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O II Seminário Histórias de Roteiristas, Artes e Comunicação na Era dos Roteiristas está com inscrições abertas até dia 8/11/2010.

Local:
Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP)
Centro de Comunicação e Letras

Datas:
16 (Workshop Video Digital)
17, 18 e 19 de novembro de 2010
 
Coordenação:
GLÁUCIA DAVINO E FERNANDA BELLICIERI

Qual filme brasileiro você gostaria de ver concorrendo ao Oscar 2011? Em uma iniciativa inédita, o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, abriu uma votação pública até o dia 20 de setembro, para que o público brasileiro possa sugerir qual filme brasileiro deverá ser indicado para concorrer ao prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2011. Ao final da votação a pontuação será publicada no site e enviada à Comissão de Seleção oficial (já confirmada com a Academy), composta por representantes do Governo, sociedade civil organizada e especialistas no setor. A votação feita no site será uma indicação para auxiliar a Comissão na escolha do filme vencedor, portanto, uma votação indicativa, sendo a Comissão de Seleção responsável pela deliberação da indicação do filme nacional a concorrer ao oscar. O filme escolhido será divulgado no dia 23 de setembro, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Para votar clique aqui e entre no site do MinC. Os filmes inscritos para concorrer a indicação de representação de filme brasileiro no Oscar 2011 de Melhor Filme Estrangeiro são:

 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 


No final de março deste ano, o banco HSBC interrompeu o patrocínio ao cinema Belas Artes, um dos poucos cinemas de rua que ainda existem em São Paulo , que possui programação diferenciada e de alto nível.
Localizado na esquina das avenidas Consolação e Paulista, ele poderá ter suas portas fechadas após 43 anos de funcionamento.  No início do mês de abril, André Sturm, sócio-proprietário do Cine Belas Artes, iniciou uma batalho para conseguir um novo patrocinador, infelizmente sem sucesso até o momento.
Inconformada com a possibilidade do fechamento, Marie-France Henry, proprietária do Restaurante La Casserole , reuniu outros 16 restaurantes para criar uma campanha de Apoio, batizada de “Salve o Belas Artes: Tudo Pode Dar Certo” (segue abaixo a relação dos restaurantes e a forma de funcionamento da Campanha).
 
Ajude-nos a buscar uma forma de não permitir o fechamento de mais uma sala de cinema na cidade de São Paulo. Mais informações sobre o projeto de Patrocínio com: Léo Mendes (11) 5093.0839 – 5041.0133.
 
Funcionamento da Campanha: No momento do fechamento da sua conta em um dos  restaurantes listados abaixo, você autoriza uma contribuição no valor de R$ 5,00 para a Campanha e recebe um ingresso para assistir um filme no Cine Belas Artes. Este ingresso será carimbado no momento em que você for ao cinema e ele passará a valer uma sobremesa no mesmo restaurante, em sua próxima refeição.
 
 
Arábia
Rua Haddock Lobo, 1.397 - Cerqueira César
Telefone: 3061-2203
Sobremesa: qualquer doce árabe
 
Arábia Café
Praça. Vilaboim, 73 - Higienópolis
Telefone: 3476-2201
Sobremesa: qualquer doce árabe
 
Amadeus
Rua Haddock Lobo, 807 - Cerqueira César
Telefone: 3061-2859
Sobremesa: Sfraciatelli (doce siciliano com frutas secas, mel e sorvete de creme)
 
Eñe
Rua Dr. Mario Ferraz, 213 - Jardim Europa
Telefone: 11 3816-4333
Sobremesa: Crema catalana
 
Ici Bistrô
Rua Pará, 36 - Consolação
Telefone: 3257-4064
Sobremesa: Terrine de chocolate
 
 
 
Tappo Trattoria
Rua da Consolação, 2.967 - Cerqueira César
Telefone: 3063-4864
Sobremesa: Semifreddo de chocolate

Diner 210
Rua Pará, 210 - Consolação
Telefone: 3661-1219
Sobremesa: Cup Cake

Tordesilhas
Rua Bela Cintra, 465 - Consolação
Telefone: 3107-7444
Sobremesa: Pudim de tapioca com baba de moça

Mestiço
Rua Fernando de Albuquerque, 277 - Consolação
Telefone: 3256-3165
Sobremesa: Frozen Iogurt com caldas variadas

Dona Onça
Avenida Ipiranga, 200, lj. 27/29 - República
Telefone: 3257-2016
Sobremesa: a definir

Adega Santiago
Rua Sampaio Vidal, 1.072 - Jardim Paulistano
Telefone: 3081-5211
Sobremesa: Pudim de doce de leite

Così
Rua Barão. de Tatuí, 302 - Vila Buarque
Telefone: 3826-5088
Sobremesa: Tiramisú ao mascarpone artesanal

Dui
Alameda Franca, 1.590 - Jardim Paulista
Telefone: 2649-7952
Sobremesa: Fondant de chocolate e doce de leite, farofa de café e sorvete de canela

La Casserole
Largo do Arouche, 346 - República
Telefone: 3331-6283
Sobremesa: Crêpes Suzette

Martin Fierro
Rua Aspicuelta, 683 - Vila Madalena
Telefone: 3814-6747
Sobremesa: Alfajor de chocolate

La Frontera
Rua Cel. José Eusébio, 105 - Higienópolis
Telefone: 3159-1197
Sobremesa: Banana ouro grelhada, creme de iogurte e doce de leite, farofa de biscoito e castanha do Pará

Obá
Rua Dr. Melo Alves, 205 - Cerqueira César
Telefone: 3086-4774
Sobremesa: Massa crocante mexicana, sorvete de creme, melado de rapadura e canela com farofinha de milho seco


O Departamento de Comunicação do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFRN Universidade Federal do Rio Grande do Norte apresenta o curso de Cinema Digital com a diretora de cinema, Dra. Nancy Membrez, da Universidade do Texas, (Santo Antonio, Estados Unidos).

O curso será ministrado de 31 de maio a 4 de junho de 2010, no LabCom da UFRN.

Membrez que também é professora de Espanhol e Estudos da Mídia na Texas Uni, foi premiada com o troféu de Melhor Filme e Melhor Trilha Sonora no Festival Internacional de Cinema em Kent, Inglaterra, em junho de 2008, pela obra "Portrait in Sepia Tone". O filme conta a história que surge por causa de uma fotografia em "color sépia" (envelhecida/amarelada) que é encontrada por duas jovens irmãs, Karen e Lisa, em um velho caminhão em 1965. A avó delas Victoria explica que a foto pertence a irmã dela, Helen, que viveu um casamento problemático com um proeminente médico da época, Marshall Decker. 

O filme tenta mostrar a crise de caráter vivida pelas pessoas nos idos de 1913 e 1944, em San Antonio, Texas (EUA). O filme foi produzido digitalmente e agora Membrez trabalha em sua próxima produção Amethyst and Ashes, além de uma pré-produção para um curta metragem de dez minutos sobre o balé The Legend of the Rainlily and the Star. Na literatura Membrez está editando o segundo livro sobre a filmografia de Eliseo Subiela.

28 dias para a gente

Posted by admin 30 de jan. de 2010 0 comments


Carlos Tourinho, presidente da ABD-RN, entidade que reúne documentaristas e curta-metragistas potiguares, enviou um artigo assinado por Silvio Tendler, que além de cineasta é um dos criadores da Associação dos Pesquisadores Cinematográficos.
Sociedade Aberta - São 28 dias para a gente e 337 para eles
Silvio Tendler (diretor de Jango (1984) , Glauber, o filme – Labirinto do Brasil (2003), Encontro com Milton Santos (2007), entre outros filmes) 
Fonte: JB

RIO - Antes de mais nada, duas considerações: 1)Target, gap, pitching, modelo de negócios. Não, não estamos numa aula de inglês ou de administração. estamos falando de cinema. No Brasil. 2) Volta e meia encontro alguém que me pergunta “por que você não faz um filme sobre isso?” e sugere um tema que já filmei. E não apenas os meus, mas vários filmes já foram feitos e que circularam premiadíssimos em festivais mas não conseguem cumprir seu destino, do encontro marcado com os espectadores numa sala de exibição deixando frustrados cineastas e espectadores.

As 2 mil salas de cinema do Brasil agora são obrigadas, por decreto , a exibirem filmes brasileiros durante 28 dias por ano. Esses 28 dias devem ser divididos no mínimo por dois filmes o que assegura duas semanas de exibição por ano por filme e acabou. Quem colocou colocou. Quem não colocou não coloca mais . Trocando em miúdos, significa que dois filmes exibidos durante duas semanas cada um nas salas de exibição cumprem a lei que beneficiaria o cinema brasileiro como um todo. Medida anódina, placebo estéril que na verdade revela que o cinema estrangeiro tem aqui uma reserva de mercado assegurada de 337 dias por ano. Se o ano for bissexto 338 dias.

Nós continuamos olímpicos com nossos 28 dias. O que eles não utilizarem, volta para nós então. No final dos anos 80 chegamos a ter uma cota de tela de 152 dias por ano, que foi extinta quando chegou-se à conclusão de que nacionalismo era pecado e proteção à industria, mesmo a cultural, era um crime contra a abertura dos portos às nações amigas.

Adoramos macaquear tudo o que vem de fora, exceção as coisas que dão certo. Os Estados Unidos têm a MPAA, lobbysta intransigente do cinema americano e onde Hollywood sente-se ameaçada ou eles respondem com retaliação econômica ou, em caso extremo, desembarcam os Marines (de verdade, em carne e osso, ou de cinema). A França faz do audiovisual um cartão de visitas do país e defende a exceção cultural dentro do tratado de livre comércio para proteger sua indústria cultural. No Brasil ainda estamos no meio do caminho. Hoje são míseros 28 dias incapazes de resolver os problemas do cinema nacional, o tamanho de nosso latifúndio nas telas nacionais.

Nesta caminhada, nos perdemos nos labirintos da linguagem e desaprendemos a nos estruturar com uma linguagem própria. O cinema argentino está bem melhor no que tange em relação com a realidade. O que fazer então com os inúmeros filmes produzidos a cada ano? Como imprimir nossa realidade nas telas brasileiras? Como enfrentar dois filmes lançados com mais de 500 cópias cada um ocupando juntos e de uma só vez 95% das salas brasileiras? Como tornar visíveis filmes no Brasil que sobrevivem enfrentando espremidos os “arrasa-quarteirões” (blockbusters para os íntimos) que chegam montados em farta mídia internacional e bombando na mídia nacional?

Hoje temos muito mais perguntas do que respostas. Uma coisa é certa: temos filmes e autores capazes de caminhar com as próprias pernas, enfrentando com nossa realidade e tenacidade o desafio de imprimir uma realidade e um ponto de vista nosso que só nós podemos colocar. As nossas imagens nas telas nos pertencem!. Pode parecer contraditório com o que foi dito no parágrafo anterior e extremamente nacionalista, extemporâneo numa cultura globalizante mas, se não é de contradições que se nutre a arte, qual será seu alimento principal?

Mesmo com apenas 28 dias de cota de tela é bom fazer cinema no Brasil.

Fonte MINC



LUZES!
Edital do Curta Criança 2010 será lançado na quarta, dia 9 de dezembro de 2009. O processo de seleção para o Curta Criança 2010 será dividido em duas fases. Na primeira, classificam-se, mediante concurso, 20 projetos. Na segunda, serão escolhidos 13 projetos que receberão 70 mil reais cada um, para produzir a obra em um prazo de 240 dias, a partir do depósito da primeira parcela. Total em prêmios: 910 mil reais.

CÂMERA!
Também será divulgado o edital do concurso para o Longa DOC (documentários de longa-metragem). Na primeira fase serão selecionados 10 projetos, que farão defesa oral. Na segunda fase cinco projetos serão escolhidos para execução do filme documentário com um prêmio de 600 mil reais cada um. O prazo de produção de cada filme é de 300 dias. Total em prêmios: 6 milhões reais.

AÇÃO!
O terceiro edital será para a seleção do documentário de longa-metragem "Brasília 50 anos". Na primeira fase, haverá a conferência da documentação para habilitação dos projetos inscritos. A segunda etapa selecionará três projetos de documentário de longa-metragem, que serão classificados para a fase seguinte. Nessa etapa, ocorrerá a seleção do projeto vencedor que receberá um prêmio de 400 mil reais. Total em prêmios: 400 mil reais.


Para mais informações clique no site do Ministério da Cultura.

Autofagia Midiática

Posted by admin 25 de nov. de 2009 0 comments








O Núcleo Aurora/Consulta Popular fará uma sessão premiére do documentário dirigido por Federico Vázquez, "Autofagia Midiática: É isso ou o quê?", no dia 3 de dezembro às 7 da noite na Ação Educativa, Rua General Jardim, 660, telefone (11) 3151-2333, em São Paulo. Após a exibição haverá um debate sobre Comunicação e Lutas Populares com a participação de Altamiro Borges e Paulo Salvador.


No dia 9 de dezembro às 7 e meia da noite Federico Vázquez fará uma exibição especial ao público do interior do estado de São Paulo na cidade de Campinas, na Casa de Cultura Tainã, na Rua dos Inhambus, Vila Padre Manuel da Nóbrega, Campinas, SP. E como um presente de Natal antecipado o MIS Museu da Imagem e do Som de Campinas exibe o documentário Autofagia Midiática no dia 16 de dezembro, às 7 e meia da noite. MIS Campinas: Palácio dos Azulejos, Rua Regente Feijó, 859, Campinas, SP.

Federico Vázquez vem produzindo o documentário há cinco anos. O material reúne entrevistas, participação em debates sobre comunicação nos encontros e plenárias do movimento pela democratização da comunicação e na Assembléia Popular. Alguns dos entrevistados são Alípio Freire, integrantes da equipe do jornal ABCD, participantes do grupo de Teatro Treta, Renato Tapajós, Olga Futema, Sérgio Amadeu, Ricardo Gebrim, Pablo Ortellado, João Brant, Bia Barbosa, Jussara Zottis e Antonio Carlos TC. 

A produção foi feita na Fábrica de Música da Casa de Cultura Tainã, com software livre, e segundo Fred o documentário é o "resultado do questionamento sobre a comunicação - se estratégia ou alegoria - para os movimentos sociais e populares". Mais informações no site Linguagem Digital, pelo email fred[@]linguagemdigital.net, ou pelo telefone (11) 94341072.


ETNODOC 2009

Posted by admin 20 de nov. de 2009 0 comments




O Ministério da Cultura, o IPHAN, o Departamento de Patrimônio Imaterial, o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, a Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edison Carneiro e a Petrobras convidam para o lançamento do Edital de Apoio à Produção de Documentários Etnográficos sobre Patrimônio Cultural Imaterial, por ocasião da abertura da 14ª Mostra Internacional do Film Etnográfico. Mais informações clique aqui.
Local Arte SESC - R.Marquês de Abrantes, 99, Flamengo - Rio de Janeiro
Data - 26 de Novembro de 2009 - 18:30 horas


Neste sábado, dia 21 de novembro, às 23:45 horas pela TV Brasil, estréia o programa de tevê "Ponto Brasil", uma co-produção da TV Brasil e da Secretaria de Cidadania Cultural/MinC. O Ponto Brasil é o único programa de tevê realizado de modo integralmente colaborativo por cerca de 100 pontos de cultura e coletivos audiovisuais. A primeira temporada do Ponto Brasil traz 14 episódios temáticos de meia hora compostos por trabalhos produzidos em todo país.

O programa foi feito por cerca de 400 participantes, que realizaram 130 vídeos em 18 semanas de gravação em 2009. Desde os primeiros argumentos até a edição, cada vídeo é assinado por uma coleção de grupos, que se reuniu, sob a orquestração da equipe fixa do Ponto Brasil.



Grande parte desse processo colaborativo acontece pela internet. O Ponto Brasil desenvolveu um método online de criação de conteúdo e produção audiovisual que está todo registrado no site.  Mais informações clique aqui.


A idéia do projeto é boa, a execução também, e ainda está em andamento. Deixo a pergunta por que é que o Rio Grande do Norte não está participando?



FestNatal 2009 Especial da Criança

Posted by admin 17 de nov. de 2009 0 comments

Cinema, criança e pipoca tem tudo a ver. E foi justamente pensando nisso que o FestNatal 2009 promoverá o Festival da Criança, que além de bons filmes (longa-metragem) e desenhos animados (curta-metragem), também vai entregar muitos presentes para a garotada.

Além das sessões (manhã e tarde) no Moviecom do Praia Shopping (Natal/RN) também haverá projeções no circo da Zona Norte. A organização do FestNatal 2009 irá promover sessões especiais para as crianças das instituições carentes da rede de ensino municipal e estadual, com apresentação de shows circenses com mágicos e palhaços; distribuição de revistas em quadrinhos; camisetas exclusivas do FestNatal; e livros infantis. As bibliotecas da rede municipal também receberão doações de livros. Confira:


O Amigo Invisível
23/11 - 10:30 horas
24/11 - 14:00 horas


Gênero: Infantil
Duração: 74 min.
Ano do Lançamento: 2006
Direção: Maria Letícia
Roteiro: Maria Letícia
Distribuidora: Rio Filme
Produção: Cristina Braga e Ricardo Medeiros
Fotografia: Fernando Duarte
Edição: Marília Alvim e Maria Letícia
Música: Cristina Braga e Ricardo Medeiros
Elenco: Isabela Garcia (mãe), Paulo César Grande (pai), Marcélia Cartaxo, Maria Mariana, Neusa Borges (Maria Joana), Emanuelle Moritz, Ilya São Paulo, Cláudia Mauro (tia Lurdes), Fernanda Ghelman (Tixa), Zezé Motta, Ricardo Blat (Getúlio Vargas), Chico Diaz, Ida Gomes, Rosamaria Murtinho, Hugo Maia, Cacá Bueno, Melissa Jara, Maria Clara Parente, Stella Silva, Ana Barbosa, Enzo Ramos (amigo invisível), Emiliano Queiroz (vô Juca).
Sinopse: O Amigo Invisível, escrito, produzido e dirigido por Maria Letícia, foi inspirado na própria infância da cineasta e mostra um painel das turbulências políticas do Brasil dos anos 50, através do olhar de uma menina, Tixa, que devido à pouca atenção que recebia em casa, acaba ganhando um amigo invisível que só ela pode ver e com quem fala sobre diversos assuntos.




O Grilo Feliz
23/11 - 14:00 horas
24/11 - 10:30 horas
25/11 - 10:30 horas
25/11 - 14:00 horas


Gênero: Animação 3D
Duração: 80 min.
Ano do Lançamento: 2001
website: www.ogrilofeliz.com.br
Direção: Walbercy Ribas
Roteiro: Walbercy Ribas e Juliana Ribas
Distribuidora: Hoyts General Cinema
Produção: Juliana Ribas
Música: Ruriá Duprat
Sinopse: O Grilo Feliz é um dos habitantes de um pequeno povoado da Floresta Amazônica, que se destaca por ser sensível, sábio e protetor. Além disso, o Grilo Feliz é músico e gosta de compôr novas músicas com sua amiga Estrela Linda, que é a estrela mais brilhante do céu. Por causa de sua beleza e esplendor Estrela Linda está na mira de um lagartão ambicioso, Maledeto, porque ele pensa que a estrela é um diamante.









Festnatal 2009

Posted by admin 15 de nov. de 2009 0 comments


 
De 19 a 25 de novembro de 2009 Natal/RN é mais cinema: a cidade é FESTNATAL que vai acontecer no Moviecom do Praia Shopping. Em 2009, o FESTNATAL conta com o apoio financeiro do governo estadual e municipal. A cerimônia de encerramento (26/11/09) terá a presença do Ministro Juca Ferreira e artistas convidados, quando ocorrerá a premiação dos melhores do Festnatal de 2009. 

Outra novidade é o Festival da Criança, sessões especiais para a garotada, nos dias 23, 24 e 25 de novembro. A ABD-RN também vai trazer vários curtas que foram destaque para exibição antes da sessão principal. 




Conheça os filmes (longa-metragem) deste ano que estarão concorrendo:


Filme Convidado:


O Cascalho 19/11/2009

Duração: 104 min.
Ano de lançamento: 2004
Direção: Tuna Espinheira
Produção: Marcio Curi
Fotografia: Luís Abramo
Trilha Sonora: Waltinho Queiroz e Aderbal Duarte
Classificação: Livre
Elenco: Harildo Deda, Caco Monteiro, Othon Bastos, Lúcio Tranchesi, Irving São Paulo, Jorge Coutinho, Agnaldo Lopes, Gildásio Leite, Júlio Góis, Emanoel Cavalcanti, Maria Rosa Espinheira, Wilson Mello.

Sinopse: Coronéis, garimpeiros e civis comuns, todos motivados pela ambição, vão para Chapada Diamantina, na busca desenfreada para enriquecerem com os minérios do local, na década de 30. Com muitas brigas e muito esforço, contando sempre com a sorte, eles conseguiam pequenas fortunas que rapidamente eram gastas em prazeres passageiros e gastos descontrolados.

Resenha por cineinblog - O filme, Cascalho, é baseado no romance homônimo de Herberto Sales. Extraído de uma adaptação livre e roteiro de Tuna Espinheira. Todo filmado no município de Andaraí, uma das regiões principais das Lavras Diamantinas. A corrida febril em busca das pedras preciosas, o (Carbornato e o Diamante), atraiu para lá toda espécie de gente: Aventureiros, negociantes, prostitutas, etc, principalmente aqueles que seriam os personagens centrais, os garimpeiros. Uma terra de ninguém, sem lei e sem alma, onde todo o poder emanava do Coronel, definia o cenário dramático daquele local. Seus viventes, movidos pela ambição, sonhos e delírios, entregavam a alma a Deus, naquele meio de riscos sem fim, enfeitiçados pela descoberta de uma pedra de valor, a que se dava o nome de bamburrar. Terras, serras, rios e o leito dos rios, estavam grilados, ali só se mexia, trabalhava, com a licença e pagamento aos coronéis. Capangas e jagunços garantiam esta dura realidade. O filme se propôs a ser um grande mural, retratando, em fragmentos, alguns quadros, sem se ater a uma história desenvolvida deste ou daquele personagem. Os acontecimentos se passam na década de 30, últimos momentos da era da colheita do diamante. Quando ainda se propalava: Diamante dá à flor da terra, ou dá até em moela de galinha.






FILMES LONGA METRAGEM QUE CONCORREM
AO PRÊMIO FESTNATAL DE 2009

Dias Amargos 19/11/2009




A Inversão 20/11/2009

Gênero: Suspense
Duração: 90 min.
Direção: Edu Felistoque
Classificação: 12 anos



Elenco: Marisol Ribeiro, Túlio Dek, Gisele Itié, Tadeu di Pietro.
Sinopse: Várias cidades brasileiras são atacadas por uma organização criminosa. Em meio a tremenda onda de violência a delegada recém-formada, Juliana (Marisol Ribeiro) tenta resolver o desaparecimento do empresário Mendonça (Tadeu di Pietro). Mergulhada em um mundo liderado por homens, a jovem mulher vai ter que aprender a conviver com o mundo do crime e a inversão de valores.




Elvis e Madona 21/11/2009

Gênero: Comédia
Duração: 105 min.
Direção: Marcelo Laffitte



Trailer Elvis e Madona

Elenco: Simone Spoladore, Igor Cotrim, Maitê Proença, José Wilker, Buza Ferraz e Sérgio Bezerra
Sinopse: Um pai abandona a família para se tornar travesti. Anos mais tarde, tenta se reconciliar com os parentes, mas se apaixona pela namorada do filho. O caso mostrado em um programa mexicano, desses no qual convidados lavam a roupa suja em frente a um auditório, inspirou a história do filme "Elvis e Madona", do diretor Marcelo Laffitte.



Tapete Vermelho 22/11/2009

Gênero: Comédia
Duração: 102 min.
Ano de lançamento: 2006
Direção: Luis Alberto Pereira
Produção: Ivan Teixeira, Vicente Miceli
Fotografia: Uli Burtin
Trilha Sonora: Renato Teixeira


Elenco: Matheus Nachtergaele, Vinícius Miranda, Gorete Milagres, Rosi Campos, Ailton Graça, Paulo Betti, Jackson Antunes, Débora Duboc, Paulo Goulart, Cássia Kiss, Cacá Rosset.
Sinopse: Sensível, engraçado e comovente, Tapete Vermelho é a mais bela homenagem feita pelo cinema ao grande Mazzaropi. Matheus Nachtergaele e Gorete Milagres formam um casal de caipiras que leva o filho Neco, de nove anos, para uma cidade a fim de assistir a um filme do artista no cinema. Mas os tempos mudaram e os cinemas desapareceram. No caminho o trio cruza com tipos curiosos provando que as lendas da roça ainda estão bem vivas.
Análise Crítica: Angélica Bito Mazzaropi é um dos grandes comediantes do cinema brasileiro, mas, entre a nova geração de espectadores, poucos conhecem sua importância em nossa cultura. Tanto que um de seus personagens, o Jeca Tatu do filme homônimo de 1959, virou sinônimo de caipira na linguagem popular. Tapete Vermelho é uma forma que seu diretor, Luiz Alberto Pereira ( Hans Staden ), encontrou para perpetuar essa importância de Mazzaropi. De uma forma bastante sensível, Tapete Vermelho é um road movie sobre a promessa que Quinzinho (Matheus Nachtergaele) tenta cumprir: levar seu filho, Neco (Vinícius Miranda), à cidade grande para assistir a um filme do Mazzaropi no cinema. Eles moram num pequeno sítio no interior de São Paulo. Nessa verdadeira odisséia por cidades do interior paulista, ele também leva sua esposa Zulmira (Gorete Milagres), que parte a contragosto, e o burro Policarpo. Na jornada, eles encontram peculiaridades regionais e passam por situações mágicas, relacionadas à crendice popular. Tapete Vermelho é um grande “causo” sobre um homem que quer fazer algo que, para ele, parece ser mais simples do que realmente é. Com toques de crítica social, a produção alerta não somente em relação ao resgate dos filmes de Mazzaropi, mas sim do cinema em geral. Tapete Vermelho apresenta uma crítica ao mercado de exibição cinematográfica, na qual a maioria dos cinemas – especialmente em cidades pequenas, que não têm espaço para cineclubes e mostras, como nas capitais – exibe somente filmes americanos, gerenciados por pessoas que mal sabem quem foi Mazzaropi. Em seu longa-metragem, Pereira resgata a cultura popular brasileira, valorizando tanto o cinema do caipira quanto a música sertaneja e o folclore de uma forma evidentemente apaixonada. Suas câmeras captam muito bem as paisagens pelas quais passa a família de viajantes. Mas o maior destaque de Tapete Vermelho , como não poderia deixar de ser, é a performance de Matheus Nachtergaele. Hilário quando precisa ser, comovente quando é necessário, Nachtergaele encarna com perfeição um morador do interior do Brasil, independente do Estado. Até Gorete Milagres – cuja presença no filme pode torcer o nariz dos cinéfilos, já que ela se consagrou na TV por um papel não tão engraçado – está bem em Tapete Vermelho . De uma forma despretenciosa, o filme é capaz de divertir e comover na medida certa, tornando-se uma simpática homenagem ao cinema de Mazzaropi.



Depois Daquele Baile 23/11/2009


Gênero: Comédia Romântica
Duração: 108 min.
Ano de lançamento: 2006
Direção: Roberto Bomtempo
Classificação: 14 anos.
Produção: Agnes Lealt, Roberto Bomtempo, Guilherme Fiuza
Elenco: Ingrid Guimarães, Irene Ravache, Lima Duarte, Marcos Caruso, Chico Pelúcio, Regina Sampaio.
Sinopse: O filme relata a história de Dóris (Irene Ravache), bela viúva, mineira e especialista na deliciosa cozinha mineira. Sua sobrinha (Ingrid Guimarães) a ajuda no serviço de pensão que atende alguns clientes, entre eles Freitas (Lima Duarte) e Otávio (Marcos Caruso). Embora desenvolvam uma grande cumplicidade, Freitas e Otávio disputam o coração de Dóris e resolvem fazer uma aposta para ver quem fica com Dóris.
Análise Crítica - Livia Brasil - Depois Daquele Baile é um filme sobre a terceira idade, mas isso não quer dizer que tenha sido feito somente para esse público. Na direção, o estreante Roberto Bomtempo é mais conhecido por seu trabalho como ator, principalmente na televisão. No cinema, já atuou em filmes como Dois Perdidos Numa Noite Suja (2002) e Menino Maluquinho – O Filme (1995). O longa conta a história de Dóris (Irene Ravache), uma viúva exuberante e cheia de vida que mora em uma pequena vila, em Belo Horizonte. Ela é especialista em culinária mineira e, ao lado de sua sobrinha Bete (Ingrid Guimarães), que veio do interior para estudar, oferece um serviço de pensão para poucos clientes. Entre os mais freqüentes estão Freitas (Lima Duarte) e Otávio (Marcos Caruso), dois grandes amigos que dividem confidências e uma grande paixão por Dóris. Em um sorteio, eles decidem quem terá a primeira chance de conquistá-la. Começa uma disputa aberta e honesta que não interfere em nenhum momento na grande amizade e companheirismo que os une. Com uma linda mensagem sobre a verdadeira amizade, Depois Daquele Baile faz você pensar e se emocionar de uma maneira simples, sem apelação. O talentoso elenco foi fundamental para que o filme não caísse na mesmice ou mesmo no tédio por ser um filme com pouquíssima ação. Destaque para a protagonista Irene Ravache que, no papel de Dóris, faz qualquer um sorrir e amar a vida, mesmo que por alguns instantes. Alguns espectadores podem se decepcionar com o ritmo do filme. Diálogos espaçados, vários momentos de silêncio, pouca (quase nenhuma) ação, Depois Daquele Baile é um filme contemplativo, com uma excelente fotografia e cenário envolvente, encontrado nas paisagens bucólicas de Belo Horizonte. Vale a pena desacelerar a rotina da vida moderna e se deixar envolver na história de amor e amizade de Depois Daquele Baile . Sem violência, sem tramas mirabolantes, perseguições ou traições, trata-se apenas de uma grande lição sobre simplicidade e pureza da vida que, com certeza, não acaba na terceira idade.



O Grão 24/11/2009

Gênero: Drama
Duração: 88 min.
Ano de lançamento: 2008
Direção e Produção: Petrus Cariry
Webpage: www.ograo.com.br
Local de gravação: Itaiçaba, interior do Ceará, Brasil.
Elenco: Nanego Lira, Leuda Bandeira, Luís Felipe Ferreira, Veronica Cavalcante, Kelvya Maia.
Sinopse: A velha Perpétua, sentindo a presença da morte, resolve preparar Zeca, o seu querido neto, para a separação que se aproxima, contando-lhe a história de um rei e uma rainha, muito ricos e poderosos, que perderam o único filho e que querem trazê-lo de volta à vida. Enquanto Perpétua conta a história, Damião e Josefa trabalham para sustentar a família e preparar o casamento da filha Fátima. Ao final, a história contada por Perpétua e o destino daquela família se cruzam.
Notícia AFP - O filme brasileiro "O Grão", do diretor Petrus Cariry, ganhou o prêmio Gran Paoa de melhor longa-metragem no Festival Internacional de Cinema do balneário de Viña del Mar, no Chile. O filme conta a história de uma senhora que, diante da iminência de sua morte, narra para seu neto a odisséia de um rei e uma rainha que lutam para trazer seu filho de volta à vida. A XIX edição do Festival de Viña del Mar, que foi realizado entre 21 e 27 de outubro, contou este ano com mais de 500 filmes.
Prêmios:
Vencedor do 19º Festival Internacional de Cinema de Viña Del Mar - Melhor Filme.
Melhor Filme - II Festival de Cine de Los Pueblos del Sur 2008 (Venezuela)
Melhor Filme / Melhor montagem / Melhor ator Coadjuvante - III Festival de Cinema Latinoamericano do Paraná
Melhor Filme / Melhor Diretor / Melhor Roteiro / Melhor Direção de Arte / Melhor Fotografia / Melhor Ator / Melhor Atriz / Melhor Trilha Sonora - II Festival de Cinema de Triunfo (Pernambuco)
Melhor Filme - V Ibero Brasil Cine Festival de Valência (Espanha)
Melhor Direção - Cinemada 2008
Melhor Direção - II Festival Internacional de Cine en Gualeguaychú (Argentina)
Melhor Fotografia - Brazilian Film Festival of Miami 2008
Melhor Direção de arte / Melhor produção Cearense / Melhor Longa do Nordeste (BNB) - 18 Festival Ibero Americano de Cinema - Cine Ceará
Menção Honrosa - Barcelona Independent Film Festival 2008
Prêmio da Crítica - 11 Mostra de Cinema de Tiradentes.
Melhor Longa Cearense - CineFest Ambiental de Pacoti 2009



Divã 24/11/2009


Gênero: Comédia
Duração: 93 min.
Ano de lançamento: 2009
Direção: José Alvarenga Jr.
Classificação: 14 anos.
Produção: Iafa Britz, Marcos Didonet, Vilma Lustosa, Walkiria Barbosa.
Fotografia: Nonato Estrela
Trilha Sonora: Guto Graça Mello
Elenco: Lília Cabral, José Mayer, Alexandra Richter, Reynando Gianecchini, Cauã Reymond, Paulo Gustavo, Elias Gleizer.
Sinopse: Mercedes (Lília Cabral) é uma mulher de 40 anos, casada com Gustavo (José Mayer) e mãe de dois filhos, que decide procurar um psicanalista. A princípio, a decisão, que seria apenas para matar uma curiosidade, provoca uma série de mudanças em seu cotidiano. No divã, Mercedes questiona seu casamento, a realização profissional e seu poder de sedução. A melhor amiga, Mônica (Alexandra Richter), companheira de todos os momentos, vê de perto a transformação de Mercedes e participa de suas novas experiências e descobertas, apesar de nem sempre concordar com suas escolhas.
Notícia (Redação Cineclick) O novo filme de José Alvarenga Jr., Divã , foi o vencedor da 13ª edição do Festival de Cinema Brasileiro de Miami, que terminou na noite de sábado (13/6), na Flórida. A comédia, que está em cartaz desde 17 de abril de 2009 e já levou mais de 1,5 milhão de espectadores aos cinemas brasileiros, levou 7 prêmios dos 11 indicados. Em Divã , Lilia Cabral (A Partilha) interpreta Mercedes, uma mulher de 40 anos, casada e mãe de dois filhos, que decide procurar um analista só por curiosidade. A experiência começa a transformar a sua vida. Completam o elenco: José Mayer (Bufo; Spallanzani), Reynaldo Gianecchini (Entre Lençóis), Cauã Reymond (Se Nada Mais Der Certo).

O Signo da Cidade 25/11/2009

Gênero: Drama Romântico
Duração: 95 min.
Ano de lançamento: 2008
Direção: Carlos Alberto Riccelli
Produção: Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli
Classificação: 16 anos
webpage: www.osignodacidade.com.br

Elenco: Bruna Lombardi, Juca de Oliveira, Malvino Salvador, Graziella Moretto, Luis Miranda, Sidney Santiago, Laís Marques, Rogério Brito, Marcelo Lazzaratto, Thiago Pinheiro, Bethito Tavares.
Fotografia: Marcelo Trotta
Trilha Sonora: Sérgio Bártolo Zé Godoy
Sinopse: Gil (Malvino Salvador) está casado e só. Lydia (Denise Fraga) flerta com o perigo. Josialdo (Sidney Santiago) nasceu para ser mulher. Mônica só quer se dar bem. No programa noturno de rádio, que atende ouvintes anônimos, a astróloga Teca (Bruna Lombardi) se vê entre os anseios dos outros e os próprios problemas. Aos poucos, o destino enreda a todos numa única teia. Na luta para romper o isolamento e achar o rumo da redenção, eles vão descobrir o poder transformador da solidariedade.
Análise por Neusa Barbosa, do Cineweb( Reuters) Ela arma um caleidoscópio em que brilham as luzes individuais de muitas pessoas, que formam a constelação frenética de uma das maiores metrópoles do mundo. O olho fino de Bruna encontra, entre as fibras endurecidas da cidade-gigante, sinais de uma vida miúda, a das emoções básicas de todo mundo. Por isso, a história de Bruna, dirigida pelo marido Carlos Alberto Riccelli, é também universal. O filme é feliz nessa fusão do que é pequeno e grande, do particular e do geral, porque se ampara num ritmo suave, que dá tempo para que várias histórias se revelem. O fio condutor está nas mãos da astróloga Teca (a própria Bruna), que tem um programa de rádio. Teca acolhe, escuta, dá conselhos. E testa os limites de seus pequenos poderes. Nem sempre a astróloga dá conta de melhorar essas vidas, e nem mesmo a sua própria anda tão bem. Magoada pela separação recente, ela se envolve na vida dos vizinhos, o atraente Gil (Malvino Salvador) e sua mulher (Denise Fraga), que também estão em crise. Com o próprio pai (Juca de Oliveira), Teca vive um dilema bem mais forte e antigo. A amiga de sua mãe que morreu, que ela sempre viu como uma espécie de tia, tem um segredo para lhe contar. O mundo lá fora anda pesado. Há racismo, como o vivido tanto pelo enfermeiro Sombra (Luís Miranda) e o travesti Josialdo (Sidney Santiago). E há a inadequação, como o emo Biô (Bethito Tavares), mergulhado nas baladas em busca de diversão e amor. É a mesma busca, aliás, de Mônica (Graziella Moretto), a divertida assistente da astróloga, que se envolve com um malandro (Fernando Alves Pinto). A chave da história é essa dor humana que não se pode evitar, por mais remédios que se procurem. A astróloga não tem a pretensão de ser mágica. Muito pelo contrário. Ela tem total consciência de suas limitações esotéricas e busca ajudar as pessoas dentro dos limites mais concretos, como o da solidariedade. Desse ponto de vista, emanam momentos bonitos entre pessoas perdidas, como Gabriel (o estreante Kim Riccelli, filho de Bruna e Carlos Alberto) e Júlia (Laís Marques). "O Signo da Cidade" apóia-se numa dramaturgia crível, nenhuma demagogia e um legítimo interesse pelo ser humano. Tudo isso é coroado pela direção e câmera sutis (ótima direção de fotografia de Marcelo Trotta), que revelam uma São Paulo dúbia e generosa.



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