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Fonte FAPESP


A FAPESP abriu hoje uma oportunidade de bolsa de PD em Processos Comunicacionais para candidatos interessados em participar do projeto Temático "O Dilema da Incomunicabilidade". As propostas devem ser encaminhadas para oteatro [@] usp.br (e-mail do coordenador do projeto) prof. Ciro Marcondes Filho, até o dia 14 de dezembro de 2009. É importante que os interessados elaborem propostas que utilizem o "Metáporo", novo procedimento metodológico inaugurado pelo Núcleo de Pesquisa. Veja abaixo um ensaio da prof. Ana Paula de Moraes Teixeira que trata da busca de um método/metáporo para os estudos da Comunicação. Os candidatos devem anexar o currículo, prova do título de doutor em áreas humanísticas, histórico escolar dos cursos de pós-graduação e uma carta explicando o motivo do interesse no tema.
 


Fonte Cubadebate: Conferencia magistral de Jesús Martín-Barbero, en el XIII Encuentro de FELAFACS, en La Habana, el 20 de octubre de 2009. una reflexión en tres tiempos, creo que no podemos pensar los últimos “paradigmas”, modelos de sociedad, sin ponerlos en perspectiva histórica. No es posible hablar de sociedad de la información o del conocimiento como si no tuviera nada que ver con las transformaciones de la matriz que ha sido y continúa siendo en la inmensa mayoría de nuestros países, la sociedad de mercado. Reflexiona primero sobre los modelos de sociedad, porque en la mayoría de nuestros países de América Latina junto al modelo hegemónico, de alguna manera sobreviven otros modelos de sociedad y otros modelos de conocimientos y de saberes que normalmente nuestras universidades desconocen. Martín-Barbero aborda primero los modelos de sociedad, después los modelos de conocimientos y por último los modelos de universidad.


Cuando habla de sociedad de la información y sociedad del conocimiento Martín-Barbero afirma que:

"no podemos olvidar que ambos calificativos de esos modelos de sociedad se dan sobre una sociedad dual, fragmentada, desregulada, donde el estado está cada vez más moldeado por las decisiones del Fondo Monetario Internacional, del Banco Mundial para las negociaciones con sus pueblos. Esto no es una ofensa a ningún estado, por ejemplo Lula en Brasil ha tenido que negociar mucho entre los que exigía el FMI y sus movimientos sociales como los Sin Tierra, porque todavía Lula no ha llegado a atender mínimamente las demandas de su pueblo. Sabemos que Brasil es el país más desigual del mundo. No está en África ni en Asia, está en América Latina, en Brasil."



Textos para a aula de Mídia e Práticas Sociais
com a prof.dra. Maria das Graças Pinto Coelho,
PPGEM da UFRN, na próxima quinta-feira, dia 3 de dezembro de 2009:

de Jesús Martín-Barbero
Palestra ministrada em Cuba
 


Eticidade, Campo Comunicacional e Midiatização
de Muniz Sodré (Cap. Livro Sociedade Midiatizada de D.Moraes)



Pesquisa sobre jornalismo

Posted by admin 20 de nov. de 2009 0 comments




De 30 de novembro a 14 de dezembro, o Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, em parceria com grupo de pesquisa Comunicação e Trabalho da ECA/USP Escola de Comunicação e Artes da Universidade do Estado de São Paulo realizará uma pesquisa inédita sobre ‘As Mudanças no Mundo do Trabalho do Jornalista’.


Cada jornalista associado receberá uma senha por e-mail para participar da consulta sobre o perfil sócio-econômico e cultural dos jornalistas. O objetivo é entender quais os impactos das mudanças tecnológicas na organização do trabalho da categoria. A senha dará acesso a um formulário eletrônico, em forma de questionário, divido em três partes: dados pessoais, profissionais e hábitos culturais relacionados aos meios de comunicação. Com isso espera-se obter um perfil atualizado do jornalista e também entender os avanços e dificuldades da profissão. A qualidade dos dados estará diretamente vinculada ao compromisso e seriedade da participação de todos os sócios. Os resultados poderão orientar inclusive a política de formação de novos profissionais e ajudar a compreender e ajudar os cenários no campo da comunicação e no jornalismo.


O grupo de pesquisa Comunicação e Trabalho, credenciado pelo CNPq desde 2004, é coordenado pela professora doutora Roseli Fígaro e reúne pós-graduandos, especialistas em gestão da comunicação e bolsistas de iniciação científica. Mais informações visite o site do Grupo Comunicação e Trabalho.

A Representação da UNESCO no Brasil publicou o primeiro número da Série Debates em Comunicação e Informação, de autoria de Silvia Ramos e Anabela Paiva, que tem por objetivo central alimentar a esfera pública de discussões com um conjunto de textos, muitos deles subsidiados por pesquisas empíricas inéditas, que possam estimular reflexões críticas e plurais acerca de temas fundamentais para a extensa agenda da comunicação e da informação para as sociedades contemporâneas, com especial atenção para o contexto brasileiro. O texto que abre a série é particularmente instigante, pois abriga um número diversificado de assuntos-chave para o passado, o presente e o futuro dos debates que se acumulam sob o amplo guarda-chuva da Comunicação e da Informação. A “Blogosfera policial no Brasil: do tiro ao Twitter” consegue, de forma pioneira e original, apresentar insumos teóricos e empíricos para que sejam levantados questionamentos.


A pesquisa coordenada por Silvia Ramos e Anabela Paiva, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) da Universidade Candido Mendes analisou a produção, conteúdo e impacto dos blogs especializados em segurança pública cujos autores são policiais ou agentes de segurança pública (policiais Civis, Militares, Bombeiros, Federais, Rodoviários Federais, Guardas Municipais, Peritos e outros). A proposta da pesquisadoras era entender o fenômeno da blogosfera policial
e saber como integrantes das polícias e de outras forças de segurança usavam a internet para
discutir, analisar, questionar e influenciar políticas de segurança e a criminalidade no Brasil. O levantamento bibliográfico foi feito por meio de pesquisas acadêmicas, indicações de consultores
blogueiros e em sites especializados na internet. Além da pesquisa, outras fontes de consultas foram surgindo e muitas vezes na própria blogosfera. Por exemplo, a descoberta dos blogs de militares, iniciados nos Estados Unidos, military blogs, ou milblogs ou warblogs (veja box) e a existência de uma literatura teórica sobre o assunto, produzida no contexto dos estudos militares, foi uma das novidades resultantes de pesquisa no blog Abordagem Policial. Ao longo da pesquisa, surpresas foram se sucedendo, como a notícia de que um oficial militar norte-americano
teria postado mensagem no Twitter a partir da Estação Espacial Internacional.A pesquisa foi realizada através de entrevistas, mesas redondas e um questionário de 35 perguntas, que ficou disponível para preenchimento via internet entre os dias 18 de maio e 8 de junho de 2009. Neste
período, 73 blogueiros, autores de 70 blogs, responderam às questões, compondo uma amostra significativa, já que levantamentos feitos por blogs como Abordagem Policial identificaram um universo de 80 blogs.

Este é, certamente, um universo em expansão: entre os 70 blogs estudados neste levantamento, 58 – 82,8% – foram criados entre 2007 e 2009. Participantes de 17 estados responderam à
pesquisa, mostrando que a blogosfera policial é um fenômeno genuinamente nacional. Apesar disso, não se pode deixar de observar que o Sudeste é a região dominante: o Rio de Janeiro é o estado que abriga o maior número de blogs (22), seguido de São Paulo (11) e Minas Gerais (10).


Os pesquisadores questionaram os blogueiros sobre: “A atividade de blogueiro é... (escreva sua própria definição). Além da poética resposta “falar ao oceano...”, surgiram, entre outras, as seguintes:

• Deixar de ser platéia e participar daquilo que, efetivamente interfere em nossa vida.
• Atividade de expressão pessoal informal que contribui para a democratização das ideias e do
conhecimento.
Também surgiram outras definições curiosas:
• O motivo do blogueiro policial é sempre criticar...
• Uma forma de expor a realidade da caserna.
• Cansativa, arriscada, mas gratificante.
• A atividade de blogueiro é... altamente viciante

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Em Nome do Vestido Rosa

Posted by admin 9 de nov. de 2009 0 comments

Em Nome do Vestido Rosa

Autora: Cinara Nahra (Professora de Ética da Universidade Federal do Rio Grande do Norte)


Foi com profunda tristeza e preocupação que li a notícia de que a garota que foi brutamente moralmente insultada em um estabelecimento de ensino superior no interior de São Paulo, no mês de outubro do ano de 2009 do século XXI, tinha sido (pasmem!) expulsa do referido estabelecimento sob a alegação,entre outras, de que ela tinha (sic) " desrespeitado princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade".


Como professora de ética devo dizer que está havendo aqui uma brutal inversão de valores, que aliás, é estratégia típica dos representantes do obscurantismo. Na realidade quem está desrespeitando os princípios éticos e a dignidade acadêmica são aqueles que não só não pedem desculpas à moça pela humilhação a que ela foi submetida, como ainda, adicionando injúria à infâmia, culpabilizam ainda mais a vítima. Esta tática da inversão sempre foi usada em relação a nós mulheres. Vítimas de estupro foram muitas vezes sórdidamente culpabilizadas pelos abutres-machistas de plantão, sempre prontos a dizer que "elas provocaram". Recentemente , em abril deste ano, o ex-arcebispo de Olinda excomungou vários membros (todas mulheres) de uma garota de 11 anos que teve de abortar pois corria risco de vida em uma gravidez provocada pelo seu padastro, que a estuprou. O arcebispo considerou o aborto um crime mais grave que o estupro e o abuso sexual, e a menina só foi salva graças a ação dos médicos, que deram ouvidos à razão e à ciência e não à ignorância.


Por que a garota do vestido-rosa-curto teria desrespeitado a ética? John Stuart Mill, filósofo inglês do século XIX estabeleceu um princípio ético, conhecido na filosofia como o princípio da liberdade que afirma o seguinte: "a auto-proteção constitui a única finalidade pela qual se garante à humanidade, individual ou coletivamente ,interferir na liberdade de ação de qualquer um. O único propósito de se exercer legitimamente o poder sobre qualquer membro e uma comunidade civilizada, contra sua vontade, é evitar dano aos demais". Perguntemos então: que dano poderia um vestido rosa-curto causar a qualquer pessoa? "Por acaso alguma das pessoas que estavam lá naquele momento poderia ser vítima de um ataque cardíaco ou poderia transformar-se em uma estátua de sal diante de tal 'dantesca" visão? Todos nós sabemos que não. Os mais sensíveis, aqueles que por qualquer motivo se sentem ofendidos ao olhar para pernas femininas descobertas, estes poderiam ter, simplesmente, virado o rosto para o outro lado. Mas porque não o fizeram? Por que aqueles que estão acostumados a não olhar para a miséria existente em nosso país, para as desigualdades de classe, para a violência e a criminalidade que está dilapidando nossa sociedade e tirando a vida de milhares de pessoas, resolveram "olhar" para o vestido rosa-curto e insultar sua dona? A resposta talvez esteja, exatamente, na falta de uma educação ético-moral baseada nos princípios clássicos da tolerância, do respeito as diferenças, da não agressão e da regra de ouro (não faça aos outros aquilo que não queres que te façam!).O ataque dos colegas à moça do vestido-rosa-curto, este sim, foi um ato de brutal intolerância, fruto do preconceito e do moralismo. O moralismo, eu tenho já dito isto nos meus artigos, é uma deturpação da moral. O moralismo não resiste ao critério da universalidade e do dano. Se a partir de agora todas as mulheres do mundo resolvessem usar vestidos curtos, nenhuma consequencia nefasta se produziria. Algo completamente diferente se daria, por exemplo, se universalizássemos comportamentos como a corrupção, a mentira, o roubo, a exploração. Se todas as pessoas no mundo resolvessem ser corruptas, mentir, roubar, explorar, as conseqüências para a sociedade seriam extremamente negativas. Se assim é, porque muitas pessoas estão dispostas a serem coniventes com os comportamentos do segundo tipo, os comportamentos imorais como a corrupção, o roubo, a criminalidade e a condenar um comportamento tão inocente quanto usar um vestido curto? A coisa se torna ainda mais deplorável quando vemos que aqueles que têm sob si a responsabilidade de dirigir uma instituição de ensino, mostram também eles um comportamento "moralista", e portanto imoral, ao penalizarem duramente quem não fez nada de errado e a serem "brandos" na penalidade a todos aqueles que , estes sim, hostilizaram brutalmente um outro ser humano pelo simples fato de ela usar uma roupa, ou comportar-se de um modo que não lhes agradava. Ao aceitar o bullying (molestamento) dos agressores e condenar a vítima, a instituição deu a todos os jovens do país uma preocupante e assustadora lição depreconceito, moralismo e obscurantismo.


Por último, gostaria de lembrar um episódio da nossa história recente. Na época da ditadura militar, Leila Diniz foi duramente atacada pelos moralistas por usar biquíni na praia, estando grávida. Em 1969 ela deu uma entrevista ao jornal o Pasquim aonde ela disse entre outras coisas que " felizmente já amei muito e espero amar mais ainda". Após esta publicação foi instaurada a censura aos jornais em nosso país, naquele que ficou conhecido como o decreto Leila Diniz. Todos nós sabemos o que aconteceu depois: a brutal repressão que se instaurou no país nos anos 70. Felizmente hoje vivemos em uma democracia plena, e são mínimos os riscos de uma volta a um período ditatorial. Entretanto, os horrores da ditadura, dos anos da repressão, da censura, estão ainda muito próximos de nós para serem esquecidos. O moralismo, o preconceito e a intolerância comportamental andam de mãos dadas com todos os totalitarismos do mundo e é preciso que estejamos muito atentos na defesa dos direitos políticos, reprodutivos e sexuais que foram conquistados, com muita luta, pelas mulheres. Que o vestido rosa-curto sirva para que a gente reflita sobre os valores da nossa sociedade. Há algo de profundamente perturbador quando um grupo insulta um ser humano por causa do tamanho da roupa que este ser humano usa. Este é um sinal de que há algo de podre no reino do Brasil e tudo é ainda mais preocupante quando se sabe que ha outros casos, alguns até mais graves. Uma trabalhadora já foi agredida por ser confundida com uma prostituta, como se fosse permissível agredir prostitutas! Mendigos já foram queimados por jovens de classe média, como se mendigos não fossem gente! Crimes brutais são cometidos todos os dias, todas as horas e tudo fica por isso mesmo, como se a criminalidade fosse normal e a vida humana não tivesse nenhum valor. Definitivamente há algo de profundamente imoral na sociedade brasileira, mas com absoluta certeza esta imoralidade não tem absolutamente nada a ver com vestidos ou saias curtas. Por Cinara Nahra (Professora de Ética da Universidade Federal do Rio Grande do Norte)




Artigos 2

Posted by admin 15 de abr. de 2009 0 comments

última atualização em 8/Nov/2009

1.
Zé Carioca e a Cultura Brasileira


Este 'paper' de autoria de Roberto Santos (IMES) foi apresentado no XXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação realizado em Salvador, BA em 2002 pela INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
Quando se faz uma analogia entre Zé Carioca e os personagens saídos do imaginário brasileiro constata-se a "brasilidade" que o papagaio de Disney foi adquirindo ao longo de seu processo de aculturação. Sua indolência, por exemplo, o aproxima de Jeca Tatu e de Macunaíma (principalmente do segundo, o matreiro anti-herói modernista, já que a preguiça do primeiro é conseqüência do descaso a que é submetido o homem do campo no Brasil). A malandragem o aproxima ainda mais de Macunaíma e de outros anti-heróis nacionais, como Pedro Malasartes, Beto Rockfeller e O Amigo da Onça. Presente em narrativas orais populares, Malasartes tem por justificativa aos golpes que aplica a vingança contra as condições a que está submetido. Paulatinamente, esse produto cultural de origem norte-americana foi sendo aculturado e ganhou contornos muito nítidos de brasilidade. Como os artistas italianos, os quadrinhistas brasileiros conseguiram adequar os enredos à realidade nacional. Incorporado ao imaginário popular, Zé Carioca revestiu-se com a imagem do tradicional malandro (arquétipo que tem raízes no comportamento do brasileiro) – mesmo com a atualização sofrida pelo personagem com o decorrer dos anos –, transformando-se em figura análoga a outras da cultura nacional advindas dos "causos" transmitidos oralmente, da literatura, do cinema (as chanchadas com Oscarito e Grande Otelo; Mazzaropi interpretou Jeca Tatu e Pedro Malasartes na tela grande) e também dos quadrinhos. O papagaio malandro vive situações típicas do cotidiano e tem uma relação sincrética com valores culturais distintos do Brasil (da Escola de Samba ao folclore, do futebol aos movimentos musicais, da praia à TV).
Para ver o texto completo clique aqui Zé Carioca e a Cultura Brasileira.










6. Biblioteca Online de Ciências da Comunicação BOCC (versões integrais de livros p/download)






9. Site oficial Prof. Wallerstein, Yale University (em inglês)








13. A internet como tecnointeração na aprendizagem remodela cultura e identidade juvenis.
Artigo de autoria de Zoraia da Silva Asssunção e Maria das Graças Pinto Coelho que trata de analisar as tecnointerações na aprendizagem e a ritualidade desenvolvida pelos jovens na valorização de sua cultura. Destaca o que favorece as diferentes identidades juvenis nas redes interativas. O objeto de discussão surgiu da observação de um descompasso entre a orientação escolar para o uso da internet e como os alunos utilizam a rede em casa e em outros ambientes.
Questiona se a internet na escola está sendo otimizada para atender às novas exigências de comunicação e interação dos alunos? Diáloga com a comunicação, tecnointeração, sociabilidade, ritualidade, cultura juvenil, identidade e autonomia. Pontua
aspectos fundamentais, como o “diálogo”, a aquisição de conceitos e a inovação da educação com os avanços tecnológicos na re-configuração social.



14. A video-reportagem como ferramenta pedagógica em Mossoró, RN: uma análise do Projeto Minha Escola na TV. Publicado na Ata da Conferência Internacional de Educação, Globalização e Cidadania Novas Perspectivas da Sociologia da Educação, fev 2008, CD ISBN 978-85-7745-120. Trabalho/Artigo autoria da jornalista Sonia Regina S. da Cunha.


15. EXPERT - Experiência Positiva em Educação em Real Tempo. Projeto de autoria da jornalista Sonia Regina Soares da Cunha desenvolvido para a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, RN, em janeiro de 2009. Resumo: O projeto EXPERT tem por objetivo potencializar o acesso ao ensino de línguas estrangeiras e informática, mediante a otimização de recursos humanos e de infra-estrutura física, contribuindo assim para o aprimoramento do processo de ensino/aprendizagem nas áreas de inglês, espanhol e informática. O uso da tecnologia, aliado a uma nova perspectiva educacional comprometida com o desenvolvimento humano, com a formação de cidadãos, com a gestão democrática, com o respeito ao professor, permitirá um avanço na qualidade da formação das crianças e jovens de São Gonçalo do Amarante, RN.


Para ler Artigos 1 clique aqui.


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