Convite
Convidamos Vossa Senhoria para participar da Conferência W3C EGov Brasil, que tem como objetivo reunir órgãos públicos e pesquisadores para debater a Web na perspectiva do Governo Eletrônico, conhecendo seus novos usos e conversando sobre suas melhores práticas.
Conferência W3C eGov Brasil
Os padrões web e seus impactos no futuro do governo eletrônico
Data: 22 de novembro de 2010
Local: Teatro da Caixa, edifício matriz da Caixa Econômica Federal, Brasília - DF
Programação:
08:30 - Abertura
"Governo Eletrônico: Interoperabilidade e Transparência"
Demi Getschko, Presidente, NIC.br
Rodrigo Assumpção, Presidente, Dataprev
10:00 - Convidado especial
Demi Getschko, com a palestra "O futuro da internet"
11:00 - intervalo
11:30 - Os indicadores da internet e web brasileiras
- Alexandre Barbosa - "Perspectivas para 2015 - pesquisas TIC, crianças, e-gov"
- Vagner Diniz - "Censo da web - as dimensões do . gov.br"
Comentários: João Batista - SLTI/MP
12:30 - almoço
14:00 - Painel "Dados Abertos Governamentais"
- Infraestrutura Nacional de Dados Abertos
- COI-Web: Informações Estratégicas de Políticas Públicas
- Blog Dados Abertos
15:30 - intervalo
16:00 - Casos práticos de dados abertos
- Publicação de Dados Abertos de Compras Governamentais
- Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE)
- Pedro Markun, Comunidade Transparência Hacker
Conferência W3C eGov Brasil
Os padrões web e seus impactos no futuro do governo eletrônico
Data: 22 de novembro de 2010
Local: Teatro da Caixa, edifício matriz da Caixa Econômica Federal, Brasília - DF
Programação:
08:30 - Abertura
"Governo Eletrônico: Interoperabilidade e Transparência"
Demi Getschko, Presidente, NIC.br
Rodrigo Assumpção, Presidente, Dataprev
10:00 - Convidado especial
Demi Getschko, com a palestra "O futuro da internet"
11:00 - intervalo
11:30 - Os indicadores da internet e web brasileiras
- Alexandre Barbosa - "Perspectivas para 2015 - pesquisas TIC, crianças, e-gov"
- Vagner Diniz - "Censo da web - as dimensões do . gov.br"
Comentários: João Batista - SLTI/MP
12:30 - almoço
14:00 - Painel "Dados Abertos Governamentais"
- Infraestrutura Nacional de Dados Abertos
- COI-Web: Informações Estratégicas de Políticas Públicas
- Blog Dados Abertos
15:30 - intervalo
16:00 - Casos práticos de dados abertos
- Publicação de Dados Abertos de Compras Governamentais
- Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE)
- Pedro Markun, Comunidade Transparência Hacker
A Audioteca Sal & Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros) para pessoas cegas ou com deficiência visual, em todo o território nacional, de forma gratuita.
Possui, hoje, mais de 1.700 associados e conta, em seu acervo, com cerca de 2.700 títulos, entre didáticos/profissionalizantes e literatura.
O objetivo da Audioteca Sal e Luz é proporcionar, aos associados, meios para a conquista de uma vida com qualidade.
Mais do que inclusão, "desejamos viver numa sociedade que não exclua seus filhos, a despeito de todas as diferenças. Que essas diferenças sejam o estímulo necessário para nosso crescimento individual e para a construção de uma nação mais justa", explicam seus organizadores.
Fonte: MinC
| Fotos: Pedro França/Comunicação/MinC |
O Plano Nacional de Cultura (Projeto de Lei da Câmara (PLC) 56/10) foi aprovado, por unanimidade (9/11/2010) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal e segue agora para sanção presidencial. Depois de sua assinatura, o Ministério da Cultura terá 180 dias para definir metas a atingir na implementação do plano.
Demandado pela sociedade por meio da I e II Conferência Nacional de Cultura e em esforço conjunto entre o Ministério da Cultura e o Congresso Nacional, o PNC representa um avanço para a Cultura do país ao definir as diretrizes da política cultural pelos próximos 10 anos.
“A aprovação do Plano Nacional de Cultura é uma vitória muito grande, primeiro, porque institucionaliza os avanços obtidos nos últimos anos pelo governo federal na área da cultura e, depois, porque garante a continuidade das políticas culturais no Brasil”, comemorou o ministro da Cultura, Juca Ferreira.
A relatora do projeto, senadora Marisa Serrano, afirmou ser necessário ao Legislativo dar continuidade aos projetos em prol da cultura brasileira para que as diretrizes estabelecidas no Plano Nacional sejam eficazes ao marco regulatório do setor: “O PNC servirá como ponto de partida para um conjunto de políticas culturais a serem construídas”.
O que é o Plano Nacional de Cultura?
O Plano Nacional de Cultura (PNC) é o primeiro planejamento de longo prazo do Estado para a área cultural na história do país. Sua elaboração como projeto de lei é obrigatória por determinação da Constituição desde que o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 48, em 2005.
As prioridades e os conceitos trazidos por ele constituem um referencial de compartilhamento de recursos coletivos que norteará as políticas públicas da área num horizonte de dez anos, inclusive com metas.
Seu texto foi aperfeiçoado pela realização de 27 seminários, em cada unidade da federação, resultantes de um acordo entre MinC e Comissão de Educação e Cultura da Câmara.
Os 13 princípios do PNC
- Liberdade de expressão, criação e fruição
- Diversidade cultural
- Respeito aos direitos humanos
- Direito de todos à arte e à cultura
- Direito à informação, à comunicação e à crítica cultural
- Direito à memória e às tradições
- Responsabilidade socioambiental
- Valorização da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável
- Democratização das instâncias de formulação das políticas culturais
- Responsabilidade dos agentes públicos pela implementação das políticas culturais
- Colaboração entre agentes públicos e privados para o desenvolvimento da economia da cultura
- Participação e controle social na formulação e acompanhamento das políticas culturais
Pelo projeto, o governo federal terá 180 dias para definir metas para atingir esses objetivos, que serão medidas pelo Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), já em implantação no Ministério da Cultura.
Os estados e municípios que quiserem aderir às diretrizes e metas do Plano Nacional de Cultura terão de elaborar seu respectivo plano decenal em até 180 dias. Para isso, contarão com assistência do MinC. O conteúdo será desdobrado, ainda, em planos setoriais.
Fonte: Noblat
A percepção dos eleitores sobre posicionamentos morais dos candidatos com relação a aborto, religião, direitos civis de homossexuais e corrupção compõem o conjunto de temas mais citados no universo analisado neste estudo, respondendo por 35% das menções classificadas. Em mais de 70% delas, os temas foram mencionados de forma negativa aos dois candidatos. Entre os tópicos relacionados à moral, o aborto foi mais citado, e há mais menções sobre o tema com atributos negativos ao candidato Serra (71%) que à candidata Dilma (54%). A norma técnica do SUS assinada por Serra quando era ministro da Saúde, regulamentando o atendimento nos casos de aborto previstos por lei, e o depoimento de uma ex-aluna de Mônica Serra sobre um suposto aborto da mulher do candidato foram amplamente discutidos nas redes sociais, competindo em espaço no segundo turno com as polêmicas em torno da entrevista em que Dilma Rousseff afirmou ser favorável à legalização do aborto e do item sobre o tema no programa nacional de direitos humanos, criado pelo governo.
A arena em que as militâncias políticas se enfrentaram foi o Orkut. As comunidades da rede social mais tradicional e de maior alcance no pais foram palco de longas discussões entre apoiadores dos dois candidatos.
O Twitter foi a rede mais neutra: mais da metade das menções analisadas repercutiam dados factuais da corrida eleitoral, cobertos pela grande mídia. Em todas as redes, os conteúdos positivos e neutros sobre a candidata Dilma Rousseff superaram os negativos, enquanto para José Serra essa proporção só se deu no Twitter. Destaca-se a ausência dos movimentos civis organizados, identificados como fonte em apenas 1% das intervenções, apesar do grande foco em questões consideradas bandeiras dos movimentos de defesa do direito da mulher e dos homossexuais. Para ler o estudo completo, clique aqui. O universo da pesquisa inclui Orkut, Twitter, YouTube e blogs, capturados segundo critérios de relevância e alcance dos posts. A amostra foi definida de acordo com a penetração dessas redes no Brasil. Para uma análise especial sobre o Twitter, utilizamos a ferramenta TweetReach.
Cynthia Garda é jornalista e lidera a equipe da FSB PR Digital em Brasília. Atuou como repórter e editora por dez anos em jornais brasileiros e como gerente no Google, trabalhando em São Paulo, Buenos Aires e Mountain View.
Fonte EducaRede
TV Web Educar na Cultura Digital discute redes sociais na escola

O conceito de redes sociais surgiu bem antes da web 2.0, mas foi nesta segunda geração da World Wide Web que a internet se tornou terreno fértil e propício para o surgimento das redes sociais virtuais, que apresentam, entre as suas principais características, a colaboração e a interação. Para discutir o impacto e as possibilidades dessas redes na educação, o 4º programa da TV Web Educar na Cultura Digital recebe, nesta quarta-feira, 10/11, às 16h, os convidados Tiago Dória e Claudemir Viana.
Jornalista e pesquisador de mídias sociais, Dória edita um blog pessoal sobre cultura, web, tecnologia e mídia. Já Viana é gestor da Rede Social Minha Terra - que integra o portal Educarede -, educomunicador e pesquisador, há 15 anos, da relação criança, mídias e educação.
Ao longo de uma hora, eles vão conversar com uma das mediadoras pedagógicas do Grupo de Estudos Online, Sônia Bertocchi. Os internautas poderão acompanhar tudo ao vivo, assim como participar enviando perguntas e comentários sobre o tema “Redes sociais na escola: sim ou não?” via chat ou Twitter (confira ao lado como interagir durante o programa).
O programa vai destacar o proeminente papel das redes sociais na discussão sobre “como educar na cultura digital” e também abordar as questões que estão diretamente relacionadas ao uso das redes como espaços para atividades pedagógicas na escola. O preparo dos educadores para lidar com a dinâmica das redes está entre essas questões.
A proposta desta edição da TV Web é debater como essas redes, já intensamente presentes no cotidiano dos jovens, podem ser trabalhadas e o porquê de esse uso ainda ser polêmico em algumas instituições. Em pauta, assuntos como o coworking/atividades pedagógicas colaborativas, a coexistência de redes sociais e dos blogs na escola, o dilema de até que ponto filtrar as redes, as experiências dos convidados em planejamento de atividades realizadas nas redes sociais, entre outros.
Os internautas podem sugerir, desde já, outros assuntos que queiram ver em discussão no programa. Basta usar a hashtag #ECDigital_TV no Twitter e fazer a sugestão. Os assuntos mais citados entram para a pauta.
Ao longo da transmissão do programa da TV Web Educar na Cultura Digital, os convidados responderão a perguntas feitas no chat da TV Web e também no Twitter por meio da hashtag #ECDigital_TV ou pela interação com os perfis @educultdigital e @educaredebrasil. Para participar, basta acessar, na quarta-feira (10/11), o site do Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital, a partir das 15h50, e clicar na imagem da TV que estará na home. Para assistir aos três programas anteriores da TV Web, clique aqui. |
Ao longo de uma hora, eles vão conversar com uma das mediadoras pedagógicas do Grupo de Estudos Online, Sônia Bertocchi. Os internautas poderão acompanhar tudo ao vivo, assim como participar enviando perguntas e comentários sobre o tema “Redes sociais na escola: sim ou não?” via chat ou Twitter (confira ao lado como interagir durante o programa).
O programa vai destacar o proeminente papel das redes sociais na discussão sobre “como educar na cultura digital” e também abordar as questões que estão diretamente relacionadas ao uso das redes como espaços para atividades pedagógicas na escola. O preparo dos educadores para lidar com a dinâmica das redes está entre essas questões.
A proposta desta edição da TV Web é debater como essas redes, já intensamente presentes no cotidiano dos jovens, podem ser trabalhadas e o porquê de esse uso ainda ser polêmico em algumas instituições. Em pauta, assuntos como o coworking/atividades pedagógicas colaborativas, a coexistência de redes sociais e dos blogs na escola, o dilema de até que ponto filtrar as redes, as experiências dos convidados em planejamento de atividades realizadas nas redes sociais, entre outros.
Os internautas podem sugerir, desde já, outros assuntos que queiram ver em discussão no programa. Basta usar a hashtag #ECDigital_TV no Twitter e fazer a sugestão. Os assuntos mais citados entram para a pauta.
Fonte: Forum Cultura Digital/Leonardo Foletto
Depois de 17 dias recebendo propostas para a programação, seja na forma de experiência, pesquisa acadêmica, oficina ou encontro de redes foi divulgada a programação do Fórum da Cultura Digital 2010. Foram enviadas mais de 100 propostas a partir da chamada pública para apresentação de atividades. Na medida do possível, os organizadores tentaram incorporar todas as sugestões na programação, "dentro do que se dá para fazer em três dias de evento sem matar de cansaço todo mundo. Podemos dizer que quase todas as inscrições feitas estão na programação; as poucas que não entraram foram por viabilidades técnicas ou financeiras que ainda estamos tentando resolver."
Fonte: Wireless/P.Cornils
Entre as propostas a serem apresentadas pelas empresas públicas de tecnologia e informação para as questões relacionadas a infraestrutura do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) está o uso livre da faixa de frequência de 700 MHz, que ficará disponível quando terminar o processo de migração da TV analógica para a digital, em 2016.Defendida pela Empresa de Tecnologia de Informação do Ceará (Etice), a proposta, que deve ser encaminhada ao Fórum Brasil Conectado, tem por objetivo abrigar nessa faixa os equipamentos de transmissão das redes públicas de processamento de dados. Com isso, essas empresas entram na disputa pela faixa dos 700 MHz, que já mobiliza os radiodifusores, seus atuais oupantes, e operadoras de telecom. O PNBL foi um dos temas dos paineis gerais do 38º Seminário Nacional de TIC para Gestão Pública - Secop 2010, que também debateu “Oportunidades e Desafios da TIC para a Copa do Mundo 2014". O Secop 2010, promovido pela Associação Brasileira das Entidades de TICs (ABEP), reuniu em Fortaleza (ago/2010) gestores de informática para a gestão pública de todo o Brasil. A execução de ações conjuntas e "a integração entre as empresas estaduais e a Telebrás poderá agilizar o processo (de fornecer conexões dentro do PNBL)", observou Paulo Cesar Coelho, presidente da Proderj. Entre as outras propostas apresentadas está a de exigir que todas as obras públicas prevejam, em seus projetos, a implantação de dutos e fibras ópticas para a implantação de redes de telecomunicações. E que parte dessas fibras seja considerada de utilidade pública, com contrapartidas a serem definidas. Copa 14 No tema de Copa 2014, o que ficou claro, com a apresentação do representante da Oi, Roni Wajnberg, é que para o evento em si a Fifa traz, dentro de um pacote fechado, a lista de seus principais fornecedores -- desde o segmento de hotelaria até telecomunicações. Esses fornecedores é que vão contratar os serviços e equipamentos de provedores locais. O grande desafio das empresas públicas de TICs, observou Coelho, da Proderj, será garantir que, dentro dos projetos de atendimento dos cadernos de encargos da Fifa, tudo o que for construído possa vir a constituir um legado, a ser usado pelo serviço público das cidades onde o evento vai ocorrer. "Acabar a Copa sem melhorar serviços de transporte, segurança, saúde no país é perder uma grande oportunidade", constata ele. E ressalva: "Não sei se há consciência clara do país em relação o que podemos ter de ganhos, de forma integrada". É verdade -- nenhuma solução nesse sentido foi apresentada pelos participantes do painel. |
WIRELESS MUNDI | Nº5 | Set 2010
Conex@o Agov Uma parceria entre a Momento Editorial e o CPqD vai permitir a criação de um Ranking das Cidades Digitais no país. A iniciativa tem como objetivo estimular as melhores políticas públicas de oferta de serviços de governo eletrônico à população e de disseminação do acesso à internet, por meio de pontos de coletivo de acesso e formação dos usuários. Com a criação do ranking, a revista Wireless Mundi espera ajudar os gestores públicos a buscar modelos sustentáveis de cidades digitais e metas para se alcançar a plena urbanização digital dos municípios. O ranking pretende, a partir do levantamento, criar uma pontuação para os projetos, elegendo as melhores iniciativas, que poderão servir de parâmetro para os municípios que ainda estão em busca de um modelo sustentável e se “perdem” em meio a diversidade de conceitos e formatos dos diferentes projetos de inclusão digital existentes.
A equipe do CPqD desenvolveu uma metodologia de classificação a partir do conceito, segundo o qual uma cidade, para ser digital, precisa: 1) conectar os órgãos públicos e aumentar a eficiência administrativa; 2) incorporar a tecnologia em sua política para que a infraestrutura possa resultar na oferta de melhores serviços à sociedade e em maior transparência dos gastos públicos; e 3) oferecer pontos de acesso gratuito à internet e difundir ações de inclusão digital. Com 14 questões, em formato fechado, o levantamento vai apurar o nível de informatização dos governos; a qualidade e a extensão da conexão à internet; os serviços eletrônicos disponíveis aos cidadãos; o grau de cobertura para acesso individual; e o grau de maturidade e interatividade com os cidadãos, entre outras. Para facilitar o preenchimento do questionário pelos gestores públicos, a Momento Editorial colocou o questionário no site da revista Wireless Mundi. As informações enviadas serão, posteriormente, analisadas pela equipe do CPqD, responsável pela elaboração do Ranking.
Ranking digital: a posição do Brasil fica estável.
Na edição 2010 da pesquisa Ranking Economia Digital, o Brasil manteve a mesma colocação obtida em 2009, o 42º segundo lugar, graças à melhoria nas categorias de “ambiente de negócios”, com melhores pontuações em oportunidade de mercado (7,8 pontos) e melhor política de investimento estrangeiro (7,75). Entretanto, o país piorou seu desempenho em “visão e política do governo” e “ambiente social e cultural”, com queda na nota de nível educacional de 7,5 para 6 pontos. A categoria “infraestrutura de tecnologia e conectividade” revela que a internet alcançou um percentual de crescimento menor que em 2009 e, por isso, o Brasil recebeu nota 3. Já o acesso a celulares cresceu nesse ano, o que rendeu 9 pontos, a melhor pontuação do país em todas as categorias do ranking. O estudo não aponta alterações nas notas de “ambiente jurídico” e “adoção por empresas e consumidores” no país.
Produzido anualmente pela divisão de consultoria da IBM e pela Unidade de Inteligência do The Economist, o estudo está em sua 11ª edição, e tem por objetivo avaliar a capacidade de 70 países de absorverem novas tecnologias de informação e comunicação e aplicá-las a favor do desenvolvimento econômico e social. Em toda a trajetória do estudo, o Brasil alcançou sua melhor posição em 2006, ocupando a 41ª posição. No ranking 2010, anunciado no final de julho, a Suécia, com 8,49 pontos, é a líder da pesquisa, seguida pela Dinamarca – primeira posição de 2009 –, Estados Unidos e Finlândia. Na América Latina, o Brasil ocupa o 2º lugar do ranking, perdendo para o Chile, em 30º na classificação geral. Com pontuação total de 5.27 do total de 10, o país manteve a mesma posição do ano passado, ainda que com uma nota inferior à dos 5.42 pontos conquistados em 2009. Também estão na pesquisa a Argentina (46ª posição), Peru (53º), Venezuela (55º) e Equador (60º). Já entre os países do bloco econômico BRIC, o Brasil manteve a liderança, apresentando o melhor ambiente geral para o crescimento do e-commerce.
O Ranking Economia Digital 2010 avaliou os quesitos qualidade de banda larga e conexões de fibra e 3G, o que provocou queda de posição em alguns dos países europeus e norte-americanos que aparecem entre os dez primeiros. Neles, a disponibilidade de conexões ultra-rápidas ainda precisa ser desenvolvida. Em contrapartida, economias asiáticas que investiram pesado na próxima geração de infraestrutura para internet subiram consideravelmente no ranking.
Cálculo das pontuações
A pontuação resulta da análise de seis categorias (e seu peso no modelo): infraestrutura de tecnologia e conectividade (20%); ambiente de negócios (15%); ambiente social e cultural (15%); ambiente jurídico (10%); visão e política do governo (15%); e adoção por empresas e consumidores (25%).
A pontuação resulta da análise de seis categorias (e seu peso no modelo): infraestrutura de tecnologia e conectividade (20%); ambiente de negócios (15%); ambiente social e cultural (15%); ambiente jurídico (10%); visão e política do governo (15%); e adoção por empresas e consumidores (25%).
Fonte: NEOFLUXO
Com o objetivo de identificar o fluxo das informações na internet sobre a eleição presidencial brasileira de 2010, o Grupo de Pesquisa Comunicação, Tecnologia e Cultura da Rede do Programa de Mestrado da Cásper Líbero (Teccred) desenvolveu o projeto de pesquisa aplicada NeoFluxo – um sistema especialmente programado para a coleta de dados de fontes oficiais dos principais candidatos (Facebook, Youtube, Flickr, Twitter e site oficial) e menções específicas no Twitter. O projeto, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), armazenou mais de 20 milhões de menções aos candidatos e palavras-chave definidas pelos pesquisadores responsáveis. Todo o material está disponível para visualização, cruzamento de dados e pesquisas, através da possibilidade da construção de APIs.
A principal meta dos pesquisadores é contribuir de maneira efetiva para a compreensão dos novos fluxos informativos na Web, cujo papel foi extremamente debatido durante a campanha. O questionamento sobre a relevância da rede nesta eleição permeia conversas de eleitores e estrategistas de campanhas. Alguns defendem que a Web foi um espaço para disseminar boatos, mentiras e ataques. Outros a enxergam como instrumento de engajamento e debate profundo de questões fundamentais para o país.
Com os dados disponibilizados pelo NeoFluxo será possível analisar, através de relações baseadas em metodologias científicas, como se deu o fluxo de informações na rede sobre a campanha presidencial brasileira. "O projeto NeoFluxo fornecerá aos pesquisadores e profissionais uma grande base de dados sobre como se comportaram as redes sociais nas eleições presidenciais brasileiras. Esses parâmetros são importantes, pois tiram os debates do âmbito apenas da percepção e passam as análises para o campo científico, que é importante para entendermos como os fluxos informacionais na Web podem ocorrer, nesse caso, no período eleitoral", afirma o coordenador do projeto, Prof. Dr. Walter Lima.
A metodologia utilizada pelo Teccred para fazer a coleta de dados foi fundamentada em palavras-chave selecionadas pelos pesquisadores com base no horário eleitoral dos candidatos na televisão. Para identificar o fluxo informativo e verificar quais mensagens e orientações dos candidatos influenciaram discussões, o NeoFluxo tomou como base o Twitter – rede que alcançou 8,9 milhões de visitantes em agosto de 2010, segundo a comScore.
Com o objetivo de identificar o fluxo das informações na internet sobre a eleição presidencial brasileira de 2010, o Grupo de Pesquisa Comunicação, Tecnologia e Cultura da Rede do Programa de Mestrado da Cásper Líbero (Teccred) desenvolveu o projeto de pesquisa aplicada NeoFluxo – um sistema especialmente programado para a coleta de dados de fontes oficiais dos principais candidatos (Facebook, Youtube, Flickr, Twitter e site oficial) e menções específicas no Twitter. O projeto, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), armazenou mais de 20 milhões de menções aos candidatos e palavras-chave definidas pelos pesquisadores responsáveis. Todo o material está disponível para visualização, cruzamento de dados e pesquisas, através da possibilidade da construção de APIs.
A principal meta dos pesquisadores é contribuir de maneira efetiva para a compreensão dos novos fluxos informativos na Web, cujo papel foi extremamente debatido durante a campanha. O questionamento sobre a relevância da rede nesta eleição permeia conversas de eleitores e estrategistas de campanhas. Alguns defendem que a Web foi um espaço para disseminar boatos, mentiras e ataques. Outros a enxergam como instrumento de engajamento e debate profundo de questões fundamentais para o país.
Com os dados disponibilizados pelo NeoFluxo será possível analisar, através de relações baseadas em metodologias científicas, como se deu o fluxo de informações na rede sobre a campanha presidencial brasileira. "O projeto NeoFluxo fornecerá aos pesquisadores e profissionais uma grande base de dados sobre como se comportaram as redes sociais nas eleições presidenciais brasileiras. Esses parâmetros são importantes, pois tiram os debates do âmbito apenas da percepção e passam as análises para o campo científico, que é importante para entendermos como os fluxos informacionais na Web podem ocorrer, nesse caso, no período eleitoral", afirma o coordenador do projeto, Prof. Dr. Walter Lima.
A metodologia utilizada pelo Teccred para fazer a coleta de dados foi fundamentada em palavras-chave selecionadas pelos pesquisadores com base no horário eleitoral dos candidatos na televisão. Para identificar o fluxo informativo e verificar quais mensagens e orientações dos candidatos influenciaram discussões, o NeoFluxo tomou como base o Twitter – rede que alcançou 8,9 milhões de visitantes em agosto de 2010, segundo a comScore.
Números e dados públicos
O NeoFluxo armazenou as atualizações dos canais oficiais (Twitter, Facebook, YouTube, Flickr e site) dos candidatos Dilma Rousseff e José Serra nos períodos de 11/09 a 03/10 e, durante o segundo turno, de 08/10 a 29/10. As atualizações da candidata Marina Silva também foram coletadas de 23/09 a 03/10. O resultado da coleta traz mais de 20,2 milhões de menções aos termos inseridos pelos pesquisadores, “Dilma”, “Serra” e “Marina”. A candidata eleita contabiliza mais de 1,6 milhões de citações diretas; enquanto José Serra alcança 1,3 milhões.
Todo o material compilado pelo NeoFluxo representa um amplo escopo de pesquisas sobre as eleições presidenciais de 2010 e seu impacto na internet. Com o objetivo de ampliar ao máximo as possibilidades de estudos, o acesso a todos os dados é oferecido à comunidade a partir de uma plataforma aberta, sob uma licença Creative Commons. As bases do NeoFluxo estão disponíveis por meio de uma API - conjunto de padrões de programação para acesso a um aplicativo de software baseado na web. Assim, os dados do NeoFluxo são acessíveis a qualquer desenvolvedor. Novas visualizações e relações entre as menções arquivadas podem ser criadas por quem tiver interesse. Informações como números de atualização dos candidatos em cada rede, lista de mensagens oficiais dos concorrentes e a busca no banco de dados do NeoFluxo são possíveis por meio da API, nos formatos XML e JSON.
O site do projeto disponibiliza ferramentas para que pessoas sem conhecimento técnico também possam ter acesso ao conteúdo do NeoFluxo. Já estão disponíveis as visualizações referentes ao primeiro turno das eleições, que revelam, por exemplo, que o perfil em rede social mais utilizado pela presidente eleita foi o Flickr, já o candidato derrotado priorizou o Facebook – que também traz as atualizações feitas no Twitter pelo candidato.
O NeoFluxo armazenou as atualizações dos canais oficiais (Twitter, Facebook, YouTube, Flickr e site) dos candidatos Dilma Rousseff e José Serra nos períodos de 11/09 a 03/10 e, durante o segundo turno, de 08/10 a 29/10. As atualizações da candidata Marina Silva também foram coletadas de 23/09 a 03/10. O resultado da coleta traz mais de 20,2 milhões de menções aos termos inseridos pelos pesquisadores, “Dilma”, “Serra” e “Marina”. A candidata eleita contabiliza mais de 1,6 milhões de citações diretas; enquanto José Serra alcança 1,3 milhões.
Todo o material compilado pelo NeoFluxo representa um amplo escopo de pesquisas sobre as eleições presidenciais de 2010 e seu impacto na internet. Com o objetivo de ampliar ao máximo as possibilidades de estudos, o acesso a todos os dados é oferecido à comunidade a partir de uma plataforma aberta, sob uma licença Creative Commons. As bases do NeoFluxo estão disponíveis por meio de uma API - conjunto de padrões de programação para acesso a um aplicativo de software baseado na web. Assim, os dados do NeoFluxo são acessíveis a qualquer desenvolvedor. Novas visualizações e relações entre as menções arquivadas podem ser criadas por quem tiver interesse. Informações como números de atualização dos candidatos em cada rede, lista de mensagens oficiais dos concorrentes e a busca no banco de dados do NeoFluxo são possíveis por meio da API, nos formatos XML e JSON.
O site do projeto disponibiliza ferramentas para que pessoas sem conhecimento técnico também possam ter acesso ao conteúdo do NeoFluxo. Já estão disponíveis as visualizações referentes ao primeiro turno das eleições, que revelam, por exemplo, que o perfil em rede social mais utilizado pela presidente eleita foi o Flickr, já o candidato derrotado priorizou o Facebook – que também traz as atualizações feitas no Twitter pelo candidato.
NeoFluxo nas redes
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Sobre o Teccred
O Grupo de Pesquisa Comunicação, Tecnologia e Cultura da Rede da Faculdade Cásper Líbero (Teccred), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero, é coordenado pelo Prof. Dr. Walter Teixeira Lima Júnior e composto por 23 pesquisadores, entre eles dois professores doutores, mestres e mestrandos, alunos lato sensu da Cásper Líbero, além de pesquisadores de iniciação científica da instituição. Clique aqui para o Twitter Teccred.
NeoFluxo Facebook
Sobre o Teccred
O Grupo de Pesquisa Comunicação, Tecnologia e Cultura da Rede da Faculdade Cásper Líbero (Teccred), vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero, é coordenado pelo Prof. Dr. Walter Teixeira Lima Júnior e composto por 23 pesquisadores, entre eles dois professores doutores, mestres e mestrandos, alunos lato sensu da Cásper Líbero, além de pesquisadores de iniciação científica da instituição. Clique aqui para o Twitter Teccred.




