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Fonte: Portal Intercom
No último Café Intercom realizado em Fortaleza (CE), no dia 8 de dezembro no auditório da Livraria Cultura , os autores Maria Érica de Oliveira Lima, Valquíria Aparecida Passos Kneipp e Alberto Magno Perdigão lançaram os livros: Mídia Regional: Indústria, mercado e cultura; 60 anos de telejornalismo no Brasil - história, análise e crítica; e Comunicação Pública e TV Digital – interatividade ou imperatividade na TV Pública. Antes do lançamento dos livros houve uma apresentação das obras pelos autores. A mesa foi coordenada pela diretora do Centro de Ciências Humanas da Unifor, Erotilde Honório.
No último Café Intercom realizado em Fortaleza (CE), no dia 8 de dezembro no auditório da Livraria Cultura , os autores Maria Érica de Oliveira Lima, Valquíria Aparecida Passos Kneipp e Alberto Magno Perdigão lançaram os livros: Mídia Regional: Indústria, mercado e cultura; 60 anos de telejornalismo no Brasil - história, análise e crítica; e Comunicação Pública e TV Digital – interatividade ou imperatividade na TV Pública. Antes do lançamento dos livros houve uma apresentação das obras pelos autores. A mesa foi coordenada pela diretora do Centro de Ciências Humanas da Unifor, Erotilde Honório.
No próximo dia 30 de novembro, às 19 horas, no Auditório do Labcom da Universidade Federal do Rio Grande do Norte acontecerá o Café Intercom. Durante o evento, os autores Maria Érica de Oliveira Lima, Sebastião Guilherme Albano da Costa e Valquíria Aparecida Passos Kneipp lançarão os livros:
Mídia Regional: Indústria, mercado e cultura,
Sociedade, Teorias da Mídia e Audiovisual na América Latina, e
60 anos de telejornalismo no Brasil: história, análise e crítica.
Além do lançamento dos livros haverá uma apresentação das obras pelos autores. A mesa será coordenada pelo chefe do Departamento de Comunicação, Adriano Charles Cruz. O evento tem o apoio do Departamento de Comunicação e do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFRN.
Informações livros:
1-) Título: Mídia Regional: Indústria, mercado e cultura. Autora: Maria Érica de Oliveira Lima. Natal, Ed. UFRN, 2010.
O livro é fruto da tese de doutorado em Comunicação Social defendida na Universidade Metodista de São Paulo e trata do fenômeno da indústria cultural regional sob o aspecto empírico da Rede Somzoom Sat, emissora cuja transmissão via satélite, localizada em Fortaleza, CE, desempenha a proliferação do forró eletrônico e identidades locais por vários estados do Brasil. O livro ainda aborda a Indústria cultural sob uma perspectiva atual, cultura e identidade regional, conceitos de cultura na sociedade e globalização, além de buscar em referências portuguesas e espanholas conceitos de localismo, consumo, regionalismo e globalismo. Mapeia a indústria fonográfica do global ao local e o surgimento da tecnologia no Nordeste brasileiro. Traz ainda histórico do for all, músicas regionais nordestinas e um estudo de caso da banda Mastruz com Leite, pioneira neste gênero. Com prefácio da profa. Dra. Anamaria Fadul, Mídia Regional, é uma obra que pretende estimular as pesquisas em comunicação cujos objetos possam responder os fenômenos locais e regionais que estão espalhados pelo Brasil a fora.
2-) Título: Sociedade, Teorias da Mídia e Audiovisual na América Latina. Organizadores: Sebastião Guilherme Albano da Costa e Maria Érica de Oliveira Lima. Jaboticabal\SP: Ed. Funep, 2010.
O livro é uma coletânea de vários artigos que debatem, em uma parte dos temas, a América Latina sob o ponto de vista da sociedade, como por exemplo, os acontecimentos e o fluxo de gente entre a fronteira do México e dos Estados Unidos; apontamentos da economia política e a inserção no mercado global; a retórica da mídia e a origem do continente. No campo do audiovisual, destacamos como estudo de caso o cinema de Luis Buñuel e uma leitura da cinematografia para a América Latina, tendo como exemplo o cinema argentino e a filmografia de Eliseo Subiela. Do Brasil abordamos a Televisão de fronteira entre o país e o Paraguai e o registro dos 50 anos da CIESPAL Centro Internacional de Estudos Superiores de Periodismo para América Latina. Num esforço de reunir pesquisadores do Brasil, dos Estados Unidos e do México, é uma obra que pretende responder os fenômenos gerados pela mídia, de vez que esta prática social ascendeu como principal víncul o entre os conteúdos do mundo e da vida e os processos de subjetivação na própria a América Latina.
O livro é uma coletânea de vários artigos que debatem, em uma parte dos temas, a América Latina sob o ponto de vista da sociedade, como por exemplo, os acontecimentos e o fluxo de gente entre a fronteira do México e dos Estados Unidos; apontamentos da economia política e a inserção no mercado global; a retórica da mídia e a origem do continente. No campo do audiovisual, destacamos como estudo de caso o cinema de Luis Buñuel e uma leitura da cinematografia para a América Latina, tendo como exemplo o cinema argentino e a filmografia de Eliseo Subiela. Do Brasil abordamos a Televisão de fronteira entre o país e o Paraguai e o registro dos 50 anos da CIESPAL Centro Internacional de Estudos Superiores de Periodismo para América Latina. Num esforço de reunir pesquisadores do Brasil, dos Estados Unidos e do México, é uma obra que pretende responder os fenômenos gerados pela mídia, de vez que esta prática social ascendeu como principal víncul o entre os conteúdos do mundo e da vida e os processos de subjetivação na própria a América Latina.
Artigos:
Apontamentos da economia política para a América Latina: globalização e sociedade - Maria Érica de Oliveira Lima - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Disierto lleno de gente: avatares de la multitud en la frontera entre México y Estados Unidos - Héctor Ruvalcaba University of Texas at Austin.
A retórica espetacular: instrução e mídia na origem da América Latina - Sebastião Guilherme Albano da Costa Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
CIESPAL: centro articulador Del desarrollo periodístico en América Latina: cincueta años de contribución - Maria Cristina Gobbi Universidade Estadual de São Paulo.
Notícias da Fronteira: televisão e telejornalismo na fronteira do Brasil com o Paraguai - Marcelo Cancio Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
Up from Frito Brandito: eight counter-stereotyping strategies from recent television commercials - Charles Berg - University of Texas at Austin.
Um paladim cinematográfico para América Latina - Nancy Membrez University of Texas at San Antonio.
Luis Buñuel: SUS fuentes iniciales - Aurelio de los Reyes Universidade Autónoma de México.
3-) Título: 60 anos de telejornalismo no Brasil: história, análise e crítica. Autores: Ana Carolina Rocha Pessoa Temer, Alfredo Vizeu, Fabiana Siqueira, Beatriz Becker, Lara Mateus, Lidiane Queróz, Laura Maia, Eduardo Butter e Carol Machado, Célia Ladeira Mota, Christina Ferraz Musse, Mila Pernisa, Edna Mello, Liana Vidigal Rocha, Flávio Porcello, Débora Lapa Gadret, Guilherme Rezende, Iluska Coutinho, Jhonatan Mata, Sérgio Mattos, Valquíria Kneipp. Editora: Insular.
Depois de seis décadas de telejornalismo em nosso país, um grupo atento e comprometido de professores, pesquisadores e profissionais de dez universidades públicas brasileiras, historiam, analisam e criticam os erros e acertos da televisão. Empenharam-se em apresentar uma compreensão e visão integral do fenômeno telejornalístico: sua evolução histórica, a revolução das fontes, seus gêneros, sua influência na cidadania e na identidade nacional, o modelo comercial e o público, o ciberespaço, sua ação política e o poder, seu compromisso com a justiça social, e a formação profissional. Esta é a reflexão que este livro propõe sobre os noticiários que adentram em quase cem por cento dos lares brasileiros. Prefácio de José Marques de Melo.
Elizabeth Bastos Duarte e
Maria Lília Dias de Castro
convidam para o lançamento dos livros:
Maria Lília Dias de Castro
convidam para o lançamento dos livros:
Convergências Midiáticas: produção ficcional – RBS TV
Compreender a televisão (François Jost)
que fazem parte da Coleção Estudos sobre o audiovisual,
Fonte: ECA/FILOCOM
O crescimento da área de comunicação no país, especialmente a partir da década de 70 do século passado, desencadeou conteúdos e definições muitas vezes impróprios, que se tornaram clichês ainda operantes no cotidiano acadêmico. O Dicionário da Comunicação, lançamento da PAULUS, emerge da necessidade urgente de “uma ordenação, uma estruturação, um código próprio que busque rever os conceitos da área, aperfeiçoá-los e expurgar aquilo que é indevido, incorreto, transposição mal resolvida, solução de primeira hora”, explica o autor.
Organizado por Ciro Marcondes Filho e com a colaboração de 60 especialistas brasileiros, o Dicionário da Comunicação, da PAULUS, busca ratificar a função reguladora e ordenadora de um dicionário, com propostas que tem por objetivo revisar expressões indevidas que norteiam essa ciência. Por exemplo, no que se refere à terminologia, houve a conversão de todas as frases e expressões que continham a palavra “mídia” e seus derivados para o termo original media, corrigindo assim a ambiguidade linguística.
O dicionário é composto de verbetes de conceitos da comunicação, que apresentam, além das etimologias e das aplicações em outras áreas, a referência de temas próximos, opostos e correlacionados. A obra dispõe também de verbetes de pensadores que incluem o nome da obra relacionada e o ano de sua publicação para eventuais consultas específicas.
De máxima relevância ao espectro da comunicação em todas as suas formas, meios e instâncias, o Dicionário da Comunicação visa suprir as carências conceituais da comunicação stricto sensu, como o vocabulário, a construção de categorias, o desenvolvimento de um saber próprio, eminentemente comunicacional, que, segundo a obra, ficou em segundo plano. “A isso se soma o fato da área de comunicação neste país ter criado uma demanda muito grande de profissionais de ensino e de pesquisa para ocupar postos na universidade, profissionais esses que não estavam em condições de atender adequadamente essa exigência, pois não haviam sido formados especificamente no estudo dos fenômenos comunicacionais”, analisa o organizador. O Dicionário da Comunicação, da PAULUS, auxilia a comunicação a constituir-se como um campo próprio, um saber específico, sem dispensar as trocas com as demais áreas humanas, pois, como relata Ciro Marcondes, “há ainda muito que se depurar em construção desse saber”. Para isso, a obra enriquece e complementa o estudo da comunicação, fortalece o ensino acadêmico e direciona essa ciência para um novo tempo. Ciro Marcondes Filho é jornalista, sociólogo e tradutor. Doutor pela Universidade de Frankfurt e pós-doutor pela Universidade de Grenoble. Professor titular da ECA-USP. Coordenador do Núcleo de Estudos Filosóficos da Comunicação (FiloCom).
Organizado por Ciro Marcondes Filho e com a colaboração de 60 especialistas brasileiros, o Dicionário da Comunicação, da PAULUS, busca ratificar a função reguladora e ordenadora de um dicionário, com propostas que tem por objetivo revisar expressões indevidas que norteiam essa ciência. Por exemplo, no que se refere à terminologia, houve a conversão de todas as frases e expressões que continham a palavra “mídia” e seus derivados para o termo original media, corrigindo assim a ambiguidade linguística.
O dicionário é composto de verbetes de conceitos da comunicação, que apresentam, além das etimologias e das aplicações em outras áreas, a referência de temas próximos, opostos e correlacionados. A obra dispõe também de verbetes de pensadores que incluem o nome da obra relacionada e o ano de sua publicação para eventuais consultas específicas.
De máxima relevância ao espectro da comunicação em todas as suas formas, meios e instâncias, o Dicionário da Comunicação visa suprir as carências conceituais da comunicação stricto sensu, como o vocabulário, a construção de categorias, o desenvolvimento de um saber próprio, eminentemente comunicacional, que, segundo a obra, ficou em segundo plano. “A isso se soma o fato da área de comunicação neste país ter criado uma demanda muito grande de profissionais de ensino e de pesquisa para ocupar postos na universidade, profissionais esses que não estavam em condições de atender adequadamente essa exigência, pois não haviam sido formados especificamente no estudo dos fenômenos comunicacionais”, analisa o organizador. O Dicionário da Comunicação, da PAULUS, auxilia a comunicação a constituir-se como um campo próprio, um saber específico, sem dispensar as trocas com as demais áreas humanas, pois, como relata Ciro Marcondes, “há ainda muito que se depurar em construção desse saber”. Para isso, a obra enriquece e complementa o estudo da comunicação, fortalece o ensino acadêmico e direciona essa ciência para um novo tempo. Ciro Marcondes Filho é jornalista, sociólogo e tradutor. Doutor pela Universidade de Frankfurt e pós-doutor pela Universidade de Grenoble. Professor titular da ECA-USP. Coordenador do Núcleo de Estudos Filosóficos da Comunicação (FiloCom).
Lançamento de Livro: 60 anos de telejornalismo no Brasil: História, análise e crítica
Depois de seis décadas de telejornalismo em nosso país, um grupo atento e comprometido de professores, pesquisadores e profissionais de dez universidades públicas brasileiras, historiam, analisam e criticam os erros e acertos da televisão. Empenharam-se em apresentar uma compreensão e visão integral do fenômeno telejornalístico: sua evolução histórica, “a revolução das fontes”, seus gêneros, sua influência na cidadania e na identidade nacional, o modelo comercial e o público, o ciberespaço, sua ação política e o poder, seu compromisso com a justiça social, e a formação profissional.
Esta é a reflexão que este livro propõe sobre os noticiários que adentram em quase cem por cento dos lares brasileiros. O livro tem prefácio de José Marques de Melo, apresentação de Antônio Hohlfeldt, organizado por Alfredo Vizeu, Flávio Porcello, Iluska Coutinho e conta entre os autores com a participação de Valquíria Kneipp, da UFRN. A profa. Valquíria é jornalista diplomada pela Unesp (Bauru/SP), Mestre e Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Também atua na área de Comunicação Organizacional e Mídia Training. É professora de Edição em TV, Pesquisa em Comunicação, Oficina de produção e realização em Rádio e TV no curso de Comunicação Social - Habilitações em Jornalismo e Radialismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Ana Paula Goulart Ribeiro convida para o lançamento do livro História da Televisão no Brasil. O evento será no dia 20 de outubro, no Rio de Janeiro, na Livraria Saraiva do Rio Sul, a partir das sete da noite. Participam do livro 15 pesquisadores das áreas da antropologia, comunicação, história e sociologia, todos especialistas no assunto. São eles: Alexandre Bergamo, Alexandre Figueirôa, Ana Silvia Médola, Beatriz Becker, Denis Gerson Simões, Cristina Brandão, Kleber Mendonça, Léo Vitor Redondo, Marcos Napolitano, Maria Celeste Mira, Marialva Barbosa, Marina Caminha, Regina Mota, Valério Brittos e Yvana Fechine.
Em 18 de setembro de 1950 o Brasil viu, pela primeira vez, a televisão em funcionamento. A transmissão sofreu problemas, os aparelhos eram escassos e a programação uma incógnita. Ainda assim, inaugurou-se uma nova relação do brasileiro com o mundo da imagem. Hoje, não importa onde seja o lar, uma modesta casa de quarto e sala ou um sofisticado apartamento: lá reinará um aparelho de televisão. Com tela de alta definição, acesso aos canais pagos ou simplesmente um antigo modelo movido a óleo, a televisão é onipresente na nossa sociedade. Mas nem sempre foi assim. E este livro conta em detalhes a trajetória desse meio de comunicação, analisando sua importância na estruturação da política, da economia e da cultura brasileiras, além do seu impacto no público. Década a década, os autores narram as transformações do meio - e da sociedade. Dos programas de auditório aos humorísticos, das novelas às minisséries, dos jornais aos programas interativos, o livro é um passeio indispensável para estudantes, professores na área de comunicação e todos aqueles que querem conhecer a televisão brasileira.
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A Editora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e o Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ convidam para o evento de lançamento do livro
Mímesis e a reflexão contemporânea,
organizado por Luiz Costa Lima.
Programação
Data 28 de setembro de 2010
18 às 19 horas - Confraternização e autógrafos
19 às 21 horas - Debate com Luiz Costa Lima, Aline Magalhães Pinto e Thiago Casteñon, com Mediação de Italo MoriconiLocal: Salão Dourado do Campos da Urca, Av. Pasteur, 250 - Rio de Janeiro
A jornalista Telma Johnson, mestre em jornalismo (Southern Illinois University), especialista em Gestão Estratégica da Informação (UFMG) e doutora em Comunicação e Sociabilidades Contemporâneas (UFMG) convida para o lançamento do livro Pesquisa social mediada por computador - Questões, metodologia e técnicas qualitativas, no dia 30 de setembro de 2010, às 19 horas, na Livraria Status, na Rua Pernambuco, 1150, Funcionários Savassi - Belo Horizonte - MG. Telma é pesquisadora associada do GRIS - Grupo de Pesquisa Imagem e Sociabilidade, UFMG/CNPq e seu livro vai tratar da pesquisa qualitativa mediada por computador e abordar como a Internet vem sendo usada como ferramenta de coleta de dados e os tipos de métodos aplicados nos estudos dos fenômenos sociais nos espaços on-line. A autora já publicou:
José Antônio Ramalho está lançando o livro MÍDIAS SOCIAIS NA PRÁTICA, pela Editora Elsevier. Ramalho é o escritor brasileiro de livros de informática com mais títulos publicados nesta área. Seus livros de informática já foram traduzidos para o inglês, espanhol, polonês, Indonésio e Chinês. O livro MÍDIAS SOCIAIS NA PRÁTICA
segundo o autor, não mostra infindáveis pesquisas e estudos que comprovam o crescimento da internet em relação a outras mídias e como o dólar-publicidade está migrando para lá. Ramalho escreve sobre como a forma de comunicar mudou; e comenta como muitos jornalistas e assessores de imprensa estão vagando num mar com espécies estranhas que não existiam há pouco mais de cinco anos.
segundo o autor, não mostra infindáveis pesquisas e estudos que comprovam o crescimento da internet em relação a outras mídias e como o dólar-publicidade está migrando para lá. Ramalho escreve sobre como a forma de comunicar mudou; e comenta como muitos jornalistas e assessores de imprensa estão vagando num mar com espécies estranhas que não existiam há pouco mais de cinco anos.
"Nessa fauna encontramos: busca orgânica, rastreamento de boatos, ROE, mobile marketing, consumidor 2.0, tuitar, SAC 2.0. A comunicação one-way não é mais válida e uma pista de mão dupla se estabeleceu com muita informação sendo gerada pelo consumidor. Através de ferramentas simples e sem custo, como blogs e sites de relacionamento, pessoas comuns estão falando sobre sua empresa, marca ou serviço para uma audiência global. E nem sempre estão falando bem. Com o poder da coletividade, suas opiniões ganham uma força sem precedentes. As pessoas agora dispõem de meios eletrônicos que tornam o velho boca a boca uma forma, muitas vezes, mais eficiente de divulgar um assunto ou produto do que uma campanha de marketing convencional. As mídias sociais dizem respeito a pessoas comuns que passam a ter o poder de divulgar suas ideias coletivamente e infl uenciar o mundo ao seu redor. [...] As mídias sociais estão alterando, de forma irreversível, as relações entre as empresas e os consumidores. Este livro é apenas uma fotografia de um breve período da formação das mídias sociais. A velocidade com que elas crescem supera qualquer tentativa de quantificá-las".
Anote na agenda: Dia 31 de julho de 2010, a partir das 15h30, na Livraria Martins Fontes Paulista, SP, Lançamento do livro CTRL+ART+DEL: Distúrbios em arte e tecnologia, do Artista multimídia e Docente do Departamento de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte DEART/UFRN, Fábio Oliveira Nunes.
É certo que você está sendo observado neste momento sob algum aspecto. Olhe à sua volta. Há câmeras de vigilância, satélites, telefones celulares, cartões de fidelidade de supermercados, chips de identificação, sites de relacionamento e mesmo a Wikipédia prontos para espreitá-lo. Invasão? Apenas parte de uma lógica de mercado? A contemporaneidade parece cada vez mais um prólogo ciberpunk, em que o indivíduo é cada vez mais insignificante. É então que surge uma produção artística, que se vale desses novos meios para introduzir pequenos distúrbios na paisagem social, cujo desafio é o de questionar a tecnologia e seus limites, assim como demonstrar a superficialidade das relações sociais e identificar o pensamento hegemônico. Entre reflexões e análises de trabalhos de web arte, instalações interativas e outros projetos de arte e tecnologia, Fábio Oliveira Nunes procura neste ensaio, que a editora Perspectiva publica em sua coleção Big Bang, reavaliar as diretrizes presentes. Abrindo este novo mundo por um atalho: faça CTRL+ART+DEL.
Av. Paulista, 509 - São Paulo
Próx. ao Metrô Brigadeiro
Fone: (11) 2167-9900
Próx. ao Metrô Brigadeiro
Fone: (11) 2167-9900
Convênios com estacionamentos:
Rua Manoel da Nóbrega, 95 ou 88.
Primeira hora gratuita.
Rua Manoel da Nóbrega, 95 ou 88.
Primeira hora gratuita.
Fonte: GBMachado
“Paz, amor, união e diversão”, é a proposta do livro Hip Hop – A Cultura Marginal - do povo para o povo de Anita Motta e Jessica Balbino, que é, o tempo todo, fiel a história do hip hop no Brasil e no mundo.
Definitivamente é um livro que traz o retrato de uma cultura urbana, emergente das classes populares das metrópoles.
Uma verdadeira aula de hip hop, que já começa no título, nos fazendo questionar, que cultura é essa? Que marginal é esse?
É um livro gostoso de ler, com conteúdos específicos, poesias, histórias e curiosidades únicas. Um material que é com certeza um registro histórico-cultural, daquele que é o maior movimento social dos últimos 30 anos. Esta obra, contribui, inegavelmente para dar mais visibilidade a uma cultura que carrega em sua face, o olhar do preconceito, da ignorância, da desigualdade e da exclusão a partir daqueles que desconhecem, rotulam ou ignoram.
Afirmo que é louvável a produção das jornalistas que se lançaram a campo para registrar a voz de um movimento, ritmo e cultura, certificando que mesmo numa forma de deficiência a universidade ainda forma seres pensantes, que estão à frente na análise das manifestações culturais e fenômenos sociais, muito antes do que qualquer meio de comunicação.
Elas dizem assim, no capítulo inicial: “Vem ardendo, sangrando e machucando. É o berro que emana dos morros, guetos e favelas. Vem dos locais mais pobres, o grito desesperado de quem vem da periferia. Chega ao asfalto carregado de protesto, indignação, carência, vontade, luta e marginalidade”.
Para adentrar no mundo do hip hop e conhecer faces totalmente desconhecidas ou ignoradas da hiphoptude, o livro Hip Hop – A Cultura Marginal é um bom começo.
Lançamento de Livro(NORDICOM)
Redaktorer: Jostein Gripsrud, Hallvard Moe
2010, 167 p. - ISBN 978-91-86523-02-2, (Research Anthologies and Monographs)
Até recentemente, a política da comunicação social era pensada de forma nacional, nos meios de comunicação específicamente, e como parte do domínio cultural. Tudo está mudando com a esfera pública digital: em primeiro lugar, pelos processos de globalização em sentido amplo, em segundo lugar, pela indefinição de fronteiras entre os meios de comunicação, que pode ser chamado de convergência, e terceiro, pela comercialização mais abrangente da própria mídia. A transformação provocada por estes desenvolvimentos estão acontecendo e têm sido assim há alguns anos. Assim, é hora de fazer um balanço. As diferentes contribuições deste livro pretendem fazer isso.
Com base na idéia de que a política midiática é, fundamentalmente, sobre a regulação da esfera pública, em conformidade com os ideais da central democracia, o livro abrange um vasto leque de questões: a distribuição transnacional da televisão online; o problema com a elaboração e abertura de arquivos audiovisuais digitais; o impacto da recente regulamentação da União Européia relativa aos conglomerados globais, bem como dos organismos de radiodifusão de serviço público; o debate sobre a neutralidade da rede (Internet); a idéia da participação da sociedade na elaboração das políticas; a regulamentação da liberdade de expressão na Internet; bem como o impacto da globalização na política da mídia.
Jostein Gripsrud, Hallvard Moe
Introduction. The Digital Public Sphere. Challenges for Media Policy
Introdução. A Esfera Pública Digital. Desafios para uma Política da Mídia.
Part I. A Perspective
1ª Parte: A perspectiva
Slavko Splichal
Eclipse of the Public. From the Public to (transnational) Public Sphere. Conceptual Shifts in the Twentieth Century
Eclipse do Público. Do Público para (transnacional) Esfera Pública. Mudanças Conceituais do Século XX.
Part II. Changes
2ª Parte: Mudanças
Hannu Nieminen
Global Copyright Regulation and the Prospects of European Public Sphere. The Case of TVkaista
Regulamentação do Direito Autoral Global e a perspectivas da Esfera Pública Européia. O Caso da TV Kaista.
Karl Knapskog
Providing Cultural Resources. On Turning Audiovisual Archives into a Public Domain
Providenciando Recursos Culturais. Disponibilizando Arquivos Audiovisuais para Domíno Público.
Ole J. Mj�s
News Corporation's MySpace.com and the Digital Challenges to Audiovisual Regulations
Corporações Noticiosas MySpace.com e Desafios da Regulamentação do Audiovisual Digital
Tanja Storsul
Television in Cyberspace. The Net Neutrality Tussle in Norway
Televisão no Ciberespaço. A Luta pela Neutralidade da Internet na Noruega.
Part III. Fundamentals
3ª. Parte: Fundamentos
Hallvard Moe
Notions of the Public Service Broadcasting Policy for the Digital Era
Noções da Política de Serviço de Radiodifusão Público na Era Digital
Karen Donders, Caroline Pauwels
What if Competition Policy Assists the Transfer from Public Service Broadcasting to Public Service Media? An analysis of EU State aid Control and its Relevance for Public Broadcasting
E se a competição ajudar a transferir o serviço público de radiodifusão para o serviço público midiático? Uma análise da ajuda (controladora) do Estado Europeu (União Européia) e sua relevância para a radiodifusão pública.
Helge R�nning
Tools for Democracy or for Surveillance? Reflections on the Rule of Law on the Internet
Ferramentas para a Democracia ou para a vigilância?
Sandra Braman
Legal Globalization and the Public Sphere
A Globalização Legal e a Esfera Pública
De forma ampla e desafiadora, Newton Cannito discute os desafios da televisão na era digital. Entre os assuntos abordados estão o ambiente de convergência digital, os modelos de negócio do futuro, a interatividade e a democratização dos conteúdos. Longe de ser técnica, a obra aposta em uma nova era na comunicação. No ar há mais de oitenta anos, a televisão revolucionou o mundo e ajudou a interligar continentes. A telinha influenciou comportamentos, marcou décadas e hoje é o meio de comunicação com maior penetração e importância no planeta. Mas como será a televisão na era digital? Os seminários sobre o tema lotam de pessoas aflitas para conhecer as novas tendências e a grande maioria dos palestrantes defende a chegada de um apocalipse completo. No livro A televisão na era digital – Interatividade, convergência e novos modelos de negócio (264 p., R$ 63,90), lançamento da Summus Editorial, o roteirista e diretor de televisão Newton Cannito vai na contramão dos que acreditam que a televisão vai virar internet e mostra como o digital potencializa a expressão televisiva. O autor fala sobre os desafios da televisão na era digital e apresenta propostas inovadoras para o desenvolvimento da TV nessa nova cultura.
Pioneira na abordagem do tema, a obra é referência para outros estudos sobre a TV digital no Brasil. Traz informações sobre o conteúdo dos programas e mostra como fazer televisão nesse novo momento. Já na introdução, o autor desconstrói vários mitos, entre eles: o de que a televisão vai desaparecer devido à internet; o de que a narrativa está com os dias contados; o de que o espectador do futuro será totalmente interativo; o de que a TV vai ser personalizada; e o de que todos vão querer ser realizadores de televisão. “Esses mitos surgiram nos últimos anos e vêm confundindo empresas e profissionais”, afirma o autor.
Muito além de uma obra técnica, o livro é imprescindível para quem quer entender a cultura contemporânea e fazer televisão nessa nova era. Não existe a intenção de encontrar respostas definitivas para as inúmeras possibilidades que poderão delinear a televisão na era da convergência. “Não podemos errar na estratégia”, afirma o autor. Para ele, não dá mais para pensar na TV de forma segmentada. O objetivo, revela, é discutir qual programa poderá despertar o interesse do espectador, conquistar a audiência e se propagar socialmente.
Dividido em quatro capítulos e um anexo, o livro aborda desde os conceitos básicos da televisão até as tendências da cultura digital e os caminhos concretos na área de conteúdo. No primeiro capítulo, o autor
discorre sobre as especificidades da TV e da mídia digital. Em seguida, fala sobre os desafios da televisão no ambiente de convergência digital, abordando tecnologias e modelos de negócio que tendem a dar certo. No terceiro, levanta hipóteses de como será a TV na era digital, falando de cultura, interatividade, alta definição, narrativas transmidiáticas e democratização do conteúdo. E, no quarto capítulo, o autor analisa gêneros e formatos que deram certo, partindo dos programas Lost e Big Brother e da qualidade no padrão da MTV Brasil – uma das mais criativas e inovadoras redes da televisão brasileira.
Ao concluir a obra, o autor faz propostas concretas para transformar a televisão brasileira, garantindo seu pleno desenvolvimento. “Temos possibilidades reais de desenvolver uma televisão soberana, que atraia o interesse do povo e conquiste plateias internacionais, contribuindo para a construção de uma nova civilização com mais tolerância e menos conflito”, complementa Cannito.
O livro é resultado da tese de doutorado do autor que, em 2010, mereceu menção honrosa da primeira edição do Prêmio SAV para Publicação de Pesquisas em Cinema e Audiovisual, do Ministério da Cultura. A tese foi defendida na Escola de Comunicação e Arte, da USP, e teve como orientadora a professora titular e vice-diretora da ECA-USP, Maria Dora Mourão.
“Quando se fala em Teoria da Mídia imediatamente pensamos em um arcabouço sistematizado de uma disciplina. E disciplina significa um tipo de ordem obediente e previsível, com conjuntos de leis e normas, com fronteiras e limites. De antemão gostaria de contrariar essa expectativa, mantendo-me fiel aos princípios que cercaram o surgimento das reflexões críticas a respeito dos universos midiáticos e os ambientes culturais dos quais eles participam. São princípios menos ordenadores e responsivos e mais dubitativos, céticos (...)” Com essas palavras, diretas e objetivas, Norval Baitello Junior, doutor em Ciências da Comunicação, inicia seu novo livro, A serpente, a maçã e o holograma – Esboços para uma Teoria da Mídia, da PAULUS, que contribui, propondo novos olhares, com as discussões sobre essa temática.
Para delinear alguns cenários reflexivos e críticos sobre o assunto, o autor apresenta artigos que dialogam com os estudiosos Vilém Flusser, Harry Pross e Aby Warburg, precursores ou propositores de uma teoria das imagens mediáticas. “Em torno desses autores gira a temática do livro, esboçando elementos para uma Teoria da Mídia como tentativa de ler em profundidade, muito além das superfícies e muito além do imediatismo apressado como imperativo inevitável da mídia, mas que acaba contaminando também os seus estudos”, explica o autor. As abordagens presentes neste trabalho estão todas associadas a novas constelações conceituais, conduzindo o leitor a um estudo minucioso e a uma ampliação do seu horizonte de compreensão, sem tratar de forma repetitiva ou insistente os ideais dos pensadores citados acima, discutidos em inúmeros ensaios. Além disso, no decorrer das páginas, é possível encontrar ilustrações e fotografias, elementos que ajudam na construção de uma leitura ainda mais crítica. O título, curioso e instigante, também enriquece a proposta inovadora da obra, pois relaciona a cena do pecado original, que determinou os destinos do mundo judaico-cristão, com o tema da desmaterialização dos suportes midiáticos.
Para delinear alguns cenários reflexivos e críticos sobre o assunto, o autor apresenta artigos que dialogam com os estudiosos Vilém Flusser, Harry Pross e Aby Warburg, precursores ou propositores de uma teoria das imagens mediáticas. “Em torno desses autores gira a temática do livro, esboçando elementos para uma Teoria da Mídia como tentativa de ler em profundidade, muito além das superfícies e muito além do imediatismo apressado como imperativo inevitável da mídia, mas que acaba contaminando também os seus estudos”, explica o autor. As abordagens presentes neste trabalho estão todas associadas a novas constelações conceituais, conduzindo o leitor a um estudo minucioso e a uma ampliação do seu horizonte de compreensão, sem tratar de forma repetitiva ou insistente os ideais dos pensadores citados acima, discutidos em inúmeros ensaios. Além disso, no decorrer das páginas, é possível encontrar ilustrações e fotografias, elementos que ajudam na construção de uma leitura ainda mais crítica. O título, curioso e instigante, também enriquece a proposta inovadora da obra, pois relaciona a cena do pecado original, que determinou os destinos do mundo judaico-cristão, com o tema da desmaterialização dos suportes midiáticos.
Comunicação e Cidadania Vol. 2 - A revista mais importante da mídia galega já está circulando na Europa. E aqui no RN, também. Você pode baixar aqui no blog Cultmidia o último exemplar dessa revista internacional de jornalismo social, editada em galego e inglês.
O tema desta edição é Juventude, Terceira Idade e Minorias Étnicas. 350 páginas. Veja a introdução escrita em galego:
"Os estudosos dos comportamentos sociais converxen en afirmar a existencia de cambios significativos nas relacións entre xeracións. Abundan en poñer ao descuberto problemas de carácter estrutural, organizativo e relacional que condicionan o entendemento entre as persoas maiores e o da xuventude. Para os medios de comunicación de masas, a problemática que afecta a estes dous grupos sociais non sempre ten un espazo acaído nas súas axendas, por telos excluído a priori como albo comercial preferente. Cando ocupan protagonismo mediático, fano como actores principais dun suceso, problematizados ou criminalizados. Nunca integrados como activos sociais. Os medios contribúen así á malformación de actitudes interxeracionais. Un terceiro Foro centrouse nas minorías étnicas e nas actitudes de medios e xornalistas fronte a elas. O fenómeno europeo da inmigración, en xeral, ou a abordaxe da problemática que ten a súa raíz nos comportamentos xenófobos e na intolerancia para cos que se amosan eson diferentes, demandan dos medios de comunicación un tratamentoespecializado. Non só polo que esa práctica comporta en coñecementos acerca dos colectivos que posúen características diferenciadoras e xa que logo diferentes intereses. Tamén actitudes profesionais que teñen como referencia inexcusable o valor solidario dasnoticias que os convirten en protagonistas. Lonxe pois das xeneralizacións, dos maniqueísmos e da simplificación habituais, e mantendo unha clara militancia a prol dos valores da multiculturalidade, que a todos enriquece."
O Professor Kydelmir Dantas envia um email comunicando que a Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ/UFRN) está comemorando 60 anos hoje (29/4/2009). A programação comemorativa (durante três dias) inclui palestras, aulas inaugurais, lançamentos de livros, apresentações culturais e a inauguração de novos setores. Destaque para apresentação do Grupo de Dança Ritmo e Arte e o lançamento dos livros:
- A Escola Agricola de Jundiai: entre passado e futuro de Rivaldo D’Oliveira e
- Flor de Parede da aluna Josefa Geilza.




