Júnior |
| História, imprensa e política | |
| Richard Romancini |
Revista do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens Universidade Tuiuti do Paraná
CHAMADA DE TRABALHOS
Convocatória para o VIII Encontro Nacional de História da Mídia
Guarapuava (PR), 28 de abril a 30 de abril de 2011
Tema central: Público e Mídia: perspectivas históricas
Promovido pela Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (ALCAR), em parceria com a Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO).
Guarapuava (PR), 28 de abril a 30 de abril de 2011
Tema central: Público e Mídia: perspectivas históricas
Promovido pela Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (ALCAR), em parceria com a Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO).
CALENDÁRIO
Submissão de trabalhos: 30/11/2010 a 15/03/2011
Os textos completos, segundo normas do evento, deverão ser enviados para o endereço eletrônico do(s) coordenador(es) do GT a que se destina, aguardando confirmação de recebimento.
Estes arquivos (clique aqui para conhecer as
deverão ser enviados simultaneamente para o e-mail historiadamidia2011@unicentro.br.
Estes arquivos (clique aqui para conhecer as
Divulgação do aceite: até 31/03/2011
Os aceites serão enviados na medida em que os resumosforem sendo avaliados pelos comitês temáticos, indicados pelos respectivos coordenadores.
Fonte Ag.USP
Projeto de pesquisa entre Brasil e Europa criou uma maneira de pequenas comunidades aproveitarem recursos de televisão digital, como a criação de conteúdo próprio e maior interação do telespectador. Trata-se da transmissão de sinal de televisão digital e a interatividade pela rede elétrica, o chamado sistema PLC, da sigla em inglês Power Line Communications. Denominado System for Advanced interactive digital television and Mobile services in BrAzil (SAMBA), o projeto teve participação de empresas e instituições de países europeus e do Brasil, entre eles a Escola Politécnica (Poli) da USP, com financiamento da União Europeia.
O grupo testou durante três meses o sistema no município de Barreirinhas, no estado do Maranhão. Segundo o professor André Riyuiti Hirakawa, coordenador do projeto por parte da Poli, a cidade foi escolhida intencionalmente, pois é o município mais pobre do País. “A cidade tem eletricidade, mas não tem provedor de banda larga e TV a cabo. Nós pensamos em como usando a televisão poderíamos ajudar a comunidade”, diz Hirakawa.
O projeto SAMBA montou em 2009 uma estação de televisão no local, com transmissão da TV Mirante, emissora afiliada da Rede Globo no Maranhão. Mas não é uma transmissão comum. A população pode participar diretamente na criação de conteúdo, como destaca Hirakawa: “A princípio, a comunicação pela televisão é unidirecional. Já a transmissão em Barreirinhas possui material da TV Mirante e material próprio do local e de forma interativa.”
O professor explica que há um gerenciador de conteúdo que fornece as ferramentas para a criação e gerenciamento deste e, depois, ele é distribuído para toda a cidade. Para concretizar esse plano, o SAMBA integrou a população de Barreirinhas para participar do projeto. Escolheram alguns “personagens” da comunidade para testar as ferramentas fornecidas. No final, instalaram o equipamento necessário nas casas dos personagens escolhidos para que eles criassem textos, imagens, vídeos e áudios, os quais ficaram disponibilizados nas televisões do resto da comunidade.
“A instalação foi pensada em pessoas que poderiam contribuir na introdução de conteúdo, como donos de estabelecimentos comerciais, um professor, uma dona de casa e um aluno. Um professor, por exemplo, pode fornecer material didático para a população”, diz Hirakawa.
Sistema e equipamentos
A Poli participou do projeto com um grupo do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais, coordenado por Hirakawa. Seu grupo ajudou a criar a parte de processamento e o sistema PLC. O sinal de TV original da TV Mirante é recebido pela estação local, misturado com o conteúdo gerado localmente e retransmitido para toda a cidade de Barreirinhas por um equipamento chamado transmissor.
O professor da Poli detalha que a TV digital em Barreirinhas funciona como um computador e internet para os usuários, devido à interatividade que ele permite. A navegação pelo material que chega na televisão e a criação de novos conteúdos podem ser comandados por um controle remoto juntamente com um teclado virtual na TV.
Foto da esquerda mostra antena instalada na cidade para transmissão do sinal digital. Na foto da direita, equipe de instalação prepara um dos transmissores
Aqueles que criam textos, imagens ou vídeos no município fazem isso diretamente pelo televisor, com um conversor ou set-top box, que possui um receptor. A informação do set-top box vai para uma central, o sistema de gerenciamento de conteúdos, que retransmite os dados para as outras televisões.
A escolha do sistema PLC facilitou a instalação da TV digital, pois aproveitou os cabos de energia já existentes. Hirakawa acrescenta o custo do sistema entre as vantagens: “Por enquanto, o PLC é mais barato para o usuário porque o cabeamento já existe”. O professor estima que, sem contar a mão de obra, a instalação do sistema PLC deve custar algo em torno de R$20.000,00, enquanto uma instalação de banda larga equivalente deve custar por volta R$ 50.000,00, contando somente a infraestrutura de comunicação.
Entre as desvantagens, há ruídos na comunicação causados por outros objetos que usam a eletricidade, podendo interromper o sistema. Para saná-lo, o projeto usou filtros nas tomadas desses objetos.
Por ser um projeto de pesquisa, os equipamentos e o sistema não puderam ficar em Barreirinhas. O Projeto SAMBA também fez testes na cidade de Natz, no norte da Itália.
Imagens fornecidas pelo professor André Hirakawa.
Mais informações: (11)3091-5271, email andre.hirakawa@poli.usp.br
Fonte: AP
O Conselho Nacional da Comunicação Audiovisual (CNCA) da Côte d'Ivoire (Costa do Marfim) retirou ontem (09/02/2011) à noite a frequência atribuída à rádio da Operação das Nações Unidas, anunciou o Secretariado Geral da ONU-CI (ONU na Costa do Marfim). « A frequência (96.0 FM) atribuída à ONU-CI foi retirada », indicou o CNCA, que baseia a sua decisão na « denúncia pelo chefe de Estado, Laurent Gbagbo, do acordo de sede em virtude do qual frequências foram dadas à ONU-CI ».
Laurent Gbagbo havia determinado no dia 18 de Dezembro « a retirada imediata da ONU » do território ivoiriense. Gbagbo acusa a ONU de apoiar os ex-rebeldes e o seu adversário, Alassane Ouattara, declarado vencedor das eleições presidenciais de Novembro passado e cuja vitória é reconhecida pela maioria da comunidade internacional. O acordo de sede foi assinado em 29 de Junho de 2004 e a convenção para a exploração de um serviço público de radiodifusão sonora que liga a Costa do Marfim à ONU, rubricada em 10 de Setembro de 2009.
Desde o segundo turno das eleições presidenciais, a Costa do Marfim tem dois Presidentes. Laurent Gbagbo, declarado vencedor pelo Conselho Constitucional, e Alassane Ouattara, proclamado eleito pela Comissão Eleitoral Independente (CEI) e reconhecido pela quase totalidade da comunidade internacional.





