Para comemorar os 38 anos da TVU.RN, professores, pesquisadores, alunos e interessados, vão refletir sobre a televisão como mídia e analisar sua contribuição para a comunicação potiguar. O seminário O Papel da TV para a Comunicação Social acontece no dia 9 de dezembro, a partir das 14:30 horas no auditório do LABCOM da UFRN, Natal, RN.
PROGRAMAÇÃO
14:30h - Abertura
Prof. Dr. Cipriano Maia – Pró-Reitor de Extensão/UFRN
Prof. Dr. Márcio Valença – Diretor do CCHLA/UFRN
Profª. Drª. Josimey Costa da Silva– Superintendente de Comunicação/UFRN
Jornalista Gorete Gurgel – Diretora da TV Universitária/UFRN
Profª. Drª. Maria das Graças Pinto Coelho – Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia da UFRN
Prof. Ms. Ruy Alckmin – Vice-chefe do Departamento de Comunicação Social da UFRN
15:00h – Exibição de vídeo sobre a história da TVU-RN
15:300h – Painel – A televisão como mídia: análise e perspectivas
Coordenador: Prof. Dr. Márcio Capriglione – Dept. Psicologia/UFRN
Participantes: Profª. Drª. Walkiria Kneipp – PpgEM – Decom/UFRN
Prof. Maurício Pandolphi –SimTV
Profª. Ms. Míriam Moema – DECOM/ UFRN
17:00h – Debate
17: 30h - INTERVALO
19:30h – Painel: Um panorama da televisão no RN
Coordenador: Profª. Drª. Maria Angela Pavan – PPgEM – Decom/UFRN
Participantes: Prof. Dr. Arnon de Andrade – DEPED/UFRN
Esp. Em Marketing Dirceu Simabucuru – InterTV Cabugi
Ms. Rudson Soares – Intervozes/RN
21:00h – Debate
No próximo dia 30 de novembro, às 19 horas, no Auditório do Labcom da Universidade Federal do Rio Grande do Norte acontecerá o Café Intercom. Durante o evento, os autores Maria Érica de Oliveira Lima, Sebastião Guilherme Albano da Costa e Valquíria Aparecida Passos Kneipp lançarão os livros:
Mídia Regional: Indústria, mercado e cultura,
Sociedade, Teorias da Mídia e Audiovisual na América Latina, e
60 anos de telejornalismo no Brasil: história, análise e crítica.
Além do lançamento dos livros haverá uma apresentação das obras pelos autores. A mesa será coordenada pelo chefe do Departamento de Comunicação, Adriano Charles Cruz. O evento tem o apoio do Departamento de Comunicação e do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFRN.
Informações livros:
1-) Título: Mídia Regional: Indústria, mercado e cultura. Autora: Maria Érica de Oliveira Lima. Natal, Ed. UFRN, 2010.
O livro é fruto da tese de doutorado em Comunicação Social defendida na Universidade Metodista de São Paulo e trata do fenômeno da indústria cultural regional sob o aspecto empírico da Rede Somzoom Sat, emissora cuja transmissão via satélite, localizada em Fortaleza, CE, desempenha a proliferação do forró eletrônico e identidades locais por vários estados do Brasil. O livro ainda aborda a Indústria cultural sob uma perspectiva atual, cultura e identidade regional, conceitos de cultura na sociedade e globalização, além de buscar em referências portuguesas e espanholas conceitos de localismo, consumo, regionalismo e globalismo. Mapeia a indústria fonográfica do global ao local e o surgimento da tecnologia no Nordeste brasileiro. Traz ainda histórico do for all, músicas regionais nordestinas e um estudo de caso da banda Mastruz com Leite, pioneira neste gênero. Com prefácio da profa. Dra. Anamaria Fadul, Mídia Regional, é uma obra que pretende estimular as pesquisas em comunicação cujos objetos possam responder os fenômenos locais e regionais que estão espalhados pelo Brasil a fora.
2-) Título: Sociedade, Teorias da Mídia e Audiovisual na América Latina. Organizadores: Sebastião Guilherme Albano da Costa e Maria Érica de Oliveira Lima. Jaboticabal\SP: Ed. Funep, 2010.
O livro é uma coletânea de vários artigos que debatem, em uma parte dos temas, a América Latina sob o ponto de vista da sociedade, como por exemplo, os acontecimentos e o fluxo de gente entre a fronteira do México e dos Estados Unidos; apontamentos da economia política e a inserção no mercado global; a retórica da mídia e a origem do continente. No campo do audiovisual, destacamos como estudo de caso o cinema de Luis Buñuel e uma leitura da cinematografia para a América Latina, tendo como exemplo o cinema argentino e a filmografia de Eliseo Subiela. Do Brasil abordamos a Televisão de fronteira entre o país e o Paraguai e o registro dos 50 anos da CIESPAL Centro Internacional de Estudos Superiores de Periodismo para América Latina. Num esforço de reunir pesquisadores do Brasil, dos Estados Unidos e do México, é uma obra que pretende responder os fenômenos gerados pela mídia, de vez que esta prática social ascendeu como principal víncul o entre os conteúdos do mundo e da vida e os processos de subjetivação na própria a América Latina.
O livro é uma coletânea de vários artigos que debatem, em uma parte dos temas, a América Latina sob o ponto de vista da sociedade, como por exemplo, os acontecimentos e o fluxo de gente entre a fronteira do México e dos Estados Unidos; apontamentos da economia política e a inserção no mercado global; a retórica da mídia e a origem do continente. No campo do audiovisual, destacamos como estudo de caso o cinema de Luis Buñuel e uma leitura da cinematografia para a América Latina, tendo como exemplo o cinema argentino e a filmografia de Eliseo Subiela. Do Brasil abordamos a Televisão de fronteira entre o país e o Paraguai e o registro dos 50 anos da CIESPAL Centro Internacional de Estudos Superiores de Periodismo para América Latina. Num esforço de reunir pesquisadores do Brasil, dos Estados Unidos e do México, é uma obra que pretende responder os fenômenos gerados pela mídia, de vez que esta prática social ascendeu como principal víncul o entre os conteúdos do mundo e da vida e os processos de subjetivação na própria a América Latina.
Artigos:
Apontamentos da economia política para a América Latina: globalização e sociedade - Maria Érica de Oliveira Lima - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Disierto lleno de gente: avatares de la multitud en la frontera entre México y Estados Unidos - Héctor Ruvalcaba University of Texas at Austin.
A retórica espetacular: instrução e mídia na origem da América Latina - Sebastião Guilherme Albano da Costa Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
CIESPAL: centro articulador Del desarrollo periodístico en América Latina: cincueta años de contribución - Maria Cristina Gobbi Universidade Estadual de São Paulo.
Notícias da Fronteira: televisão e telejornalismo na fronteira do Brasil com o Paraguai - Marcelo Cancio Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
Up from Frito Brandito: eight counter-stereotyping strategies from recent television commercials - Charles Berg - University of Texas at Austin.
Um paladim cinematográfico para América Latina - Nancy Membrez University of Texas at San Antonio.
Luis Buñuel: SUS fuentes iniciales - Aurelio de los Reyes Universidade Autónoma de México.
3-) Título: 60 anos de telejornalismo no Brasil: história, análise e crítica. Autores: Ana Carolina Rocha Pessoa Temer, Alfredo Vizeu, Fabiana Siqueira, Beatriz Becker, Lara Mateus, Lidiane Queróz, Laura Maia, Eduardo Butter e Carol Machado, Célia Ladeira Mota, Christina Ferraz Musse, Mila Pernisa, Edna Mello, Liana Vidigal Rocha, Flávio Porcello, Débora Lapa Gadret, Guilherme Rezende, Iluska Coutinho, Jhonatan Mata, Sérgio Mattos, Valquíria Kneipp. Editora: Insular.
Depois de seis décadas de telejornalismo em nosso país, um grupo atento e comprometido de professores, pesquisadores e profissionais de dez universidades públicas brasileiras, historiam, analisam e criticam os erros e acertos da televisão. Empenharam-se em apresentar uma compreensão e visão integral do fenômeno telejornalístico: sua evolução histórica, a revolução das fontes, seus gêneros, sua influência na cidadania e na identidade nacional, o modelo comercial e o público, o ciberespaço, sua ação política e o poder, seu compromisso com a justiça social, e a formação profissional. Esta é a reflexão que este livro propõe sobre os noticiários que adentram em quase cem por cento dos lares brasileiros. Prefácio de José Marques de Melo.
Convite
Convidamos Vossa Senhoria para participar da Conferência W3C EGov Brasil, que tem como objetivo reunir órgãos públicos e pesquisadores para debater a Web na perspectiva do Governo Eletrônico, conhecendo seus novos usos e conversando sobre suas melhores práticas.
Conferência W3C eGov Brasil
Os padrões web e seus impactos no futuro do governo eletrônico
Data: 22 de novembro de 2010
Local: Teatro da Caixa, edifício matriz da Caixa Econômica Federal, Brasília - DF
Programação:
08:30 - Abertura
"Governo Eletrônico: Interoperabilidade e Transparência"
Demi Getschko, Presidente, NIC.br
Rodrigo Assumpção, Presidente, Dataprev
10:00 - Convidado especial
Demi Getschko, com a palestra "O futuro da internet"
11:00 - intervalo
11:30 - Os indicadores da internet e web brasileiras
- Alexandre Barbosa - "Perspectivas para 2015 - pesquisas TIC, crianças, e-gov"
- Vagner Diniz - "Censo da web - as dimensões do . gov.br"
Comentários: João Batista - SLTI/MP
12:30 - almoço
14:00 - Painel "Dados Abertos Governamentais"
- Infraestrutura Nacional de Dados Abertos
- COI-Web: Informações Estratégicas de Políticas Públicas
- Blog Dados Abertos
15:30 - intervalo
16:00 - Casos práticos de dados abertos
- Publicação de Dados Abertos de Compras Governamentais
- Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE)
- Pedro Markun, Comunidade Transparência Hacker
Conferência W3C eGov Brasil
Os padrões web e seus impactos no futuro do governo eletrônico
Data: 22 de novembro de 2010
Local: Teatro da Caixa, edifício matriz da Caixa Econômica Federal, Brasília - DF
Programação:
08:30 - Abertura
"Governo Eletrônico: Interoperabilidade e Transparência"
Demi Getschko, Presidente, NIC.br
Rodrigo Assumpção, Presidente, Dataprev
10:00 - Convidado especial
Demi Getschko, com a palestra "O futuro da internet"
11:00 - intervalo
11:30 - Os indicadores da internet e web brasileiras
- Alexandre Barbosa - "Perspectivas para 2015 - pesquisas TIC, crianças, e-gov"
- Vagner Diniz - "Censo da web - as dimensões do . gov.br"
Comentários: João Batista - SLTI/MP
12:30 - almoço
14:00 - Painel "Dados Abertos Governamentais"
- Infraestrutura Nacional de Dados Abertos
- COI-Web: Informações Estratégicas de Políticas Públicas
- Blog Dados Abertos
15:30 - intervalo
16:00 - Casos práticos de dados abertos
- Publicação de Dados Abertos de Compras Governamentais
- Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE)
- Pedro Markun, Comunidade Transparência Hacker
A Audioteca Sal & Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros) para pessoas cegas ou com deficiência visual, em todo o território nacional, de forma gratuita.
Possui, hoje, mais de 1.700 associados e conta, em seu acervo, com cerca de 2.700 títulos, entre didáticos/profissionalizantes e literatura.
O objetivo da Audioteca Sal e Luz é proporcionar, aos associados, meios para a conquista de uma vida com qualidade.
Mais do que inclusão, "desejamos viver numa sociedade que não exclua seus filhos, a despeito de todas as diferenças. Que essas diferenças sejam o estímulo necessário para nosso crescimento individual e para a construção de uma nação mais justa", explicam seus organizadores.
Fonte: MinC
| Fotos: Pedro França/Comunicação/MinC |
O Plano Nacional de Cultura (Projeto de Lei da Câmara (PLC) 56/10) foi aprovado, por unanimidade (9/11/2010) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal e segue agora para sanção presidencial. Depois de sua assinatura, o Ministério da Cultura terá 180 dias para definir metas a atingir na implementação do plano.
Demandado pela sociedade por meio da I e II Conferência Nacional de Cultura e em esforço conjunto entre o Ministério da Cultura e o Congresso Nacional, o PNC representa um avanço para a Cultura do país ao definir as diretrizes da política cultural pelos próximos 10 anos.
“A aprovação do Plano Nacional de Cultura é uma vitória muito grande, primeiro, porque institucionaliza os avanços obtidos nos últimos anos pelo governo federal na área da cultura e, depois, porque garante a continuidade das políticas culturais no Brasil”, comemorou o ministro da Cultura, Juca Ferreira.
A relatora do projeto, senadora Marisa Serrano, afirmou ser necessário ao Legislativo dar continuidade aos projetos em prol da cultura brasileira para que as diretrizes estabelecidas no Plano Nacional sejam eficazes ao marco regulatório do setor: “O PNC servirá como ponto de partida para um conjunto de políticas culturais a serem construídas”.
O que é o Plano Nacional de Cultura?
O Plano Nacional de Cultura (PNC) é o primeiro planejamento de longo prazo do Estado para a área cultural na história do país. Sua elaboração como projeto de lei é obrigatória por determinação da Constituição desde que o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 48, em 2005.
As prioridades e os conceitos trazidos por ele constituem um referencial de compartilhamento de recursos coletivos que norteará as políticas públicas da área num horizonte de dez anos, inclusive com metas.
Seu texto foi aperfeiçoado pela realização de 27 seminários, em cada unidade da federação, resultantes de um acordo entre MinC e Comissão de Educação e Cultura da Câmara.
Os 13 princípios do PNC
- Liberdade de expressão, criação e fruição
- Diversidade cultural
- Respeito aos direitos humanos
- Direito de todos à arte e à cultura
- Direito à informação, à comunicação e à crítica cultural
- Direito à memória e às tradições
- Responsabilidade socioambiental
- Valorização da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável
- Democratização das instâncias de formulação das políticas culturais
- Responsabilidade dos agentes públicos pela implementação das políticas culturais
- Colaboração entre agentes públicos e privados para o desenvolvimento da economia da cultura
- Participação e controle social na formulação e acompanhamento das políticas culturais
Pelo projeto, o governo federal terá 180 dias para definir metas para atingir esses objetivos, que serão medidas pelo Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC), já em implantação no Ministério da Cultura.
Os estados e municípios que quiserem aderir às diretrizes e metas do Plano Nacional de Cultura terão de elaborar seu respectivo plano decenal em até 180 dias. Para isso, contarão com assistência do MinC. O conteúdo será desdobrado, ainda, em planos setoriais.
Fonte: Noblat
A percepção dos eleitores sobre posicionamentos morais dos candidatos com relação a aborto, religião, direitos civis de homossexuais e corrupção compõem o conjunto de temas mais citados no universo analisado neste estudo, respondendo por 35% das menções classificadas. Em mais de 70% delas, os temas foram mencionados de forma negativa aos dois candidatos. Entre os tópicos relacionados à moral, o aborto foi mais citado, e há mais menções sobre o tema com atributos negativos ao candidato Serra (71%) que à candidata Dilma (54%). A norma técnica do SUS assinada por Serra quando era ministro da Saúde, regulamentando o atendimento nos casos de aborto previstos por lei, e o depoimento de uma ex-aluna de Mônica Serra sobre um suposto aborto da mulher do candidato foram amplamente discutidos nas redes sociais, competindo em espaço no segundo turno com as polêmicas em torno da entrevista em que Dilma Rousseff afirmou ser favorável à legalização do aborto e do item sobre o tema no programa nacional de direitos humanos, criado pelo governo.
A arena em que as militâncias políticas se enfrentaram foi o Orkut. As comunidades da rede social mais tradicional e de maior alcance no pais foram palco de longas discussões entre apoiadores dos dois candidatos.
O Twitter foi a rede mais neutra: mais da metade das menções analisadas repercutiam dados factuais da corrida eleitoral, cobertos pela grande mídia. Em todas as redes, os conteúdos positivos e neutros sobre a candidata Dilma Rousseff superaram os negativos, enquanto para José Serra essa proporção só se deu no Twitter. Destaca-se a ausência dos movimentos civis organizados, identificados como fonte em apenas 1% das intervenções, apesar do grande foco em questões consideradas bandeiras dos movimentos de defesa do direito da mulher e dos homossexuais. Para ler o estudo completo, clique aqui. O universo da pesquisa inclui Orkut, Twitter, YouTube e blogs, capturados segundo critérios de relevância e alcance dos posts. A amostra foi definida de acordo com a penetração dessas redes no Brasil. Para uma análise especial sobre o Twitter, utilizamos a ferramenta TweetReach.
Cynthia Garda é jornalista e lidera a equipe da FSB PR Digital em Brasília. Atuou como repórter e editora por dez anos em jornais brasileiros e como gerente no Google, trabalhando em São Paulo, Buenos Aires e Mountain View.
Fonte EducaRede
TV Web Educar na Cultura Digital discute redes sociais na escola

O conceito de redes sociais surgiu bem antes da web 2.0, mas foi nesta segunda geração da World Wide Web que a internet se tornou terreno fértil e propício para o surgimento das redes sociais virtuais, que apresentam, entre as suas principais características, a colaboração e a interação. Para discutir o impacto e as possibilidades dessas redes na educação, o 4º programa da TV Web Educar na Cultura Digital recebe, nesta quarta-feira, 10/11, às 16h, os convidados Tiago Dória e Claudemir Viana.
Jornalista e pesquisador de mídias sociais, Dória edita um blog pessoal sobre cultura, web, tecnologia e mídia. Já Viana é gestor da Rede Social Minha Terra - que integra o portal Educarede -, educomunicador e pesquisador, há 15 anos, da relação criança, mídias e educação.
Ao longo de uma hora, eles vão conversar com uma das mediadoras pedagógicas do Grupo de Estudos Online, Sônia Bertocchi. Os internautas poderão acompanhar tudo ao vivo, assim como participar enviando perguntas e comentários sobre o tema “Redes sociais na escola: sim ou não?” via chat ou Twitter (confira ao lado como interagir durante o programa).
O programa vai destacar o proeminente papel das redes sociais na discussão sobre “como educar na cultura digital” e também abordar as questões que estão diretamente relacionadas ao uso das redes como espaços para atividades pedagógicas na escola. O preparo dos educadores para lidar com a dinâmica das redes está entre essas questões.
A proposta desta edição da TV Web é debater como essas redes, já intensamente presentes no cotidiano dos jovens, podem ser trabalhadas e o porquê de esse uso ainda ser polêmico em algumas instituições. Em pauta, assuntos como o coworking/atividades pedagógicas colaborativas, a coexistência de redes sociais e dos blogs na escola, o dilema de até que ponto filtrar as redes, as experiências dos convidados em planejamento de atividades realizadas nas redes sociais, entre outros.
Os internautas podem sugerir, desde já, outros assuntos que queiram ver em discussão no programa. Basta usar a hashtag #ECDigital_TV no Twitter e fazer a sugestão. Os assuntos mais citados entram para a pauta.
Ao longo da transmissão do programa da TV Web Educar na Cultura Digital, os convidados responderão a perguntas feitas no chat da TV Web e também no Twitter por meio da hashtag #ECDigital_TV ou pela interação com os perfis @educultdigital e @educaredebrasil. Para participar, basta acessar, na quarta-feira (10/11), o site do Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital, a partir das 15h50, e clicar na imagem da TV que estará na home. Para assistir aos três programas anteriores da TV Web, clique aqui. |
Ao longo de uma hora, eles vão conversar com uma das mediadoras pedagógicas do Grupo de Estudos Online, Sônia Bertocchi. Os internautas poderão acompanhar tudo ao vivo, assim como participar enviando perguntas e comentários sobre o tema “Redes sociais na escola: sim ou não?” via chat ou Twitter (confira ao lado como interagir durante o programa).
O programa vai destacar o proeminente papel das redes sociais na discussão sobre “como educar na cultura digital” e também abordar as questões que estão diretamente relacionadas ao uso das redes como espaços para atividades pedagógicas na escola. O preparo dos educadores para lidar com a dinâmica das redes está entre essas questões.
A proposta desta edição da TV Web é debater como essas redes, já intensamente presentes no cotidiano dos jovens, podem ser trabalhadas e o porquê de esse uso ainda ser polêmico em algumas instituições. Em pauta, assuntos como o coworking/atividades pedagógicas colaborativas, a coexistência de redes sociais e dos blogs na escola, o dilema de até que ponto filtrar as redes, as experiências dos convidados em planejamento de atividades realizadas nas redes sociais, entre outros.
Os internautas podem sugerir, desde já, outros assuntos que queiram ver em discussão no programa. Basta usar a hashtag #ECDigital_TV no Twitter e fazer a sugestão. Os assuntos mais citados entram para a pauta.

